quinta-feira, 17 de julho de 2014

Preços descabidos!!!

Geennteeeeeemmm!!!! O que está acontecendo com o mundo??? A comida está mais cara nas prateleiras dos supermercados. Vou ao mercado 1 vez por semana, e estou a par dos preços, tanto em função do valor da coisa em si, assim como pela diferença entre mercados mais "populares" e mercados mais "caros". Toda pessoa que frequenta supermercados sabe os preços do que compra semanalmente. 

Eu ontem levei um baita susto!!! 


O preço da carne aumentou vergonhosamente, itens como queijos, hortifrutis, feijão, azeite... nossa! Semana passada, fui ao mesmo supermercado, comprei praticamente os mesmos produtos e a conta foi mais baixa. O engraçado, é observar a cara de desespero das pessoas... olhando para as prateleiras, tentando imaginar o que pode ter acontecido com a economia desse país (nesta última semana) que justificasse a alta dos commodities... Os consumidores andando a ermo, como se fossem zumbis... sabendo que algo estava estranho, mas todos nós sem saber o porquê. 

Qual remédio? deixar de comer? ou levar produtos de baixa qualidade para encher a pança? Qualquer dia desses, estaremos satisfeitos tomando sopa de papelão... e a economia? Lá em cima... e os governantes? sacaneando cada vez mais... e os impostos? usurpando até o último centavo do povo.

Eleição tá chegando... só digo isso! (por enquanto).




quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vida... vida que segue...

Eu perdi muita coisa em minha vida.
Eu perdi muita coisa porque não tive paciência para esperar que essas coisas se resolvessem por conta do seu próprio tempo. Eu quis ser mais rápida que o tempo... eu quis acelerar o processo, ir mais depressa que o vento. Por isso, perdi. Perdi muito, quase tudo do que eu poderia ter ganho, se tivesse esperado. Eu tive a escolha da espera ou a pressa de fazer e/ou tentar resolver as coisas do meu modo. Por ondava a minha paciência naquela época? Por que eu não deixei que o tempo se encarregasse das coisas? Por que eu imaginava - na minha santa ignorância juvenil - que eu soubesse os passos certos a dar? Hoje eu olho pra trás... e mesmo não me lamentando ( porque eu não posso me arrepender nunca das minhas escolhas ) sinto que hoje eu teria feito diferente. Muita coisa teria tido o desfecho sonhado. Refletindo sobre as diversas etapas de minha vida, onde eu abraçava as minhas escolhas no intuito de fazer melhor, conseguir do meu jeito, nem sempre consegui o resultado almejado. Muitos tiros saíram pela culatra.
Enfim... vida que segue...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

São Bento - 11/07/2014

CRUX SACRA SITI MIHI LUX

NON DRACO SITI MIHI DUX

VADE RETRO SÁTANA

NUNQUAM SUADE MIHI VANA

SUNT MALA QUAE LIBAS

IPSE VENENA BIBAS


terça-feira, 1 de julho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Apenas o que pensas...

E chega então o temido dia...
Agora é hora de pôr a prova toda a certeza que conservastes nos teus dias de descanso.
Não vai ser fácil.
Pra todos os efeitos, contas com a robustez que pensas ter adquirido com minha falta. Como palpitarás no decorrer das horas? Quantas partes de medicina serão necessárias para aplacar seu pensamento? E o impulso que pulsas por mim? Como vais deter a necessidade imperiosa, irresistível e impetuosa de pensar em nossa vida em comum? Não sabes o que é isso... Não tens idéia do poder do sismo... E sei com toda a certeza de que o dia amanhecerá após a noite, que não terás a medida suficiente para preencher seus dias de números. O mundo quadradinho tremerá em sua base e suas linhas retas e esquadrinhadas tornar-se-ão ondas curvas, sinuosas, e pensarás novamente em um novo mundo, uma outra possibilidade... E incontinente, lembrarás de minhas palavras e não mais terás a veemência necessária pra cumprir sua prova... Não porque não mereças... mas porque não conseguirás seguir na mesma linha.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Panis et Circenses

Hoje eu não estou bem... já faz um tempo que não estou bem... ás vezes parece que não faço mais parte deste mundo. Tá tudo tão estranho, as coisas tão erradas, que me pergunto o quê, pra quê, por quê... Vejo tantas coisas estranhas acontecendo. O mundo tá de cabeça pra baixo? Será que apenas eu estou nesse questionamento? Eu vejo pessoas ignóbeis, vivendo em um mundo de loucura, mentiras... pessoas utópicas... vagando em um mundo de quimeras. Sei lá...  Hoje meu momento é de perdas... Estou vendo parte de minha história se acabar, esvaindo-se sem que eu entenda a  lógica desta vida. Há uma semana atrás eu perdi uma pessoa da família e hoje perdi uma amiga que conheci em minha adolescência. Quando eu falo em perdas, não falo somente de morte. Não falo apenas do ciclo da vida, que vai se renovando. Eu não acredito na morte como a maioria das pessoas, não é sobre isso que tento escrever agora. Eu discorro sobre a perda, sob outra forma... de uma maneira insana, cruel, sem que se possa entender o porquê de como se deu a perda. Minha tia avó era velhinha, era uma mulher de idade... mas saber que ela vivia, era uma forma, em meu íntimo, de saber que ela era a irmã de minha avó - que faleceu muito jovem e nem conheci... era bom! Mesmo morando em outra cidade, em outro estado, eu sabia que ela estava lá.... que tinha as coisinhas dela... e minha parcela egoísta de ser humano se sentia confortável de saber que ela estava viva, ali, no dia-a-dia dela. O pior da minha dor, é saber que minha querida tia avó, faleceu não apenas pela idade, não porque a missão dela havia acabado por aqui. Minha tia avó foi vítima de um governo corrupto, safado, que não fornece saúde de qualidade a sua nação. Minha dor é a dor de milhões de brasileiros que sofrem sem estrutura hospitalar digna. E olha que minha avó teve assistência moral, cuidado e amor de seu filho... mas me dói saber que meu país trata com descaso o povo que o mantém.  Há 3 semanas, minha comadre perdeu sua mãe, assim como minha tia avó, de infecção hospitalar. E eu também sofri. Hoje, faleceu, igualmente,  de infecção hospitalar minha professora de língua russa. Quando a conheci, eu tinha 14 anos e a cabeça cheia de sonhos. Eu não tinha idéia do que era ser adulta. Minha professora de russo foi professora dos meus tios e também de minha mãe, a quem se tornou grande amiga e assim, os laços de amizade foram se estreitando. Hoje eu tive mais essa perda. Todos esses episódios, me marcam... Eu olho para os lados e vejo pessoas achando o máximo ter Copa do Mundo aqui no nosso país. Eu sinto vergonha! E esse sentimento dói em mim de forma muito particular. Não consigo entender como as pessoas podem aceitar esse evento em um país de tamanha carência. Nos falta de tudo um pouco... faltam escolas e creches para milhares de crianças. Temos milhões de adultos analfabetos. Vivemos uma extrema insegurança. Não podemos contar com uma justiça de igualdade, a isonomia não é para todos, a justiça não é erga omnes. A liberdade de expressão não é  100% democrática... talvez  não chegue a 10%... Eu vejo tanta sujeira pra todos os lados. Eu ainda vejo a fome nos rostos, apesar de tantas bolsas no governo. É tanta carência, falta tanto a este país tão lindo, porém que vive no  meio de lama, um submundo medíocre, governado por escórias. Escroques sem coração... não dão nem o mínimo de dignidade aos seus... Eu não consigo entender... quiçá eu fosse mais feliz, se fosse ignorante como a maioria que ri de sua própria desgraça. Vi no noticiário um homem que perdeu sua casa, junto com sua dignidade e demais pertences materiais alojado em uma escola pública, vítima de alagamentos ocasionados por chuvas no sul do país, comemorando  o placar de um jogo sofrido e suado de nossa seleção.  Deus que me perdoe, mas eu não vejo vantagem nisso. Eu não consigo sorrir ao analisar que trabalho meses a fio durante um ano, para pagar impostos severamente abusivos e não ver retorno do dinheiro, que deveria ser aplicado a favor das necessidades básicas de um país. Eu ainda preciso agradecer por ter um trabalho que me sustenta... mas cada dia que passa, fica mais difícil. O que está acontecendo com o mundo? Por que as pessoas se dopam com pinceladas de alegrias, quando as necessidades mais básicas estão sendo esquecidas numa tela de TV ?  Eu não entendo... A massa talvez se revolte com minhas linhas... As pessoas talvez se afastem por imaginar que a utópica seja eu. Não... não sou melhor que ninguém, nem tenho a pretensão de mudar o mundo sozinha. Mas me assusta saber que meu escrutínio não vai valer de nada ao ser apurado... provavelmente as urnas não serão secretas a ponto de mudar o panorama que observo. Hoje o dia não foi legal... Hoje eu não estou bem. Hoje me sinto triste e à margem de um quadro difícil de ser resolvido... a maioria está torcendo por alguns caras chutando uma bola... e enquanto isso,  pessoas morrem, pessoas sentem fome, pessoas vivem sem ter como viver. E o tempo não para... e amanhã o dia nasce de novo, e nada muda. Resta-me olhar essa falsa alegria estampada, e quando não mais aguentar, correr para ( meu ) local seguro, onde então observo com segurança esse cenário de pão e circo.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

E tem dias, que não sei, não, hein?

Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. E logo eu... Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão.

K0NfU$@

terça-feira, 22 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

Vida e Tempo... os senhores da razão!

Absorta em meus pensamentos, eu cheguei a conclusão, não tão positiva quanto eu queria que fosse, mas a crua constatação de que a vida nos faz fortes... Mas que o tempo, tão senhor e enigmático, faz de nós, débeis... diminutos perante a vida, que outrora nos tornou fortes. Esse é um dos mistérios da vida. Por que nascer, por que viver... por que morrer? Qual será a resposta dessa pergunta, falada entre todos idiomas... as línguas, dentre todos os seres? Por quê???  Chega um momento, que desistimos de nos perguntar.. desistimos de encontrar uma réplica. Não há nessa esfera, ser passível de encontrar uma resposta.

Eu não sei...
Eu não sei... não sei...

Me sinto tão pequena diante de tamanho questionamento. Ás vezes, penso que encontrei a chave do enigma, mas me sinto refutada... então, vejo que novamente, perdi o fio da meada. É como num sonho, nele eu tenho as respostas, eu encontro todas as saídas - mas ao despertar, me confundo, me perco... me sinto só nessa longa jornada em busca da descoberta. E aí, volto ao final da fila. Continuo sem saber, continuo minha busca angustiante em saber quem sou e o que estou fazendo aqui.

Então, procuro esquecer (ainda que momentaneamente), tento viver a vida como se fosse mais uma ignorante na multidão. Tento ser feliz nas minúsculas alegrias do dia... estou viva, então, deve haver um porquê. Agradeço ao sol, agradeço a chuva, a noite... o trabalho, o fato de respirar sem a ajuda de aparelhos... eu tenho vida. É melhor esquecer... é melhor não tentar me meter em contendas que não posso suportar. O embate é grande. Não é para mim, não é para nós, simples mortais. Eu sei que a vida, minha vida me fez forte, como todo o dever de casa, com toda a atribulação que fez de mim uma sobrevivente. Me fiz forte, fui forte, sou forte. Mas vem o tempo agora, e começo a me dobrar em cima de minha força... começa a hora de me curvar. Inicia-se o debute do fim. Começa o descer da ladeira. Deu-se o início daquilo que não queremos aceitar...

Trocando em miudos...

A Vida nos faz fortes
O Tempo nos faz débeis..

sábado, 19 de abril de 2014

A ordem é essa!

A ordem do dia então é essa:


- Não ouvir música triste... colocar um som animado e mesmo que me irrrrrrite profundamente, dar a chance de me acostumar com a música, começar de leve mexer os "ombrinhos"... nada de música deprê.


- Meu quarto, não é minha casa... nada de ficar olhando as estrelas. Rua é a palavra de ordem pros dias ruins.


- Esse novo lance de guardar coisas dentro de si, não faz bem... definitivamente.


- Acabar com esse conflito chato que toma meus dias.


- Exercitar-se, mesmo que não queira...


- Não comer como um rato!

X9

Acabo de descobrir que meu
Anjo da Guarda é X9...
tremendo fofoqueiro...
mas eu sei que é pro meu bem... Amo-te!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O Blog Faz 5 Anos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Então, mais um ano... o Blog completa 5 anos! Nem eu imaginava que poderia tanto. Mesmo sabendo que meu cantinho está um pouco esquecido, eu o tenho no coração. É aqui que venho para desabafar, sonhar e contar coisas do vejo e do que vivo. Quem acompanha o blog sabe que precisa decifrar cada linha do que está escrito para saber como estou. Se bem que ainda tenho tantas coisas para reescrever (pois gosto de escrever no papel, à lápis, primeiro...) que agora de vez em quando enlouqueço a mim mesma, rsssss. Mas é que o tempo tem se tornado curto, e eu estou vivendo a 1.000km por segundo...  quase não dá para concatenar o que vivo com o que escrevo. Bom... 5 anos!!! O importante é continuar a caminhada, mesmo que seja em outra velocidade. Não posso parar.... nem de escrever e nem de viver, e minha vida ultimamente tem me consumido. Estou feliz. Me sinto realizada por já ter escrito tantas sensações por aqui: amores, desejos, amizades, tristezas, músicas, conversas com Deus, cotidianos... coisas em família, descobertas, tudo que eu sinto, está aqui! Como o tempo passou rápido, e como o conteúdo das postagens foram mudando no decorrer desse tempo. Mas ainda sou eu... ainda que modificada por outras realidades, mais madura, mais velha, mais experiente... esses 5 anos me deram mais "tudo" de tudo e agradeço única e primeiramente a Deus, pela minha vida, pela minha saúde e por tudo que eu já vivi até aqui. Feliz Aniversário, Blog!!!! Obrigada por guardar as histórias da minha vida em você.
 
Andréia Sieczko