domingo, 28 de maio de 2017

Aprendizado de hoje!


A águia não luta com a cobra no chão. Ela leva a cobra para o céu, muda o campo de batalha, e logo depois a solta. 

A cobra não tem nenhuma resistência, poder e nenhum equilíbrio no ar.

Em seu terreno a serpente é poderosa e mortal, mas no ar ela é inútil, fraca e vulnerável. 

Leve a sua luta para o CÉU em oração e Deus assumirá as tuas batalhas. 

Não lute contra o inimigo na sua zona de conforto, mas mude o território da batalha. 
Leve-a para o alto e Você terá a certeza da vitória!! 

Deus é contigo! Seja qual for a sua batalha olhe para o Céu e entrega tudo a Deus!
 O Senhor Dos Exercitos luta por Nós!!! 
Amém

sábado, 27 de maio de 2017

Cristal Bornita - Pedra Pavão

Fonte: internet

É um mineral de cobre extraído do México. É a evolução da calcopirita. Pedra muito poderosa. Conhecida por suas cores iridescentes, foi apelidada de pedra pavão. Promove felicidade  e alegria, te faz entrar em sintonia com as forças positivas da vida e canalizar essa energia para os outros. Traz a capacidade de ver e aceitar a alegria em qualquer momento. Faz o entendimento de que não há nada errado em qualquer aspecto de sua encarnação. Faz o alinhamento dos chacras. Remove a ilusão de que você e Deus estão separados. Retira todas as idéias ou pensamentos que não lhe servem mais. Pedra de proteção. Trabalha bem os desequilíbrios do metabolismo.     
                   
É um dos minerais mais comuns do mundo, encontrado em muitos lugares. As maiores pedras de Bornita são encontradas em Cornwall, Inglaterra. Em sua forma mais comum, a Bornita é encontrada nos Estados Unidos, Cazaquistão, Peru, Chile, Tasmânia, Bolívia, México e Canadá. Constituída em quase sua totalidade de ferro e cobre, a Bornita inspira o espírito interior a avançar em direção a reinos espirituais mais elevados. Ajuda a deixar ir embora aquilo que não é mais necessário ou que inibe o crescimento espiritual. Promove frescor da vida e permite desfrutar da felicidade do momento. Ela promove, em seu portador, o sentimento de que as coisas são exatamente do jeito que deveriam ser. Ela possibilita ver e aceitar alegria em qualquer momento. 

A Bornita, ainda, auxilia a separar o que é positivo do que é negativo, permitindo compreender essas diferenças. Está entre as pedras de cura  mais poderosas que existem. Possui a  habilidade de alinhar todos os chacras e  a energia contida dentro dela cria um movimento circular no sentido horário. Mesmo se colocada em um único chacra, ela alinhará todos os outros seis chacras.                        

Belo e multicolorido, este mineral é indicado para tratamento de todos os chacras. Ele pode ativar cada chacra individualmente ou em uníssono. A Bornita é uma pedra indicada para proteger contra a negatividade que vem de fora e ajuda a reconhecer a origem dessa energia. Com suas várias cores, a Bornita ajuda a dissolver a apatia e tristeza e eleva o humor. 
A beleza que exibe é uma inspiração e é um lembrete de que a vida é muito mais do que células e átomos, mas que é permeada por uma mágica que nunca deixa de existir, mesmo quando não somos capazes de percebê-la. É uma excelente pedra de cura e pode ser usada como auxílio na construção das estruturas do corpo físico e renovar toda a perfeição que compõe nossos organismos.

A Bornita tem um importante papel  como instrumento de cura, sendo muito útil no tratamento de distúrbios do metabolismo celular  e alterações de formações dos tecidos internos.Conhecida como a "pedra da felicidade", a Bornita os mostra que a vida é uma experiência alegre!  Devido às suas cores iridescentes e à sua aparência exuberante, é conhecida, também, como "pedra pavão". Essa iridescência realça a cor marrom-avermelhada deste cristal incrível. Ela produz, ainda, uma variedade de outras cores como marrom escuro, roxo, amarelo, turquesa, azul e rosa, sendo que todas elas contém brilho metálico.                        
O uso da Bornita permite desfrutar a alegria do momento

Ela pode promover uma transformação  que remove as energias negativas e as substitui por uma forte e salutar energia positiva. Ela possui a propriedade única de energizar não somente a área onde é colocada mas, também, afeta toda área ao seu redor. Quando usada para cura, especialmente na área acima                ( aproximadamente uma polegada ) do chacra umbilical, a Bornita auxilia no fluxo de adrenalina.Ela aumenta a alcalinidade e é usada, ainda, para baixar os níveis de cálcio no organismo. Quando usada abaixo no chacra umbilical, a Bornita irá aumentar os níveis de ácido e abaixar a alcalinidade do organismo. Nesta mesma posição, ela ajuda a baixar os níveis de sódio. 

A Bornita ajuda na integração e união das emoções com o intelecto. Ela facilita o entendimento de que não há separação entre nós e Deus. Outra de suas propriedades está em "jogar fora" quaisquer ideias ou pensamentos que já não tem utilidade. É o pensamento que destrói a imagem da perfeição e a Bornita ajuda a renovar essa imagem. 

Indicada para auxiliar aqueles que possuem tendências suicidas, a Bornita nos ajuda a viver com prazer, com os recursos que temos e com as experiências que acumulamos. Exótica, espetacular e iridescente, a Bornita é a pedra do misticismo , trazendo informações relativas às energias etéreas que nos circundam. Tem sido utilizada para baixar a febre, reduzir inflamações e promover o crescimento do cabelo. É uma excelente pedra para ser usada nas terapias de renascimento. O que se obtém ao usar a Bornita é a visão de que a vida é uma experiência maravilhosa de se experimentar!


textos e imagens retirados da internet.


sexta-feira, 26 de maio de 2017

26/05/17 Missa​ de 4 meses - Waltinho Sieczko - Com Adoração ao Santíssimo Sacramento



Meu irmãozinho. Hoje foi sua missa de 4 meses desde que você foi para o outro lado da vida.  Como sempre, muito amor, muita emoção e muita saudade. Nós te amamos muito, Waltinho.  Nosso consolo é que você está com Jesus, com Nossa Senhora, com nossa família espiritual que te aconchega e cuida de você. 
Suas tias também sentem muito sua falta. É impossível não se emocionar com as palavras do Padre Waldir. Sentimos a presença do Espírito Santo. Uma força enorme brota no meu coração e me passa uma mensagem que você está bem cuidado. Mas a saudade que fica aqui é enorme! 
Amamos você, Walter Sieczko dos Santos

Walter Sieczko - 4 meses sem você aqui!

Meu irmãozinho, meu primeiro amigo, meu maior tesouro, minha melhor herança e a melhor parte de mim... Hoje faz 4 meses que você partiu desse mundo. São 120 dias, Waltinho... Me diz como pode uma coisa dessas? Eu sinto uma saudade enorme no peito. 

Sua ausência me causa uma presença tão viva, que às vezes eu penso que você ainda está fisicamente aqui, embora eu saiba que que fisicamente não está. Eu sei, meu irmão, eu entendo o que é a morte...  e a aceito porque é a primeira e única certeza que todos nós temos quando aprendemos o que é a vida. Mas quando a gente ama, é complicado lidar com essa dor. E eu te amo tanto, que é impossível tocar a vida como se essa dor e essa saudade não importasse ou não existisse. Eu nunca mais serei a mesma pessoa. Mesmo com ajuda terapêutica, eu nunca serei quem já fui um dia. Uma porrada e tanto essa que eu levei... Não há como acordar um dia e me levantar como se tudo fosse belo, perfeito e maravilhoso - ainda que eu entenda, e creia numa força maior, ninguém neste mundo leva a vida de maneira igual, depois de perder a quem muito se ama. Por recomendações médicas, parte do meu tratamento configura em escrever pra você, relembrar nossas histórias, reviver em lembranças nosso passado, nossa infância, e tentar expurgar o máximo de dor e ressentimento que sua partida deixou em mim. Tô tentando, Waltinho. Escrever é bom e eu gosto! E não é causa difícil pra mim... não sei se você lê tudo que escrevo, mas espero que você deixe de lado essa preguiça pra leitura que sempre te acompanhou e leia minhas memórias, e reviva nelas, o caminho que nos foi proposto nesta existência. 

Deus é bom, Deus é Pai! Ele sabe tudo e sabe o porquê do motivo das coisas. Então eu me amoleço e me jogo nos braços do Senhor da vida. Eu sei que você está protegido e acarinhado. Eu só sinto muitas, muitas saudades... Parece que tudo que já vivi ficou num patamar diferente. Não sei explicar, meu irmão, mas parece que não sou mais a pessoa que eu era. Minha vida hoje é uma saudade constante e preces intermináveis que peço ao Jeffrey que as entregue à você! 

Sinto amor e saudade... Pra mim, antes, amor era uma coisa, e saudade era outra coisa. Hoje, elas andam juntas, lado a lado, e são companheiras de minha pessoa. Sua ausência física foi substituída pelo amor que sinto e sempre sentirei por você e pela saudade que nunca vai me deixar.


Walter Sieczko dos Santos
São 4 meses sem você aqui...
Sua irmã que te ama e não te esquece,

Andreia Sieczko

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Eles dois não estão mais aqui!

Eu estou revendo fotografias antigas
Retratos do que foi minha infância, fases que fazem parte da minha história, passeando diante de meus olhos, e tentando voltar à mente essas cenas do passado. Meu pai tão jovem, meu irmão, um bebê careca e gorducho, com covinhas lindas e brilhantes olhos azuis. Como o tempo passa... E agora, quando revejo essas fotos, eu lembro que eles dois não estão mais aqui. Difícil acreditar que se foram tão jovens. Cancão se foi aos 59 anos e meu irmãozinho partiu com 42 anos. 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Bandeira, mamãe, bandeira - Walter Sieczko dos Santos

"Bandeira, mamãe, bandeira!!!"

Ano de 1977 ou 1978, nossos pais ainda eram casados. Eu e você, Waltinho, tínhamos 6 e 4 anos, respectivamente. Morávamos em um conjunto residencial na Rua Engenheiro Gama Lobo, 548, em Vila Isabel, zona norte do Rio. Toda semana, nossa mãe ia com seu fusquinha 64 à feira, para comprar as frutas e verduras da semana. O condomínio ficava acima do nível da rua, na entrada tem uma leve ladeira (foto acima). No dia em questão, mamãe tentou sair com o fusca, mas a bateria do singelo automóvel tinha "arriado". Então, as vizinhas e a meninada que estava presente por ali no condomínio, empurraram o "fuka" para que o mesmo pegasse no "tranco"... ali, na beirinha da ladeira, seria fácil, fácil do carro "pegar". Desta feita, mamãe engatou a 2ª marcha e meteu o pé no acelerador! Beleza, além da explosão do motor pegando no "tranco", nossa mãe ouviu as vizinhas gritando: "pára", "páááára" e olhando pelo retrovisor, parou já na metade da ladeira... carro, ok, ficou olhando, sem imaginar o porquê de tanto "pára". 

Enfim, irmãozinho, ao sair do fuka, mamãe te viu agarrado no pára-choques do fusquinha, em estado de choque, foi difícil desgarrar as suas mãozinhas tão pequenas da barra de metal. No afã de colocar o carrinho pra funcionar, ninguém notou que meu irmãozinho também queria ajudar, junto com tantas outras crianças... Mas ao contrário das outras crianças (maiores) e das outras pessoas, você não soltou o pára-choques quando o carro "pegou". Muito bisonho, meu caçulinha! Meu bebê, meu irmãozinho lindo e para sempre amado! Graças a Deus não foi nada demais; se você tivesse soltado o carro com ele andando, talvez teria sido pior... Enfim, dedinhos dos pés ralados... então, você ficou no colo da mamãe. Ao voltar pra casa, mamãe te deu banho, colocou um remedinho nos dedinhos dos pés e você começou a falar:

-"Bandeira, mamãe, bandeira..."

Não tinha nenhuma bandeira na sala do apartamento... 
Você queria dizer : abana, mamãe, abanaOu seja, os dedinhos deviam estar ardendo, então mamãe colocou um ventilador para "bandeirar" os seus pezinhos. Acredito que por algum momento, o ventilador foi um eficaz abanador de dedinhos ralados... mas depois de alguns minutos, nossa mãe estava na cozinha e ouviu seus gritos e veio correndo ver o que tinha acontecido na sala: você deitado no sofá, esticou os pezinhos para que o ventilador "bandeirasse" melhor seus dedinhos... Putz, Waltinho, você sempre foi muito bisonho!!!! Enfiou os pés dentro do ventilador... não sei como não se machucou mais... embora tenha piorado um tantinho. Sempre comentamos essa história... em todas as conversas de família, sempre lembramos desse fato: "bandeira, mamãe, bandeira..." É sempre muito bom relembrar nossa infância, meu irmão. Eu gosto muito, me conforta ter essas recordações tão vivas no meu coração e nas minhas lembranças. Quando eu estava com você no hospital, eu vi que suas unhas dos pés estavam grandes. 


Eu aproveitei cada minuto que eu pude com você, meu irmão. Eu cuidei de você o tempo que eu tinha, com todo o meu amor e todo meu carinho, cortei suas unhas, dei banho em você, limpei suas orelhas, penteei seus cabelos, fiz massagens nos seus pés e vi então as marcas do ventilador da infância nos seus dedinhos. Você se lembra do pé no ventilador, Waltinho? Tirei fotos do seu pé, porque eu não queria perder nenhum detalhe de você, irmãozinho. Cada foto e cada minuto ao seu lado, para mim, são presentes que Deus me concedeu. Tudo bem, vai... eu deveria ter cortado suas unhas antes das fotos, você me diria. Mas repito, cada imagem, está muito bem guardada em álbuns, CD, nuvem, pen drive... porque eu não quero perder mais do que eu já perdi. Eu te amo muito, Waltinho. E agradeço a Deus pela oportunidade que tive de passar o máximo de tempo que eu pude com você. Cada segundo, cada oração, cada conversa, beijo e abraço ainda estão aqui, presentes no meu coração, na minha memória e nas fotos, vídeos e áudios que eu tenho com você.

Ver suas fotos, não me entristece mais do que já estou. Ao contrário, ver suas fotos, me lembram que eu estive ao seu lado, que eu te amo, que você é meu irmãozinho adorado, que eu sempre vou amar. Rezamos muito eu e você... às vezes tô chorando e tô rindo porque lembro de você me dizendo que eu havia me transformado numa "senhora carola". Que você nunca poderia imaginar que um dia, eu seria tão forte na fé. Mas quem teve uma fé inabalável foi você, Walter Sieczko dos Santos. Meu herói, Guibor de Deus. Quem dera eu fosse igual a você, que jamais questionou ou perdeu sua fé em Deus. Por essa razão, meu irmão, eu tenho certeza que você está nos braços de Jesus. Eu creio, Waltinho, que você agora não sofre mais, não sente mais a agonia do câncer comendo sua vida. Eu tenho a convicção que você está em um bom lugar. Embora eu quisesse muito mais que você estivesse vivo e com saúde, vivendo a sua vida, e envelhecendo me contando suas piadas, eu creio que Deus tem um porquê e um propósito na vida de cada um de nós.  

O que me resta, é seguir em profunda oração, sabendo que Deus não desampara os filhos seus. Recebe meu amor e meu carinho, Waltinho. Nós te amamos muito! Eu, sua irmã mais velha, seu irmão Victor, sua mãe e suas tias. É muito difícil conviver com essa perda. Ás vezes, fica impossível acreditar. É impossível não lembrar a todo momento de você, é impossível! Fico me perguntando quais serão as minhas memórias a partir de agora, sem você fazendo parte do meu presente e do meu futuro. Fica um vazio no meio do nada, parece que nada mais tem muito sentido. Só mesmo Deus para sustentar e preencher esse vácuo. Eu ainda não aprendi a viver com a sua ausência; penso que talvez demore uma vida inteira.

Te amo, meu irmão.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Mais ainda um pouco daquele dia bom...

Então, irmãozinho, fui atrás de mais memórias, na minha busca incessante e infinita de me sentir próxima da vida que compartimos juntos em nossa infância. Descobri mais 2 fotografias amareladas pelo tempo, mas que trouxeram ainda aquele gosto do cloro, das nossas brincadeiras no clube bacana, dia que tive recuperado em minhas lembranças. Eu, você e nossa mãe. Olha que fofo, mamãe me pediu para fazer algum passo de balé clássico - o que deveria ser um luxo muito grande, e um esforço que ela fazia para que eu tivesse acesso à esta oportunidade de ser bailarina aos 11 anos de idade. Ela se colocou a alguns passos atrás, para tirar essa fotografia e eu comecei a pular em meus passos de ballet. Você ali na cena:  olhando a irmãzinha tentando voar que nem borboleta, como se a saia de tule rosado fossem asas capazes de realmente me fazer voar.



Essa bolsa que você segura na foto acima, durante muito tempo foi nossa companheira de aventuras que nossa mãe inventava para nos divertir e que com certeza, fez parte de muitas memórias. Não tínhamos dinheiro para programas legais e caros; mas nem por isso, deixamos de fazer programas recreativos e sempre pitorescos e jocosos. Imagino hoje, quando vejo alguma colega de trabalho mais jovem, com menos de 30 anos, fazendo o papel de pai e mãe de seus filhos, o que nossa mãe passou para nos criar. Sem dinheiro, sem a pouca pensão que nosso pai nunca pagava (70% de um salário mínimo para os 2 filhos), nossa mãe trabalhando como estagiária e estudando à noite, no curso OBERG. deve ter sido muito difícil, meu irmão. Não deve ter sido nem um pouco fácil para ela nos sustentar em meio à tanta privação.  Eu com 45 anos hoje, não me sentiria capaz de fazer o que ela fez. Por isso talvez, ela carregue um QUÊ de amargura no peito. Não deve ter sido fácil criar com tão pouco dinheiro, 2 filhos entrando na "aborrescência". Mas à época, não tínhamos condições de entender o excesso de FALTA DE TUDO. Graças a Deus nossa mãe tinha juventude e saúde... e uma boa dose de criatividade para arrumar as atividades que fazíamos juntos, como fazer caminhadas no Parque da Cidade, trilhas na Floresta da Tijuca e como sempre fazíamos também, nosso programa mais comum e um dos prediletos, era irmos andando pela Av. Chile até a estação dos Bondinhos de Santa Tereza, atrás da antiga sede da Petrobrás;  nossa mãe comprava sorvete de casquinha, um pra mim, e um pra você. Pegávamos então o bondinho sentido Silvestre... e nosso passeio então se tornava uma grande aventura. Muitas vezes, subimos o Cristo Redentor a pé, se lembra dessas caminhadas?  
Vamos relembrar em uma próxima postagem  sobre esses passeios. É que como eu já comentei com você, irmão, conforme vou vendo fotos, vou lembrando fatos, e tudo vem à tona... minhas memórias transbordam da mente, Graças a Deus! Obrigada, mãe, pelos sanduíches de bisnaga com margarina e de vez em quando, mortadela! Eu hoje reconheço o esforço que deve ter sido para uma mãe tão jovem e sem nenhum suporte. Mas voltando ao dia do clube bacana, o Marapendi, nossa mãe ganhou um convite para passarmos o dia lá... saímos da pobreza de Vigário Geral e acredito que tenhamos andando muito de ônibus até chegar à Barra. Clube bonito, grande e chique na época. Dentro da bolsa verde de quartel, que você estava segurando, Waltinho, deveria ter com certeza algum biscoito e algum sanduíche, com certeza alguma garrafinha de água (embora não consiga me lembrar se nesta época, já tínhamos geladeira em casa - porque quando fomos sobreviver lá, não tínhamos uma geladeira em casa, pegávamos todos os dias depois de voltarmos da escola, uma garrafa de água congelada na casa da vizinha, dona Marta, que olhava de vez em quando às crianças que ficavam sozinhas durante o dia, na casa geminada, de teto de forro, pintado de verde...). Dentro da bolsa de quartel, verde-oliva, mamãe deve ter levado minha roupa de Ballet... a nossa máquina Xereta da Kodak, alguma peça de roupa, acredito que já tivéssemos com biquíni e sunga por baixo da roupa, deveria ter também uma toalha pra gente dividir entre os 3, pra se enxugar. Embora os dias tenham sido difíceis, tenho como lembranças, os melhores momentos da nossas vidas. Nossa infância, nossa vida juntos, nós 3. Tudo bem que não precisava ter sido tão difícil, mas eu e você não tínhamos noção das provações que passamos com nossa mãe, e para nós dois, tudo era motivo de brincadeiras, afinal, éramos crianças. Eu tenho todas essas memórias guardadas com muito carinho. Eu sou a guardiã das nossas fotos, eu sou expectadora ativa e apaixonada pelas lembranças da nossa infância. Eu só tenho a agradecer a Deus, por nossa vida, por nossas experiências e pela mãe que não desistiu da gente. Mesmo com tantos problemas, mesmo sem recursos, estivemos juntos e crescemos juntos, nós 3.
Nina Celia Sieczko
Andreia Sieczko dos Santos
Walter Sieczko dos Santos

domingo, 21 de maio de 2017

Os Pretos Velhos


Os pretos velhos são as rosas mais bonitas
Azaléias infinitas do Jardim de Deus senhor
Os pretos velhos são os pássaros mais lindos, 
Que habitam os infindos bosques de Deus Criador! 
Os pretos velhos quando vem pra trabalhar
Com humildade e com amor pros filhos seus
Os pretos velhos são a luz do nosso altar
Os pretos velhos são o sorriso de DEUS!


sábado, 20 de maio de 2017

Cristaloterapia

A Cristaloterapia é uma terapia holística onde os cristais, e pedras preciosas (gemas/cascalhos) e semi-preciosas (gemas/cascalhos) harmonizam e equilibram, tanto o corpo físico quantos os corpos astrais... e também atuam em nosso ambiente.
Os cristais reequilibram as energias e as emoções, aliviando sintomas ou aflorando memórias e sensações importantes para o desenvolvimento pessoal. Os Cristais possuem propriedades característicos, trazendo um benefício especifico para atuar em nossa vida, mas no geral todos abrem os canais intuitivos, fortalecem, harmonizam e trazem equilíbrio para quem os utiliza.
A energia dos cristais, é uma composição de elementos da natureza e de raios vibracionais. Transmitem como que uma espécie de onda, desbloqueando e alinhando os chacras, que são centros de energia que todas as pessoas têm.

Todos os Cristais antes de serem utilizados e após cada utilização devem ser limpos e energizados, cada qual  variando em função do cristal característico

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Fato!


Massa fica pronta em apenas 30 minutos e é de dar água na boca!

Massa fica pronta em apenas 30 minutos e é de dar água na boca!

Depois da última corrida do Circuito das Estações, a colaboradora Andréia Sieczko preparou um delicioso prato e, agora, compartilha a receita para quem quiser aproveitar para testar em casa. “Ao retornar para casa de metrô, passei pela feira livre da Glória e vi uns camarões lindos, bem gordinhos! Vi que ficariam apetitosos em uma receita fácil e rápida, o tempo de preparo é de 30 minutos – tempo suficiente para fazer um almocinho leve e especial para depois da corrida!”, conta. A receita, que servem a duas pessoas, segue abaixo. Confira:
Ingredientes:
  • 300g de massa Bucatini;
  • 300g de camarão limpo;
  • 1 limão;
  • ½ taça de vinho branco seco;
  • 1 xícara de tomates-cerejas cortados ao meio;
  • ½ xícara de azeitonas pretas;
  • Azeite, alho, sal e pimenta-do-reino a gosto;
  • Salsinha para salpicar;
  • Queijo ralado (opcional).
Modo de Preparo:
  1. Lave os camarões e os tempere com o suco de um limão, alho amassado, sal e pimenta-do-reino;
  2. Reserve por dez minutos;
  3. Ligue o forno em temperatura alta;
  4. Coloque os camarões em uma travessa e adicione o vinho branco.
  5. Mexa e regue com bastante azeite;
  6. Leve ao forno alto por dez minutos;
  7. Após retirar a travessa, regue com mais azeite e adicione as azeitonas e os tomates-cerejas;
  8. Coloque a água para ferver;
  9. Cozinhe o macarrão por oito minutos, deixar al dente;
  10. Baixe o forno para 180º e adicione a salsinha picada;
  11. Misture o macarrão na travessa e leve à mesa! 





quinta-feira, 18 de maio de 2017

O fim do Gasômetro (O último suspiro), By Jocemar de Souza Barros

Linda Poesia do meu querido colega de trabalho,
JOCEMAR DE SOUZA BARROS



O FIM DO GASÔMETRO
(O ÚLTIMO SUSPIRO)

O QUE JÁ ESTAVA VAZIO,
FICOU MAIS VAZIO AGORA!
E NUM ÚLTIMO SUSPIRO,
O GASÔMETRO FOI EMBORA!

NÃO SOBROU UMA SÓ VIGA,
UM PARAFUSO SEQUER,
DAQUELA FÁBRICA ANTIGA,
SÓ FICOU A CHAMINÉ!

APENAS UM ESQUELETO,
FAZENDO A GENTE LEMBRAR;
O GIGANTE OBSOLETO,
QUE O HOMEM FOI DESMANCHAR!

MAS A VIDA SEGUE EM FRENTE,
O QUE SE HÁ DE FAZER?
DEIXANDO MARCAS NA GENTE,
NÃO NOS DEIXANDO ESQUECER!

O TEMPO PASSA, É VERDADE,
COMO TUDO TEM DE SER,
MAS O VALOR E A SAUDADE
NÃO COSTUMAM ENVELHECER!

MELHOR É IMAGINAR,
BUSCANDO LÁ, NA MEMÓRIA,
QUE ESTÃO NO MESMO LUGAR,
PRA GUARDAR A NOSSA HISTÓRIA!

by, Jocemar de Souza Barros







Marcelo Rezende, apresentador da Record, Fala Sobre o Câncer

O apresentador da Record, Marcelo Rezende, está com o mesmo câncer que levou meu irmão Waltinho em janeiro deste ano. Também com metástase, câncer primário no pâncreas e já infiltrado no fígado, secundariamente. Pelo o que foi comentado nas redes sociais, o CA do Marcelo é agressivo e lhe dá apenas 1% de chance de sobreviver (e sobrevivendo, tem em média, de 2 a 5 anos de sobrevida, segundo literatura médica); entendo que deve ser nível IV, o mesmo tipo do Walter, silencioso e muito agressivo. Coincidentemente, o apresentador descobriu a doença á mesma época que meu irmão, com 1 ano de diferença. Já sei como serão os dias do apresentador... Mas também vejo nele, a mesma fé que meu irmão amado manteve durante essa cruel experiência. Meu irmão foi muito valente, não vacilou na fé, esteve junto a Deus em todos os momentos. 

Vou acompanhar esse senhor! Não assistia o programa dele, mas ele estará sim, em minhas orações, porque eu sei o que é essa doença. Que ele também não perca a fé em Deus, pois Deus é quem nos sustenta nas adversidades. Que Marcelo Rezende possa ser uma testemunha viva do amor e da misericórdia de Deus.

Essa doença é muito triste. A família inteira adoece... É muito difícil.

Saudades do meu irmão Walter Sieczko dos Santos, meu Guibor, meu herói.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Aonde eu estarei em maio de 2017 ?

Waltinho, meu irmão... Tem dias que sua ausência se faz tão presente! Como dói... Essa dor nunca vai passar. Quando toca o alarme de manhã, e eu desperto, não sinto vontade de levantar, não sinto vontade de começar o dia. Minha vontade é dormir, dormir e dormir, de preferência dormir a noite toda sem acordar de madrugada e viver momentos de angústia pensando na maior perda da minha vida. Eu rezo! Como eu rezo, meu irmão. E como eu penso na sua dor, no seu sofrimento e como você se manteve firme e se manteve na fé, até o seu derradeiro dia.  Penso muito em você, tem dias que eu durmo enrolada no Terço de Nossa Senhora, acabo dormindo de cansaço, de não aguentar mais pensar e pensar e pensar em tudo que aconteceu de 1 ano pra cá.

Em abril de 2016 eu fiz uma cirurgia para retirada de um mioma, na mesma época, nasceu o bebê Henrique, nosso priminho mais novo, filho da Pia, um mês depois, eu estava viajando para Belém, Luiz foi visitar e rever amigos e família. Era Corpus Christi, entramos na Basílica de Nazaré, e participamos de uma missa inteira, linda, toda a celebração do Santíssimo, e também do Terço da Misericórdia. Chorei muito naquele dia... E só pensava em você, meu irmão. Será que era um aviso, uma premonição do que viria logo a seguir? 2016 foi o ano da Misericórdia, passei pela porta da misericórdia, pensando em ti, meu irmãozinho. 

Logo depois, ainda em maio/16 você voltando pra casa, se sentiu mal no elevador... pensou que pudesse ser uma crise renal, dor baixa, nas costas... foi para o hospital, onde já havia se tratado das 2 pancreatites anteriores. Então, nos exames apareceram 2 imagens, no pâncreas e no fígado. Você não me contou nada naquele dia e eu fiquei nervosa com você, porque eu perguntava o que era, mas você queria ter a certeza antes de me dizer a pior notícia da minha vida: você estava com câncer, meu irmão. Uma mancha escura no pâncreas, que já tinha sido expandida para o fígado. Eu não consigo dizer essa palavra: Câncer. Não sai direito da minha boca, durante todo o ano de 2016 eu evitei falar essa palavra, porque eu achava que se eu não pronunciasse ela, ela não existiria e iria embora. Ainda é difícil, meu irmão... me custa falar, sai errado, eu falo pra dentro, sei lá... 

Nunca na nossa família, nem por parte de pai, nem por parte de mãe... nunca, nunca nem jamais tivemos um caso de câncer assim. Sempre pensei que fôssemos imunes a essa doença cruel. Ledo engano! Foi um choque, que ainda se prolonga nos meus dias. Todo santo dia, desde a hora de acordar até na hora de dormir, eu penso, rezo, choro e rezo de novo para que você esteja bem, esteja livre dessa doença que te levou tão jovem ainda. Eu não vou mais ver você, meu irmão... não envelheceremos brincando com as coisinhas que já maduros, ainda pedia pra você brincar comigo, não faremos mais torneio de cuspe à distância, nem tentaremos nos superar nos super arrotos provocados de propósito, e você não vai mais comer a minha comida que eu fazia com tanto carinho pra você. Tudo isso dói e vai doer pra sempre, até o dia que eu puder te abraçar novamente.

Meu querido irmãozinho, Walter Sieczko dos Santos, faz 1 ano que descobrimos a doença que o levou de nós. Ano passado, quando você iniciou a primeira quimioterapia, estávamos conversando e você me disse assim:

- "Andréia, em agosto de 2014, eu tive a primeira pancreatite, em junho de 2015 eu tive a segunda pancreatite, agora em maio de 2016 eu descubro o câncer... aonde eu estarei em maio de 2017?"

Naquele momento, no ano passado, um arrepio percorreu minhas costas, não soube o que te dizer, naquele exato momento, mas disse que tudo estaria nas mãos de Deus e que tudo daria certo. O que eu poderia dizer? O que eu poderia fazer? Juro que se eu pudesse, eu trocava de lugar com você, sem pestanejar, sem pensar duas vezes, trocava sim. Você é meu irmãozinho, meu bebê, meu manequinho... meu primeiro amigo, minha maior herança e a melhor parte de mim. Vou morrer dizendo isso, Waltinho! O amor que nos mantém ligados, em coração e em espírito, permanece, mesmo com a distância física. Meu irmão, você não está aqui fisicamente, mas você vive em cada batida que acontece dentro do meu peito, em cada pensamento, em cada lançamento de filme de guerra que você gostaria de assistir, em cada carrinho velho e bem cuidado que eu vejo na rua, em cada joelho de queijo e presunto que fica à mostra em uma vitrine de padaria... são tantas coisas. Mas te digo, você está aqui, ó... vivinho da silva no meu coração e acredito que esteja bem cuidado onde está agora. Se tratando espiritualmente e sendo acarinhado por nossa família espiritual. Recebendo também o meu amor e meu carinho, assim como todas as minhas orações e pensamentos positivos, porque eu mando energia boa pra você, Waltinho, só cultivo as melhores lembranças e me recordo de tudo que vivemos juntos com muito carinho e agradecimento pela oportunidade de ser sua irmã mais velha.

Meu irmão amado,
Meu irmão querido!

Walter Sieczko dos Santos
Andreia Sieczko 





terça-feira, 16 de maio de 2017

Ainda sobre o dia das Mães



Eu fiquei muito em dúvida do que iria fazer com nossa mãe no primeiro dia das mães sem você, meu irmão. Pô Waltinho, é muito estranho saber que você não está mais a um telefonema de distância de mim... Quanta saudade, meu irmão.
Queria fazer algo que pudesse não chamar muito a atenção para o dia das mães. Não queria que nossa mãe ficasse pensando mais do que já pensa em você. Não porque você não mereça, meu irmão... Nós te amamos muito! Mas é que se trata de uma data complicada pra quem já perdeu um filho.
Geralmente todos os  restaurantes ficam cheios, com fila nas portas... um saco isso! Eu sempre escolho a opção de fazer um almoço em casa, mas esse ano precisava ser diferente... então eu fiz uma reserva no hotel onde antes, era o Colégio da MABE, onde nossos pais estudaram e se conheceram. O Colégio foi vendido para uma rede de hotéis internacionais, o Vila Galé, e o restaurante do hotel é aberto para o público em geral, ou seja, não precisa estar hospedado para utilizar o restaurante. O preço é em conta e o local, muitíssimo agradável. Buffet de comida portuguesa liberado, incluindo a sobremesa, comida ótima. Mamãe gostou, eu gostei e Luiz pagou a conta! Chegamos cedo, porque a programação do dia não era apenas o almoço!  Eu precisava de algo mais para esse dia!!! Então, depois do almoço, fomos passar a tarde no Educandário Romão Duarte. Nos finais de semana, ficam as crianças tuteladas pelo Estado, então, pensei que para uma mãe que perde um filho, o melhor paliativo é estar com crianças que não tem mães ou se encontram em situação de risco... Foi uma decisão acertada! Foi bom para mim, para o Luiz, que perdeu a mãe tem 1 ano e dois dias antes de perdermos você, irmãozinho (Luiz também está triste com 2 perdas importantes em 1 ano e em cima do aniversário dele...) e foi bom para nossa mãe. Ela fez aquele bolo de limão que você sempre gostou, levamos presentinhos para as crianças, pirulitos, marshmallows, jujubas, carrinhos, bolas, diadema para as meninas, pula cordas, lápis de cor e livrinhos com figuras para colorir.  Tinham 19 crianças tuteladas, e não tem fotos, porque não podemos tirar fotos dos menores tutelados no orfanato. As imagens ficam em nossas mentes e nossos corações. Foi um dia bom. Brincamos e cantamos com as crianças. Como sempre, saí de lá doce... literalmente doce e com alguma meleca grudada no cabelo, mas não faz mal... É sempre bom trocar carinhos com as crianças! Acho que saímos de lá ganhando mais do que levamos... 
E assim foi o dia das mães, Waltinho, Victor Hugo mandou mensagem para sua mãe e ela ficou agradecida pela lembrança. Victor é um menino bom, né? Ele é um pedaço seu que ainda tenho. Depois da visita, deixei mamãe em casa. Já era o finalzinho da tarde. Preciso cuidar dela, é muito complicado passar por uma perda dessa... irreparável. Ainda não acredito, Waltinho. São 111 dias sem você, e 113 dias desde a última vez que te vi e te abracei. Quanta saudade, meu irmão. Quanta saudade... o tempo não está amenizando nada ainda... quando será que vai amenizar? Cadê o que as pessoas dizem, que o tempo vai amenizar a saudade? Estou esperando, Waltinho... mas a saudade só aumenta, às vezes chego ao desespero de querer gritar e sair correndo pela rua, e ir onde você está, pra ver e ter certeza que meu irmãozinho está bem. Muito complicado... é um sentimento que eu não sei explicar, uma dorzinha profunda mas calma, que vai doendo lá no fundinho do coração e vem subindo, crescendo... vai virando turbilhão, quase me afoga! Nunca eu pensei que fosse perder meu irmãozinho. Walter Sieczko dos Santos, meu lindo irmãozinho, que coisa, meu Deus! Só peço que você esteja sendo cuidado, que você esteja bem, e que Nossa Senhora, a Mãe de Jesus e de todos nós o tenha em seus braços, te acalentando e cuidando de você. Eu te amo, irmão!

domingo, 14 de maio de 2017

Mãe é mãe!

Mãe é mãe...

Nunca tem tantas diferenças entre uma e outra. Mãe é mãe em qualquer lugar do mundo. Não sei ao certo porque elas são assim. Talvez tenham feito o mesmo curso???? Eu sei que o tempo de aprendizagem é provavelmente curto para o desempenho do papel que terão durante toda uma vida. São 9 meses alisando uma barriga - que nem aparece ainda - e amando um grãozinho de arroz mais que sua própria vida. Mas ali já existe um amor do tamanho do mundo... maior, até!
Mãe tem uma força que a até a natureza desconhece - mas respeita!
Cada mãe traz em si, um pouco de Maria, Nossa Senhora e Mãe de todos nós. É a mãe que segura o filho, alimenta, aninha em seus braços quando a cria é pequena.


Amor de Vó emprestada... 

Bebê Henrique tem tantas avós, e agradece por todo mimo e carinho!
 
Waltinho, nossa mãe e eu, quando fomos à Santos para conhecermos nossa priminha Aninha que havia acabado de nascer. Temos os mesmos olhos e o mesmo cabelinho.

Dia das Mães!
Não é o dia mais feliz do ano... principalmente esse primeiro ano sem um filho. Mas precisamos confiar na vontade de Deus.

sábado, 13 de maio de 2017

Primeira Eucaristia do meu sobrinho Gabriel Melquiades

Hoje foi um dia muito importante!
 Primeira Comunhão do nosso sobrinho Gabriel Melquiades dos Santos e Sieczko
Foi hoje, 13 de maio de 2017.  Dia de Nossa Senhora de Fátima
para que a gente não se esqueça desse dia memorável.

100 anos da aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos portugueses. Papa Francisco está hoje em Fátima, Hoje é um dia muito importante para todos nós. 

Claro que estivemos presentes neste momento.
Fico muito feliz por minha cunhada Beth e meu irmão Victor Hugo, ensinarem ao filho único, os caminhos de Deus. Este é o caminho certo. Os pais e os padrinhos, assim como toda a família tem o prazer de direcionar os filhos para Jesus.

 Agradeço pela oportunidade de vivenciar o crescimento do Gabriel. Estar perto, estar presente e dividir esse momento em família. Aproveitei para rezar para meu amado irmão Waltinho e pedi muito que Nossa Senhora o tenha em seu colo materno. A saudade é imensa... 






Senhor, muito obrigado pelo dia de hoje! 
Que Nosso Papai do Céu proteja os caminhos do Gabriel, e que ele cresça sem nunca esquecer dos ensinamentos aprendidos sobre o sublime amor de Deus. Sem Deus, não somos nada. 


Família é nosso maior bem!
Te amamos, Waltinho!
você foi muito lembrado, como sempre, Graças a Deus!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Walter Sieczko dos Santos

Walter Sieczko dos Santos
Meu primeiro amigo
Minha melhor herança
Meu maior tesouro
E a melhor parte de mim.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Meu irmão, um Poderoso Chefinho!

Waltinho, meu amado irmãozinho... Não há como eu me esquecer de você! Mais vivo que nunca em meu coração!

No último fim de semana, fomos ao cinema, Luiz, eu e mamãe. Ela está muito chocada e despedaçada com sua ida para o outro lado da vida. Também estou, mas ela é mãe, você nasceu da barriga dela, então deve imaginar o que nossa mãe está sentindo. Foi ela que me deu você, lembra? Então, levei-a a passear, desopilar um pouco a mente. Até pensamos em assistir o filme A CABANA, mas pensando melhor, decidimos que não estávamos prontas pra assistir um filme com essa temática (eu li o livro há uns anos atrás, conheço a história...). Compramos pipoca... e fomos assistir O PODEROSO CHEFINHO, um desenho animado, essencialmente para crianças. Quando entramos o cara do cinema viu "1 senhor e 2 senhoras" e acho que ficou olhando em volta, procurando uma criança!!!! Ahhhhhhhhhhhh!!!! Dentro do cinema, muitas mães, muitos carrinhos de bebê e muita criança, claro! O filme é muito engraçadinho... 
É sobre a chegada de um bebê novo na família... o filho que até então era o filho único, se sente ameaçado com a presença do bebê... Claro, todas as atenções são para ele... o bebê precisa de cuidados e o "filho único", que virou irmão mais velho, se sente preterido. Muitas coisinhas reais que vemos em muitas famílias, mas que NUNCA aconteceu com a gente. Eu sabia que na barriga da mamãe tinha um neném. Até ganhei uma caminha nova, porque eu já ia dar meu berço pra você... E você chegou daquele jeitinho que eu já te contei... Lembro de tudo, com muita riqueza de detalhes, como se fosse ontem - ahhhh, se o tempo pudesse voltar - e eu te recebi como meu. Meu presente, meu irmãozinho, meu manequinho que fazia xixi e côcô de verdade. Te amei no instante que te vi, ainda enroladinho na manta... e nossa mãe foi desembrulhando você, meu presentinho! Ri e chorei num filme de crianças... que era só pra rir... Mas é que não dá pra deixar de fazer analogias com nossa infância. Quanta saudade, meu irmão. Não deixo de pensar em você, um minuto sequer, Walter Sieczko dos Santos! 
Eu tenho nossas melhores lembranças, meu irmãozinho. No filme, o irmão mais velho no início não gosta do caçulinha, mas depois eles brincam e sentem aquela sintonia que só os irmãos tem... O mais velho ganha um amigo, e o mais novo, ganha um irmão que vai ser seu herói, seu protetor, aquele que vai apresentar os brinquedos, as novidades, os jogos; irmão mais velho é aquele que ensina ao caçula, o que é a infância, o que é a vida. O pequeno vai seguir o irmão mais velho em atitudes, manias, vão aprender a implicar um com o outro, porque isso é de praxe... de vez em quando o caçula vai ganhar uns cascudos, porque isso também é de praxe, faz parte. Mas vão se amar tanto, descobrir tantas coisas juntos, vão fazer bagunça juntos e enlouquecer uma mãe quando estiverem pulando na cama, ou correndo na praia, ou se colocando em risco, ou encobrindo um ao outro, ou um botando a culpa no outro quando quebrarem um copo... A mãe vai ouvir durante anos a fio: "mãe, olha o Waltinho, ele está fazendo careta pra mim" ou ainda "mãe a Andreia não deixa eu ver o desenho, tá trocando de canal" . "Mãe, ô mãeeee, ô manhê, olha o Waltinho, tá mordendo o dedo da minha boneca" Tudo tão eu e você... Lembra que nossa mãe nos botava de castigo, um de frente pro outro? Até ficarmos de bem??? Nós ficávamos dando língua um pro outro... em poucos minutos, a gente estava caindo na gargalhada, agarrados, brincando no chão. Nunca ficávamos brigados por mais de 10 minutos... Meu Deus, que saudade! O irmão mais velho sempre terá um sentimento de proteção e o mais novo sempre se sentirá protegido (assim como sempre foi conosco!). A idade não vai importar, e ainda que sejam adultos essa "hierarquia" fraterna nunca vai se dissipar. Quando um estiver em apuros, saberá a quem procurar, saberá a quem pedir ajuda... o melhor amigo, o primeiro amigo, para sempre irmãos. 

Te amo, Walter Sieczko dos Santos
Sua irmã, Andreia Sieczko

terça-feira, 9 de maio de 2017

10 minutos e 14 segundos

10 minutos e 14 segundos... tempo de conversa suficiente para acalentar meu dia, confortar um pouquinho o meu coração e me dar a esperança que um dia, vou conseguir sentir saudades, mas sem sentir dor. Às vezes, algumas pessoas tem a capacidade de sentir e/ou pressentir que estamos precisando ouvir uma certa frase, fazer parte de uma determinada conversa, para que se abra uma nova expectativa que possa renovar nossas esperanças. Não que tenhamos que passar por cima, não que tenhamos que afogar o sentimento da dor e da perda; não... não é nada disso! Mas trata-se empiricamente, de  alguém como eu, que vivenciou a dor da perda, que sofreu, sofreu durante muito tempo, mas que depois, aos pouquinhos, foi conseguindo transmutar a dor em aprendizado, a perda, em uma saudade gostosa de se ter, sem que isso machuque e que se abram feridas em cima de feridas, reiteradamente. Um amigo de infância, pode ser considerado um irmão. Um meio-irmão, que viveu horas e horas dividindo o tempo de escola conosco. Aprendemos juntos o bê-á-bá, português, matemática, O.S.P.B;  as brincadeiras na hora do recreio, as festas juninas, os festivais de música, as aulas de teatro, as gazetas intermináveis dos primeiros tempos do ginasial. Ufa! Quantas memórias, quanto aprendizado. Quem tem amigo de infância, e o conserva na vida adulta, vai ter um irmão pra vida inteira. Esse amigo-irmão em questão, também perdeu um pedaço de sua vida, num momento difícil, final da adolescência, início precoce da vida adulta, pois quem perde um irmão ou uma irmã nessa idade, precocemente se torna um adulto! Enfim, ligações parecidas, amores fraternos, amor de irmãos, sentimentos parecidos, dores que sentimos, tão igual e tão diferente... o sentimento que temos, é bilateral, amigo... não é unilateral como você disse. Só estamos em fases diferentes, até porque você mesmo disse que tudo tem um tempo pra acontecer. Então, eu vou fazer o possível para esperar com paciência... e se não tiver, sei que tenho seu ombro, sei que posso chorar, sei que posso xingar, e sei que posso gritar... e você estará lá do meu lado. Não temos a proximidade do dia a dia, mas temos os anos da nossa juventude que dão a chancela que dignifica a nossa amizade! Além disso, você também é amigo do Waltinho, também o conheceu e sabe porque eu sofro tanto, pois sempre soube da importância que meu irmão tinha em minha vida, assim como eu também conheço a sua história. No final das contas, você se torna a soma das memórias que tenho do meu irmãozinho. Eu vou confiar nas suas experiências, mesmo cada um sendo cada um... guardei na memória nossa conversa. Mas quando alguém sabe a dor do outro, fica mais fácil o entendimento. Você, amigo, sabe o que dói e o quanto dói, porque sua perda também foi imensa! Espero um dia, chegar ao seu patamar de elevação. Eu sei que você entende como ninguém o que estou sentindo. Te agradeço, Osiris! Gratidão! Não esqueça do seu amigo de infância, o meu irmão Waltinho.