terça-feira, 20 de junho de 2017

Walter Sieczko dos Santos - As melhores memórias do Guerreiro Alado


Meu irmão, nunca vou esquecer esses momentos. Nossa viagem para São Paulo, mesmo no meio do furacão, você não perdia o gosto de comentar suas peripécias na Brigada de Infantaria Paraquedista. Foi muito bom poder estar com você, conversamos durante hoooras a fio... Além das memórias das aventuras paraquedistas, pudemos conversar sobre nossa vida, nosso passado e o tal futuro - meu, seu, nosso. Sobre o que fazer, como fazer e como apoiar certos liames particulares à nossa família. Estou aqui, meu irmão, para estar à disposição de tudo que você me pediu. Estarei sempre ao seu lado, Walter, a separação física não é capaz de esvanecer os laços de sangue, de amor, de fraternidade que nos uniu, antes mesmo de chegarmos a este mundo. Você é e será sempre o meu irmãozinho e nada nem ninguém poderá modificar o que já foi tratado no mundo espiritual. Sinto saudades de você, imensas saudades. Mas me conforta saber que você não vive mais o inferno que você vivia. Espero que você esteja sendo bem cuidado, e seu corpo espiritual sendo tratado. Que você possa sentir-se bem e aliviado da tormenta a que foi designado. Irmãzinha te ama e nunca te esquece. Você é um guibor de Deus, meu herói.

Andreia Sieczko 

Casulo - Associação Brasileira de Apoio ao Luto

Casulo

Associação Brasileira de Apoio ao Luto



DIA DAS MÃES
Há tempos atrás saiu um artigo na revista “Isto é”, e abaixo tem um pequeno trecho.
“…Se mães pudessem pressentir a morte inesperada de filhos, em crimes e acidentes, ou salvá-los de morte anunciada por enfermidade que vai se estendendo,...
DIA DAS MÃES 
Há tempos atrás saiu um artigo na revista “Isto é”, e abaixo tem um pequeno trecho. 
“…Se mães pudessem pressentir a morte inesperada de filhos, em crimes e acidentes, ou salvá-los de morte anunciada por enfermidade que vai se estendendo, simbolicamente tentariam aquilo que é fisiologicamente impossível: pelo mesmo e agora já inexistente cordão umbilical, através do qual os colocaram no mundo, os trariam de volta ao aconchego do útero. Sim, é nele, útero, que a constante dor emocional da morte, quase sempre psicossomatizada, lateja fisicamente. Psicólogos afirmam: “Muitas mulheres, ao perderem suas crianças, sentem pontadas no útero” – útero que já foi preenchido pelo feto, feto que virou filho, filho que virou sepultura. “A dor não passa jamais”, diz Luciana Mazorra, psicóloga clínica e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Emocional e fisicamente, é como se ela fosse mudando de lugar e machucando a mãe em espaços diversos.” Assim fala a teórica. Assim confirma a mãe enlutada Ana Cristina de Freitas Rocha, que perdeu em São Paulo a sua “querida Tatiana”, vítima de uma broncopneumonia aguda que fez seu abdômen doer numa quinta-feira e seus olhos cerrarem para sempre já no sábado seguinte: “O falecimento de filho é dor que dói na alma e no corpo.” Ana Cristina explica que “não há superação”, mas tão somente adequação de seu dia a dia ao sofrimento”…
Domingo próximo é Dia das Mães. Apesar de ter um vertente comercial é inevitável que este dia seja comemorado.
Há aquelas famílias que se reúnem alegremente num almoço de domingo. Há pessoas que perderam suas mães e não tem quem presentear, abraçar… E há mães que perderam seus filhos. É com ela que a Associação Casulo quer falar.
- Sabemos que as datas comemorativas não são simples de serem vivenciadas para quem perdeu seu filho, mas elas chegam. E, agora é o dia das Mães.
Queremos que você faça o melhor que puder com este domingo. Se precisar chorar, chore. Mas, se puder sorrir, sorria… não perca esta oportunidade…

segunda-feira, 19 de junho de 2017

147 dias desde a nossa despedida, Walter Sieczko

Hoje sim, eu tive o meu tão pedido sonho, hoje sim, tivemos um sonho só meu e seu. Meu irmão, são 145 dias sem escutar sua voz e sem conversar pelo celular, e 147 dias desde meu último abraço, e nossa despedida. Quanta saudade, irmãozinho... os dias passam, e a saudade só aumenta. Graças a Deus conversamos muito no meu sonho. Eu estou aqui, Waltinho, rezando e pedindo a Deus que você esteja bem amparado, e com nossa família espiritual cuidando de ti. Eu tenho relíquias de ti, meu irmão. Um tesouro particular que pude arrematar com muito carinho e ajuda da nossa mãe. É muito bom ter um pedacinho seu comigo. Meu tesouro, meu primeiro amigo, minha maior herança e a melhor parte de mim. Te amo, Walter Sieczko dos Santos, meu irmão querido!
 
Walter Sieczko dos Santos e Andreia Sieczko

Família Atletas - Priscila Sieczko, Anderson Fernandes e Mario Dittmann - Maratona do Rio

Minha prima, que sempre amei como se fosse minha filha. Agora ela além de tudo, é minha comadre. Sou a Dinda do Henrique. Priscila e Anderson, e também o primo Mario Dittmann percorreram os 42 km da Maratona do Rio. 
Muito contente com essas vitórias.
 E a família lá, pra participar!!!!!
 Família é tudo de Bom!
Anderson Bebê Henrique e Pia
 Tia Armida com o primo Mario

junho 2017

15 de junho, 2017 - Corpus Christi

Apesar da chuva, fizemos uma linda procissão de Corpus Christi.
Ano passado a celebração de Corpus Christi foi no mês de maio, e estávamos na Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará.
Era comemorado o ano da Misericórdia, e passamos pela porta santa, pedindo misericórdia por todos nós. Ali, meu abdome começou a doer, e eu chorava muito nas missas... me dava uma sensação estranha, e lágrimas surgiam naturalmente, e meu irmão vinha em meu pensamento.
Neste dia, na Basílica de Nazaré em 2016, aprendi a importância do dia de Corpus Christi, de uma maneira muito especial e inesquecível. O padre contou sobre o Milagre Eucarístico de Lanciano, e a partir desse dia, a hora da comunhão passou a ter muito mais sentido, importância e passei a amar mais ainda esse momento. Em toda comunhão eucarística, eu  lembro do meu irmãozinho, divido com ele esse banquete que nos é servido: o próprio Jesus. Agradeço Senhor, por todo esse amor que ainda é dividido entre nós.
Padre Fabio, nosso amado pároco, um homem de fé, que com muita sabedoria e amor, é nosso pastor na Igreja São Camilo. Nossa procissão foi linda. Obrigada, Senhor!

domingo, 18 de junho de 2017

Cora Coralina - Retalhos

¨Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma. 
Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.

Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior….

Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade…que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa.

E penso que é assim mesmo que a vida se faz de pedaços de outras gentes que vão se tomando parte da gente também. 

E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados…haverá sempre um retalho novo para adicionar à alma. 

Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. 

Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias.

E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de ´nós’. ” 

Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira.

sábado, 17 de junho de 2017

MESC - 2017


 Foi muito bom ter participado desse momento.
 Fico muito feliz em saber que você está no caminho certo!
 Igreja boa, dá pra sentir o fogo do Espírito Santo passando 
por nós!!!!!
Deus te abençoe!!!!!

Está me faltando...

Está me faltando:

- Oxitocina
- Dopamina 
- Norepinefrina 
- Serotonina

Onde será que posso encontrar isso?
Tá difícil...
Ó Céus!


sexta-feira, 16 de junho de 2017

As 2 faces da mesma moeda

O senso de justiça, embora seja um senso comum, tem sempre várias vertentes.  Em um litígio, qual das faces de uma moeda, tem a razão? Cara? Coroa? ou as duas? Ou nenhuma das duas?

[...] deve-se recordar que o mais forte argumento adotado pelos reacionários de todos os paises contra os direitos do homem, particularmente contra os direitos sociais, não é a sua falta de fundamento, mas a sua inexequibilidade. Quando se trata de enunciá-los, o acordo é obtido com relativa facilidade, independentemente do maior ou menor poder de convicção de seu fundamento absoluto; quando se trata de passar à ação, ainda que o fundamento seja inquestionável, começam as reservas e as oposições. O problema fundamental em relação aos direitos do homem, hoje, não é tanto o de justificá-los, mas o de protegê-los. Trata-se de um problema não filosófico, mas político. É inegável que existe uma crise dos fundamentos. Não se trata de encontrar o fundamento absoluto — empreendimento sublime, porém desesperado —, mas de buscar, em cada caso concreto, os vários fundamentos possíveis (BOBBIO, 1992, p. 23-24).

Uma coisa é proclamar esse direito, outra é desfrutá-lo efetivamente. A linguagem dos direitos tem indubitavelmente uma grande função prática, que é emprestar uma força particular às reivindicações dos movimentos que demandam para si e para os outros a satisfação de novos carecimentos materiais e morais; mas ela se torna enganadora se obscurecer ou ocultar a diferença entre o direito reivindicado e o direito reconhecido e protegido (BOBBIO, 1992, p. 10).

Aqui ou em outro mundo, todas suas ações terão consequência e toda justiça será feita.

Assistir a uma injustiça e nada fazer para a impedir, faz de você tão culpado como quem a comete.

Não é lá muito justo esperar um sentimento do outro quando tal nunca lhe foi oferecido.

O maior dos sofrimentos e a maior das injustiças está na dor de perder um filho.

A justiça é um valor que nasce no coração e se revela na coragem das nossas ações.

A justiça mais feroz que existe é a consciência!

A cada dia que passa, nosso semelhante mostra suas garras através da injustiça e da crueldade gratuita.

É cruel, injusta e impossível de colocar em palavras a dor da mãe que perde um filho.

“JUSTIÇA. Derivado de justitia, de justus, quer o vocábulo exprimir, na linguagem jurídica, o que se faz conforme o Direito ou segundo as regras prescritas em lei.
É assim, a prática do justo ou a razão de ser do próprio Direito, pois que por ela se reconhece a legitimidade dos direitos e se estabelece o império da própria lei.[…]

quinta-feira, 15 de junho de 2017

15/06/2017 - Casamento da Déia Santos & Luciano

Um bom dia pra guardar pra sempre na memória!
O casamento da minha grande amiga Andreia. Fiquei muito feliz e honrada por participar desse momento memorável. Eu sei o quanto é difícil elaborar uma lista de casamento. É complicado escolher entre tantos amigos, aqueles que vão fazer parte desse momento tão importante. Por isso, sou grata pelo seu carinho a nossa amizade... Lá se vão mais de 18 anos convivendo com a Déia e toda sua família.
 Deus os abençoe!
 Nós e os noivos: Andréia Santos e Luciano
Lindos!!!!!
Tudo perfeito!!!!
 O brinde dos noivos!!! 
 Agradeço por fazer parte dessa alegria!!!
Obrigada, Senhor!
 Minha linda Tatá. Sobrinha da noiva, menina que conheci tão pequenininha e hoje está uma moça linda!
 Casamento lindo, festa linda, celebração magnífica!

Um brinde aos noivos e desejos de muitas felicidades!
Deus abençoe essa união.

Parabéns & Felicidades

A solidão dos moribundos: falando abertamente sobre a morte

texto retirado da internet

A morte é um problema dos vivos. Não é a própria morte que desperta temor,  mas  a  imagem  antecipada  da  morte  na  consciência  dos  vivos.  O determinante na relação com a morte não é o processo biológico em si, mas a idéia que se tem de vida, de morte e da atitude associada a elas. Para Elias, não  apenas  a morte  foi  recalcada  e  sofreu  transformações  no  decorrer  do tempo(...) 

O  problema  sociológico  da  morte  torna-se  mais  claro  através  da compreensão  das  características das  sociedades  contemporâneas  e  das estruturas de personalidade associadas a elas. Nessas sociedades houve uma extensão  da  vida  individual,  uma  expectativa  de  vida  de  cerca  de  75  anos.

Assim, a morte para um jovem é mais remota do que numa sociedade em que um  homem  de  40  anos  é um  velho.  Elias  levanta  a  hipótese  de  que  talvez houvesse menos acidentes de trânsito se as pessoas não se afastassem tanto da  idéia  de  morte.  

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312004000100009

ELIAS, Norbert. A Solidão dos Moribundos.
Tradução: Plínio Dentzien.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vamos falar sobre o luto? Walter Sieczko dos Santos

Texto retirado da internet.
Por Cynthia de Almeida 23/05/2016

Quando alguém morre, temos todos uma noção clara do que fazer: vamos ao funeral, enviamos flores ou cartões de pêsames, fazemos visitas aos familiares. Passado o primeiro momento, o roteiro se torna menos claro e então passamos a improvisar, nem sempre com o resultado que imaginamos. Nesta matéria publicada pela revista americana Real Simple, especialistas em luto dão 9 dicas  sobre o que NÃO dizer (e as sugestões do que seria melhor em seu lugar) para quem perdeu uma pessoa querida.

1- O que NÃO dizer: “Como você está?”
Quando você diz essa frase protocolar é como se você estivesse dizendo: “Por favor, diga que está bem, porque vou me sentir muito desconfortável se você disser que não está”. Por isso, diante dessa pergunta, a pessoa provavelmente responderá “estou bem” ou “estou ok” ao invés de realmente expressar os seus sentimentos.

Melhor dizer: “Deve ser realmente difícil para você neste momento”. Assim, você reconhece que a pessoa está passando por um momento doloroso. E não subestima seus sentimentos, dando a ela a chance de sofrer seu luto sem cobranças.

2- O que NÃO dizer: ‘Ele/ela está em um lugar melhor”- Neste momento tão perturbador, é melhor tomar cuidado antes de assumir que o enlutado tem ou não algum tipo de crença pós-morte. Esta frase pode desvalorizar a dor que a pessoa está sentindo. O ente querido se foi e não está mais ao seu lado: é isso que é o mais difícil sobre as perdas.

Melhor dizer: “Sinto pelo seu sofrimento”. Quem perdeu alguém que estava doente pode gostar que seu ente querido não sofra mais, mas isso não torna sua dor menor. Foque em quem está sofrendo naquele momento.

3- O que NÃO dizer: “Diga se há algo que eu possa fazer por você”. Receber muitas ofertas de ajuda pode ser opressor. E coloca sobre o enlutado a responsabilidade de escolher o que pedir a quem.

Melhor dizer: “Eu vou ajudar fazendo suas compras de supermercado, levando as crianças para a escola, trazendo o jantar hoje.. As pessoas tendem a aceitar ajudas específicas mais facilmente do que ofertas genéricas.

4- O que NÃO dizer : “Você ainda pode…” Se alguém perdeu um parceiro ou um filho, dizer que você ainda pode casar outra vez ou ter outro filho pretende fazer com que a pessoa veja algum horizonte melhor mais adiante. No entanto, o que a pessoa entende com essa frase é que a pessoa que se foi é substituível e isso toca em um dos seus maiores medos: o de pensar que um dia aquela pessoa amada que se foi não terá a mesma importância.

Melhor dizer: “Fale sobre o seu amor”. Ao invés de focar no futuro, permita que a pessoa compartilhe memórias do ente amado e seja um ouvinte ativo.

5- O que NÃO dizer: “Eu sei o que você está sentindo”. Embora todos nós em algum momento tenhamos uma experiência de perda, ela é sempre absolutamente pessoal. Você nunca sabe o que a pessoa enlutada está sentindo e sugerir isso pode fazê-la sentir que sua dor é subestimada.

Melhor dizer: “Eu posso imaginar o que você está sentindo”. É melhor dar ao enlutado a chance de dizer como ela de fato se sente do que falar por ela.

6- O que NÃO dizer: “Isto acontece com todos nós em algum momento”. Sim, a morte é parte da vida e vai nos atingir em determinado ponto. Mas essa frase apenas minimiza a dor da perda que a pessoa está sofrendo naquela hora e não ajuda em nada.

Melhor dizer: “Você deve sentir muita falta dele”. A perda de uma pessoa é a fonte da dor. Foque nela, ao invés de varrê-la para o lado como se ela fosse apenas um aspecto não negociável da nossa existência.

7- O que NÃO dizer: “Ele (ou ela) ia preferir que fosse assim”. A não ser que a pessoa que partiu tenha deixado instruções claras sobre como desejava o seu funeral, não há como saber as suas preferências. Falar pelo falecido pode gerar discussões desnecessárias entre amigos e familiares que tem diferentes pontos de vista sobre o que a pessoa que partiu realmente queria.

Melhor dizer: “Eu gostaria de homenageá-la assim”. Use suas próprias memórias sobre a pessoa e prefira falar do relacionamento entre vocês do que falar como a pessoa era de forma absoluta.

8- O que NÃO dizer: “Você está lidando com isto melhor do que eu esperava”. O enlutado pode estar apenas vestindo “uma cara feliz” e sua afirmação pode reforçar a ideia de que ele ou ela não deveriam estar sofrendo tanto pela perda da pessoa amada.

Melhor dizer: “Você não deve estar bem, mas isso é OK” De à pessoa a liberdade de se sentir como quiser – mesmo se já houver passado algum tempo desde a morte da pessoa amada, é reconfortante reconhecer que cada momento sem eles pode ser difícil.

9- O que NUNCA dizer: Nada
Muitas pessoas não dizem nada ao enlutado e nunca mencionam o nome da pessoa que morreu porque se sentem desconfortáveis.

Muito Melhor: “Lembra quando?” Uma das coisas que mais ajudam uma pessoa enlutada é dividir a memória de seu ente querido, mesmo quando você não faz parte de seu círculo mais íntimo. Ao falar algo que vivenciou com aquele que partiu você dá ao enlutado uma perspectiva sobre seu amado que ele não poderia ter de outra maneira. E isso é muito bom.


Walter Sieczko dos Santos, meu querido irmãozinho, te amo!

terça-feira, 13 de junho de 2017

Não tem um dia que eu não pense em você, irmãozinho.

Meu irmãozinho!
Não tem um dia que eu não pense em você. Não há como acordar e passar um dia inteirinho, sem que lembranças me venham à mente. Sem que eu reze a Papai do Céu, pedindo em orações do fundo do meu peito, que você esteja bem, amparado, acolhido, cuidado, acarinhado, protegido e amado por nossa família espiritual, nossos amigos e anjos protetores.
Não consigo reter as lágrimas que transbordam. Elas simplesmente transbordam e eu não tento mais pará-las durante os meus afazeres. Elas transbordam e escorrem, molhando meu peito e lavando minha alma. Não pense que estou atrasando sua caminhada espiritual, meu irmão. Só sinto saudades, só isso(...). Sinto saudades como todas às vezes que ia te visitar e chorava feito criança boba na hora da despedida. Igual, igual... uhuuuuuuu!!!! uhuuuuuuu... Só não faço barulho porque geralmente estou em horário de trabalho, e então as águas fluem silenciosamente, como uma nascente de saudade. Os colegas já sabem, e não me incomodam perguntando o porquê. Todos já sabem, te conhecem, me conhecem, e enquanto houver água a transbordar, tenho o direito de abrir o "ladrão". Não devo lutar contra o que é mais forte que eu;  é preciso passar por essa fase, então eu transformo a minha dor em memórias, suscitando o sentido dessa perda, pra tentar deglutir a minha vulnerabilidade diante da dor da morte. A dor da perda é individual, meu irmão. Cada um sente de uma forma, não há mais ou menos,  certo ou errado. Eu falo por mim, e em mim, dói... Dói muito vivenciar a sua ausência, que só faz crescer a cada dia.
Eu fico tentando buscar sentido nessa perda, mas só encontro uma saudade ímpar, que me acompanha e que não tem momento certo para acabar. Vou tentando reequilibrar internamente minhas emoções e todas as lembranças eu concretizo em palavras. É um ritual, Waltinho, sempre lembrar das nossas histórias, nossa infância, a fim de eternizá-las de uma forma bonita, reconstruindo histórias, e marcando seu nome em minha vida, marcando a importância de um amor fraterno, amor de sangue, amor de almas, que acredito, é inquestionável e nem mesmo a consciência da morte, é capaz de separar. Nós, para sempre irmãos.
                                          Andréia Sieczko  &  Walter Sieczko dos Santos

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Há 1 ano atrás, Waltinho. 12/06/2016

E o que eu tenho pra falar?
Nada, meu irmão... eu só rezo, e envio pra você as melhores energias positivas, todo meu amor e meu carinho e peço que o Jeffrey leve até seu Anjo protetor os melhores momentos que passamos juntos, como um filme bom, que Nossa Senhora esteja te cuidando, e que você esteja recuperando seu corpo espiritual.

Sempre que ia te visitar, eu voltava com meu coração partido. Que pena que não tivemos mais tempo juntos, pra brincar, brigar, implicar um com o outro, contar piadas, gargalhar e chorar juntos. Mas você segue aqui, dentro do meu coração.

Comemoração do aniversário do Victor Hugo Araujo dos Santos Sieczko - 31 anos


Sábado dia 10/06, foi o dia de comemorarmos a vida do nosso caçulinha, Victor Hugo Araujo dos Santos, Sieczko. Nosso irmão caçula completou 31 anos e fizemos um almoço pra ele em Itaipuaçu. Menino bom, irmãozinho meu e seu, Waltinho. Acredita que o bisonho comprou a cerveja e esqueceu a dita cuja na calçada de casa? Fiz ele pagar 10 cangurus, Waltinho... mais 10 flexões pra irmãzinha. Fez "pé-pretice", concorda? Muito mané, né Waltinho? Ele vacila, mas é maneiro... Tem um bom caráter, é trabalhador e eu o amo muito.
Antigamente, eu olhava para os pés do Victor, e lembrava do nosso pai. Não posso ficar olhando para os pés do Victor... e agora, eu peguei na mãozona dele, e reparei que o formato das unhas, os dedos, e a mão grossa, parecem com as suas mãos, meu irmão. Ou seja, não posso ficar focando muito nos pés e nas mãos do nosso irmão, senão eu vou ficando pensativa e nostálgica.

Fizemos uma comidinha gostosa e um bolinho para o parabéns. Depois, às 18:00h em ponto, na hora santa de Nossa Senhora, e a mesma hora que nossa mãezinha do céu te buscou, fomos até a gruta com nossos santinhos intercessores, e fizemos uma oração por nós e por você.

Deus abençoe o Victor, dê juízo a esse menino.
Victor, eu te amo muito, viu meu irmão.
Estarei aqui sempre pronta pra te apoiar em qualquer situação.

Feliz aniversário!

domingo, 11 de junho de 2017

Para onde vão?

Onde foram parar as gargalhadas cortadas, o meio sol de inverno, 
O meio copo vazio, a escrita na areia da praia que a água levou? 
A outra parte do coração que despedaçou,
A outra metade daquela laranja, onde parou?
Para onde vão as lâmpadas queimadas, 
O suspiro perdido entre pensamentos esvoaçantes,
Os acordes daquela música que te toca a alma?
Para onde vai o excesso do perfume recém borrifado?
Onde estão os anéis que os dedos perderam?
A saudade que escondo de mim?
Qual o caminho do universo paralelo,
Onde todas as coisas perdidas e esquecidas devem estar?

sábado, 10 de junho de 2017

Urgência de expandir a Alienação Parental

ALIENAÇÃO PARENTAL


A alienação parental ocorre quando pais separados passam a manipular seus filhos, para que eles se afastem de um dos seus genitores. Seja por vingança, seja por poder, essa absurda crueldade é mais comum do que se imagina. Na legislação atual, esse assunto é tratado na Lei 12318, de 2010.

O alienador procura desmerecer o outro genitor diante dos filhos, menosprezando-o e tornando evidentes suas fraquezas, desvalorizando suas qualidades, enquanto pai e ser humano. Esses atos, inicialmente subliminares, vão aos poucos se tornando mais ostensivos, chegando a produzir sentimentos de ódio nas crianças. Isso acaba por impedir o contato e romper os vínculos de afeto e respeito.

As consequências à saúde física e mental das crianças que vivem sob a tortura de um pai alienador são muitas. Dentre elas, podemos citar: os distúrbios de alimentação; a timidez excessiva; os problemas de atenção/concentração; a indecisão exacerbada e, até mesmo, a dependência química. Essas reações à manipulação do alienador surgem como forma de fuga de uma realidade massacrante, com a qual os filhos não conseguem lidar. É muito importante ficar atento, diante da gravidade dos danos que podem ocorrer na formação psicológico-afetiva dos filhos.

Em caso de ocorrência da alienação parental, deve-se IMEDIATAMENTE buscar o Poder Judiciário, que poderá tomar várias medidas para corrigir esse quadro. Dentre elas, podemos citar:


  1. Declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador;
  2. Ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado;
  3. Estipular multa ao alienador;
  4. Determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;
  5. Determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão;
  6. Determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou adolescente;
  7. Declarar a suspensão da autoridade parental;
  8. Inverter a obrigação de levar o filho para a residência do genitor, ou dela retirá-lo, por ocasião das alternâncias dos períodos de convivência familiar.
texto retirado da internet

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Há 1 ano atrás... muita saudade, Waltinho!

Há um ano atrás, meu irmão, eu estava indo à Recife pra te acompanhar em seu tratamento. Eu sempre tive muita esperança, sempre me coloquei em uma posição positiva em relação ao seu tratamento e sua saúde. Nunca pensei que um câncer fosse maior que a sua força física, meu guerreiro! Eu sei que você lutou, não abandonou a batalha e até mesmo venceu o câncer... você matou o câncer, mas também foi embora com ele, meu irmão... e sua falta me deixa muito triste. É como os filmes de guerra que víamos juntos... às vezes, para vencer uma batalha, é preciso perder uma luta. Você venceu a batalha!  Eu não tenho saudades do câncer, eu não tenho orgulho da doença... isso tudo eu desprezo. Eu te mantenho vivo em minhas lembranças, em meu coração, em minhas orações. Walter Sieczko, você é o meu irmãozinho amado, Guibor de Deus, meu guerreiro alado, para sempre PQD, para sempre meu bebê, meu melhor amigo, minha maior herança... e sem dúvida nenhuma, irmão, você é a melhor parte de mim.

Eu te amo, e você sabe disso! Graças a Deus eu tive oportunidades de estar contigo, nunca negligenciei você, nem seu tratamento. Você sempre esteve em primeiro lugar na minha vida. Irmãzinha sempre te apoiou e isso me dá uma paz enorme no coração. Você, pra mim, Waltinho, nunca teve defeitos, sempre foi um menino bom. Agradeço a Deus pela oportunidade de ter vindo nessa vida como sua irmã mais velha, que sempre te protegeu o quanto pôde. 

Meu menino, quanta saudades que eu sinto.

Ver essas recordações no face, me deixa muito reflexiva, saudosa, mas também em paz em saber que estive com você nesses momentos tão importantes.

Recebe meu amor, recebe meu carinho, que Jesus te abençoe e que Nossa Senhora o abrace e te aqueça com seu manto de amor.

Esteja bem por favor!

Sua irmã, 
Andreia

quinta-feira, 8 de junho de 2017

ScAr ThE sUrFaCe


"Nothing can control me now that
 I have nothing left"

Somos frutos da nossa inventividade?

A impressão que cada pessoa tem de si mesma, pode ser considerada uma imagem real ou uma projeção fantasiosa do seu próprio ego?

Tem gente má, que se considera uma pessoa boa. Tem rico que chora miséria, tem pobre que se acha rico. Tem branco que se apresenta como negro, tem negro, que se denomina branco, tem mentiroso que se julga verdadeiro, tem gente magra que se considera gorda, tem gente gorda, que se vê magra. A auto imagem que cada um tem de si, é real ou não? 

Somos frutos da nossa inventividade? 

O que vemos no espelho é a concepção correta do que somos, ou somos aquilo que queremos ver de nós mesmos, mas que muitas vezes, está muito aquém da existência tangível do que realmente somos?

A vida tem uma subjetividade desproporcional ao que deveria ser, e do que é. A vida é um grande teatro, um palco onde desenvolvemos nossos personagens de acordo com a conveniência diáfana do dia a dia? A vida, o ser, o ego, os sentimentos, as histórias, todas essas questões sempre tem dois lados. Para cada assunto, cada tema da vida, encontramos no mínimo uma bipolaridade tão contraditória quanto o negativo e o positivo, entre o doce e o amargo. Para cada fato contado,  a mesma narrativa possui maneiras diferentes de interpretação. O texto se diversifica em contextos. O prisma muda de figura dependendo do lado que lhe parece mais conveniente.O ângulo de visão se torna difuso, e o assunto em si excede e é tratado de forma a posicionar o espetáculo mais bonito para quem o discursa.

Assim como uma moeda, cada história tem 2 lados - "no mínimo". Ah... não temos como precisar a capacidade intelectual de uma mente fértil...

Quanto mais inteligente o interlocutor for, mais difícil será a dialética... e dependendo da platéia, as idéias da exposição podem confundir os incautos telespectadores. Neste momento, os ouvintes da paródia se confundem com a burlesca explanação: quem está certo? quem está mentindo? qual das partes está errada? Quem está com a razão? O quê, dessa história toda vem a ser a verdade? 

A verdade real e absoluta? E quem sóis vós, ouvintes e testemunhas do fato em questão? A platéia então, vira juiz a julgar o ato? E esse julgamento é o correto, justo? Ou cada um arrasta pra si o entendimento que mais o emocionou, trazendo o "peixe pro seu lado" ? 

Mas me respondam: quem julga o julgador? Como comparar e medir o grau de convencimento, deixando de fora a persuasão, as chantagens emocionais, os ataques emotivos que iludem e ludibriam a cena dessa retórica?

Uma pessoa pode se sentir a melhor pessoa do mundo... mas, será que ela o é?

Uma pessoa pode sentir que fez o melhor que pode, que deu o melhor de si para ajudar o próximo. Mas será que esse "melhor"  foi unânime entre todos os envolvidos? 

Será que o "melhor" para um,  foi "melhor" para o outro?

Cenários da vida real... personagens, platéia, juízes, arremedos de uma triste história, sem um final feliz.

Destarte, deixo ao Senhor do Universo, a função de julgar minha vida, meus atos. Somente quem detém o poder de julgar, é Aquele que conhece os labirintos do coração humano.

Quem  errou, quem acertou... nesta vida não importa. Mas chegará o dia em que todos seremos julgados, sem platéia, sem falsidades, num tablado translúcido, transparente... onde as mentiras e crueldades sejam incapazes de se esconder atrás das artimanhas ardis da astúcia, sem os subterfúgios utilizados no decorrer da nossa experiência terrena. 

by, ANDREIA SIECZKO

www.andreiasieczko.blogspot.com


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Aniversário de 31 anos - Victor Hugo Araújo dos Santos, Sieczko

Victor Hugo Araújo dos Santos é meu irmão. 
Irmão caçula de Andréia Sieczko dos Santos e Walter Sieczko dos Santos, sendo 14 e 11 anos de diferença pra mim e pro Waltinho. Pense num homem bom... Pense em um menino bom, magricelo e joelhudo igual ao Waltinho. Paraquedista como o pai e o irmão. Lindo, por dentro e por fora. Bom pai, bom caráter. Infelizmente, não tive com ele a mesma vivencia que tive com o Waltinho, por conta da diferença de idade, e também por sermos filhos de mães diferentes, morávamos em lugares diferentes, o que dificultou um pouco aquela convivência maravilhosa que deve haver entre todos os irmãos.

Mas isso não significa muita coisa, porque Victor, eu e Waltinho somos irmãos especiais, coisas que só Deus sabe explicar. 


Victor nasceu no meio de um jogo da copa do mundo, em 1986, era a tarde de 6 de junho, e o Brasil ganhava da Argélia... Careca garantiu o gol da vitória, e Victor Hugo chegava ao mundo. A primeira vez que o vi, peguei-o no colo, recém-nascido e enroladinho numa manta amarela. Tinha acabado de receber mais um presente da vida. Agradeço a Deus por ele!
Este é o meu irmão. Meu irmão caçula, mais um tesouro em minha vida, mais uma melhor parte de mim, mais um melhor amigo, mais uma herança de valor inquestionável. 

Mais um guerreiro PQD, que ainda criança, foi no salto de brevetação do Waltinho, olhinhos brilhantes e orgulhosos, vestido num abrigo cor pêssego, o que sempre gerou galhofa entre os 2 irmãos paraquedistas. Victor viu Walter trocar os imundos "pés pretos", pelo aclamado e honrado bute marrom. Meus irmãos são paraquedistas, guerreiros alados; conquistaram no peito e na alma as lendárias asas de prata. Victor é um toros, menino forte, determinado, fez jus ao título conquistado, que levará com ele, para onde ele for.

 Meus amados irmãos, Waltinho e Victor Hugo, nosso caçulinha

Amor de irmãos. Sentimento sagrado, laços indestrutíveis!

Victor hoje, completa 31 anos de idade.
Que Deus te abençoe com muita saúde e proteção, 
meu irmãozinho amado!!!!!!
E assim como sempre foi para o Waltinho, é igual para você também: estarei sempre aqui, Victor, na hora que você precisar, para o que for, não importa o dia, nem o motivo. Estarei sempre aqui para te apoiar e te ajudar em tudo que você precisar. 
Sou tua irmã. Waltinho é seu irmão.
Amo você e jamais duvide desse amor, pois ele é imortal.

Feliz Aniversário!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Sinônimo de irmão - Andreia Sieczko dos Santos, Walter Sieczko dos Santos e Victor Hugo Araújo dos Santos

Foto tirada na nossa vida!

Texto retirado da internet.

Andréia Sieczko dos Santos Reis
Walter Sieczko dos Santos
Victor Hugo Araújo dos Santos

Sinônimo de irmão
35 sinônimos de irmão para 6 sentidos da palavra irmão:
Mano:
1 manogermano.
Companheiro:
Membro de uma confraria ou irmandade:
Religioso sem ordens sacras: