segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Mãos de Irmãos - Amor Sagrado


Amém Senhor!
Muito obrigada pela oportunidade de poder estar com meu irmão nesses momentos de dor e reflexão. Agradeço por ter sido essa mão a ampará-lo, assim, como ele foi a mão forte de irmão que protege uma irmã na hora de alguma necessidade. O irmão que me ajudou em minhas andanças, minhas mudanças pela vida, o guerreiro que carregou algumas sacolas, que me acompanhou em noites de macarrão com salsicha e coca-cola no meu primeiro apartamento. Assim como eu fui a mão que lavou a farda do quartel, e juntos um em cada ponta, torcemos a farda e pusemos pra secar no varal. As marteladas erradas no prego na parede, o quadro torto na sala. Quem comigo apostava corrida nos corredores do Lavradio, as primeiras braçadas na praia da Urca e praia Vermelha... depois, as idas com os amigos no 433, indo à praia do Lido. As tardes no Grupo Escoteiro. Passeios noturnos com a galera do Celestino pelas ruas do Centro. Tantas e tantas vezes nossas mãos estiveram unidas em alguma brincadeira. Vamos brincar de bicho? Pois é, meu irmão... Que bom que eu tenho essa foto, que bom que guardarei em meu peito essa lembrança. Com eu agradeço, como eu agradeço!!!!

sábado, 14 de outubro de 2017

Texto lindo escrito por Chico Xavier


 Retirado da internet

O silêncio

    Onde quer que vc esteja, seja a alma deste lugar...
    Discutir não alimenta.  
    Reclamar não resolve.  
    Revolta não auxilia.
    Desespero não ilumina.
    Tristeza não leva a nada.
    Lágrima não substitui suor.
    Irritação intoxica.
    Deserção agrava.
    Calúnia responde sempre com o pior.
    Para todos os males, só existe um medicamento 
    de  eficiência comprovada.
    Continuar na paz, compreendendo, ajudando, 
    aguardando o concurso sábio do Tempo, na 
    certeza  de que o que não for bom para os outros 
    não será bom para nós...
    Pessoas feridas ferem pessoas.
    Pessoas curadas curam pessoas.
    Pessoas amadas amam pessoas.
    Pessoas transformadas transformam pessoas.
    Pessoas chatas chateiam pessoas.
    Pessoas amarguradas amarguram pessoas.
    Pessoas santificadas santificam pessoas.
    Quem eu sou interfere diretamente naqueles que 
    estão ao meu redor.
    Acorde…

    Se cubra de Gratidão, se encha de Amor e   
    recomece…
    O que for benção pra sua vida,  Deus te entregará, 
    e o que não for, ele te livrará!

    Um dia bonito nem sempre é um dia de sol…
    Mas com certeza é um dia de Paz.

            Chico Xavier                      
 A vida na terra é uma passagem, o amor uma miragem, mas a amizade é um "fio de ouro" que só se quebra com a morte. Você sabe? A infância  passa, a juventude a segue, a velhice a substitui, a morte a recolhe. A mais bela flor do mundo perde sua beleza, mas uma amizade fiel dura para a eternidade. Viver sem  amigos é morrer sem deixar lembranças. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Lembranças de tudo que vivemos... pra sempre te amarei, irmão!

Saudade de conversar com você, ouvir sobre o teu dia e contar do meu... saudades de você falando sobre o seu carrinho, que está consertando, fazendo a capotaria... a última vez que vi seu carrinho, o pneu traseiro estava furado, meio de ladinho... estava capenga, e me deu uma tristeza. Você ainda estava vivo, e pensei que você fosse sair daquele hospital e consertar o pneu do seu carrinho. Você estava lúcido e orientado! Não imaginei que aquele adeus seria nossa despedida, meu irmãozinho.

Meu Guerreiro Alado, meu irmão Paraquedista lindo!!!!! Guibor de Deus, menino bom, com o coração doce, nunca fez mal a ninguém, a não ser a você mesmo, meu irmão!




Você é muito amado por mim, pelo Victor, sua mãe que não descansa até conseguir a justiça que você merece, suas tias e tios te amam, Waltinho, nossos amigos sempre me ligam pra saber como eu estou, e sempre falamos de você com muito carinho. Você é muito amado, irmãozinho! Quando o Henrique crescer, eu vou mostrar as suas fotos com ele no seu colo, vou contar suas histórias de PQD, vou contar como nós dois crescemos juntos e como sempre fomos amigos. Eu não vou perder nenhum detalhe nosso, Waltinho. O Henrique nasceu um pouco antes de descobrirmos o câncer, e você partiu antes dele fazer 1 ano. A Priscila adiou o batizado dele várias vezes, porque eu sempre estava indo te visitar em Pernambuco... e depois de que você se foi desse mundo, o batizado ainda foi mais uma vez adiado em respeito ao nosso luto. Henrique é meu afilhadinho, nosso primo neto. Toda a vez que eu olho pra ele, eu me lembro de você. Aliás, eu lembro de você o tempo todo, todos os dias, em todos os momentos... Meu Deus do Céu, ajuda-me Senhor, seguir adiante, não me deixes perder a minha fé. Cuida do meu irmão, Senhor! Como eu sinto saudades de você, meu irmão. Tem dias que o remedinho da psiquiatra não fez nem "cosquinha" e eu choro o dia inteiro. Eu estou lutando contra a minha fraqueza, contra essa dor de perder você, ainda mais da maneira que foi. Dói... dói muito, Waltinho. Vai doer pra sempre. Até agora é difícil acreditar. Ás vezes eu ainda acho que você vai me ligar, me zoando e dizendo: meeeeeeeennnntiiiiiiiraaaa, eu não morri, não, tô aqui vivinho da silva, numa praia de areia branca e águas tranquilas, tomando uma fanta uva geladinha e rindo da sua cara!!!!!!!!!!! Ah, meu irmão... eu sonho com isso... Ai, Meu Deus, como dói. Mê dê forças, Senhor, pra seguir em frente! Todo mundo fala pra mim que essa dor vai amenizar e que vai ficar somente uma saudade gostosa.... porrrrrrrrra nenhuma, meu irmão... até hoje, cada dia que passa, essa dor dói mais e mais fundo. Eu não acredito que essa dor, essa falta será amenizada. Me lembro muito de você, das nossas conversas, de tudo que você falava pra mim no hospital. Das horas infindas que eu segurava a sua mão, que eu beijava seus cabelos e rezava baixinho ao seu lado. De todas as vezes que você, tão fraquinho, pedia pra ir ao banheiro e eu te levantava e aproveitava pra te abraçar um pouco mais. Suas costas quentes e doloridas de tanto ficar deitado, e você me dizia mil vezes que não aguentava mais ficar no hospital e queria, porque queria ir pra sua casa. Que dó, meu irmão! Se você estivesse aqui no Rio, eu te traria com certeza pra minha casa. Faria valer esse teu desejo. Você ficaria rodeado de tias, tios, nossa mãe, nosso irmão, eu, com certeza, e nossos amigos de infância. Como eu te amo, meu irmão. É um amor que transborda em meu peito. Amor que nunca terá fim, amor intenso, infinito, te amo como se você fosse meu filho. Meu bebê, meu irmãozinho que mamãe me deu presente, colocou em meu colo, assim que chegou da maternidade. Nunca tive ciúmes de irmã mais velha que perdeu o título de filha única. Você foi meu presente, meu manequinho que fazia xixi de verdade. Meu primeiro amigo, meu maior tesouro. Nunca poderia imaginar que você fosse tão precocemente, antes de mim e de nossa mãe. Nem mesmo daqui há 10 anos de terapia, essa dor será amenizada. Você deixou um buraco com sua ausência. Mas eu vou te amar pra sempre, meu irmão. Para todo o sempre!



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

COVARDIA


Covardia ou cobardia é um vício que, convencionalmente, é visto como a corrupção da prudência, oposto a toda coragem ou bravura. É um comportamento que reflete falta de coragem; medo, timidez, poltronice; fraqueza de ânimo; pusilanimidade ou ainda ânimo traiçoeiro.

Covardia – Wikipédia, a enciclopédia livre
https://pt.wikipedia.org/wiki/Covardia

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Aniversário de 10 anos do Sobrinho Gabriel Melquiades de Araujo, Sieczko

 Família é a melhor coisa da vida!
A vida sem família, não é vida, não tem graça!!!!
Eu amo minha família, amo demais!
 Hoje é aniversário de 10 anos do meu sobrinho Gabriel. Filho do meu irmão Victor Hugo, caçula meu e do Waltinho, meu irmão amado que agora mora no Céu. Foto acima de novembro de 2016, uma semana muito feliz em que pudemos ter esse contato bem apertadinho, meus irmãos juntos, nossa família feliz e completa com a presença de pessoas pra lá de importantes. Minha Família é o meu maior tesouro, meu maior bem.
 Gabriel é um menino a serviço de Jesus. Está nos dando muito orgulho ao servir nas missas da sua Paróquia como Coroinha. Deus te abençoe e te guarde, Gabriel. Seja um menino feliz!!!!! Parabéns pelos seus 10 anos. 
 Tia Andréia e Vó Nina te amam.
Felicidades!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dia das Crianças no Trabalho


 Coisa boa é começar o dia assim, com meu afilhadinho Gabriel fazendo visita no trabalho do papai, da mamãe e da Dinda... Que bom, que energia maravilhosa!!!!!!!! Quem dera pudesse ser assim todos os dias!!!!!
 Muito cheiro, muito beijo, muita brincadeira...
 Vamos brincar de rodar a cadeira de rodinhas, Gabriel? A Dinda adoooora fazer bagunça 
com ele!!!!
 Momento delicinha!!!

 Agora todo sério mexendo no computador 
da Dinda!!!!

 Ele é um pedacinho de alegria que me mantém com fé na humanidade. A inocência de uma criança nos faz acreditar que o mundo pode ser um lugar melhor pra se viver!!!! Gabriel é uma criança muito feliz e saudável, com a Graça de Deus!!!!!!!
 Vejam que menino sério....
 Futuro Diretor!!!!



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Significado de Covarde

Significado de Covarde:
 
Pessoa que não assume suas intenções e atitudes, agride quem não se defende ou não pode se defender. 

Usa sua força ou influência para prejudicar outros injustamente. Quem demonstra espírito de covardia. 

Age em bando, sabendo que sua atitude não vai ser repreendida. Não diz diretamente o que pensa, faz insinuação maldosa.

Pessoa sem força moral, fraca, sem personalidade ou senso de justiça. Pessoa covarde também costuma ser manipuladora.

Exemplo do uso da palavra Covarde:

    "A pior forma de covardia é aquela que testa sua força na fraqueza dos outros"

http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/covarde/2201/


Guerreiros não fogem à luta!

 

Nossas Conversas!

Como eu te amo, meu irmãozinho!!!!









Hipotensão arterial - significado

Hipotensão arterial é a situação médica na qual existe uma diminuição dos valores da pressão arterial, acompanhada de sintomas decorrentes desta queda. Entre os sintomas podem ocorrer tonturas, desmaios, confusão mental e alterações visuais.



hi·po·ten·são
(hipo- + tensão)
substantivo feminino
[Fisiologia]  Pressão .sanguínea abaixo da normal. = PRESSÃO BAIXA, TENSÃO BAIXA

"hipotensão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/hipotens%C3%A3o [consultado em 09-10-2017].
hi·po·ten·são
(hipo- + tensão)
substantivo feminino
[Fisiologia]  Pressão .sanguínea abaixo da normal. = PRESSÃO BAIXA, TENSÃO BAIXA

"hipotensão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/hipotens%C3%A3o [consultado em 09-10-2017].

MINIFLAC



http://www.anvisa.gov.br/anvisalegis/suplemento/061008_suplemento_1.pdf


PRECEDEX



http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=23912692016&pIdAnexo=3955311


Contra-indicações de Precedex
Precedex (CLORIDRATO DE DEXMEDETOMIDINA) É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES COM CONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE A DEXMEDETOMIDINA.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Precedex
OS EVENTOS ADVERSOS INCLUEM DADOS DE ESTUDOS CLÍNICOS DE SEDAÇÃO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA, NOS QUAIS 576 PACIENTES RECEBERAM CLORIDRATO DE DEXMEDETOMIDINA. EM GERAL, OS EVENTOS ADVERSOS MAIS FREQÜENTEMENTE OBSERVADOS, EMERGENTES DO TRATAMENTO FORAM HIPOTENSÃO, HIPERTENSÃO, BRADICARDIA, BOCA SECA E NÁUSEA. OS EVENTOS ADVERSOS MAIS FREQÜENTEMENTE OBSERVADOS, EMERGENTES DO TRATAMENTO E RELACIONADOS AO MEDICAMENTO ESTÃO INCLUÍDOS NA TABELA ABAIXO. Eventos adversos surgidos e relacionados# com o tratamento, com incidência > 1%, em todos os pacientes tratados com dexmedetomidina nos estudos fase II/III de infusão contínua ( a tabela está disponível na bula original)

Precedex - Posologia
OBSERVAÇÃO: o cloridrato de dexmedetomidina deve ser administrado somente por profissionais habilitados no controle de pacientes em quadro de tratamento intensivo. Devido aos efeitos farmacológicos conhecidos, os pacientes devem ser continuamente monitorados. Injeções em bolus de cloridrato de dexmedetomidina não devem ser usadas, a fim de minimizar efeitos colaterais farmacológicos indesejáveis. Eventos clinicamente significativos de bradicardia e parada sinusal foram associados com a administração de cloridrato de dexmedetomidina em voluntários sadios jovens com alto tom vagal ou por diferentes vias de administração incluindo a administração intravenosa rápida ou em bolus do cloridrato de dexmedetomidina. Adultos: o cloridrato de dexmedetomidina deve ser individualizado e titulado segundo o efeito clínico desejado. Para pacientes adultos é recomendável iniciar dexmedetomidina com uma dose de 1,0mcg/kg por dez minutos, seguida por uma infusão de manutenção que pode variar de 0,2 a 0,7mcg/kg/h. A taxa de infusão de manutenção pode ser ajustada para se obter o efeito clínico desejado. Em estudos clínicos com infusões por mais de 24 horas de duração, têm sido utilizadas doses baixas como 0,05mcg/kg/h. A dexmedetomidina tem sido administrada tanto para pacientes que requerem ventilação mecânica quanto para aqueles com respiração espontânea após extubação. Não há depressão respiratória associada com o uso de dexmedetomidina. Foi observado que pacientes recebendo dexmedetomidina ficam despertáveis e alertas quando estimulados. Este é um componente esperado da sedação por dexmedetomidina e não deve ser considerado como evidência de falta de eficácia na ausência de outros sinais e sintomas clínicos. A dexmedetomidina foi continuamente infundida em pacientes ventilados mecanicamente antes da extubação, durante extubação e pós-extubação. Não é necessário descontinuar a dexmedetomidina antes da extubação. Disfunção hepática: reduções de dose podem ser necessárias para os pacientes com disfunção hepática, pois a dexmedetomidina é metabolizada principalmente no fígado. Disfunção renal: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes nefropatas. Idosos: A dexmedetomidina deve ser titulada de acordo com a resposta do paciente. Pacientes idosos (mais de 65 anos de idade) freqüentemente requerem doses menores de dexmedetomidina. Crianças: a segurança e a eficácia do cloridrato de dexmedetomidina em crianças não foram estudadas. Administração: deve ser utilizado um equipamento de infusão controlada para administrar o cloridrato de dexmedetomidina. Técnicas estritamente assépticas devem ser sempre mantidas durante o manuseio da infusão de dexmedetomidina. A preparação das soluções para infusão é a mesma, tanto para dose inicial como para dose de manutenção. Para preparar a infusão, retire 2ml de Precedex (cloridrato de dexmedetomidina) solução injetável concentrada para infusão e adicione 48ml de cloreto de sódio a 0,9% para totalizar 50ml. Para misturar de modo correto, agite suavemente. O cloridrato de dexmedetomidina deve ser administrado através de um sistema de infusão controlada. Após a diluição do concentrado, o produto deve ser administrado imediatamente, e descartado decorridas 24 horas da diluição. Produtos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente, em relação a partículas e alterações de cor, antes de serem administrados no paciente. Compatibilidade: tem sido demonstrado que o cloridrato de dexmedetomidina é compatível com a co-administração das seguintes preparações e medicações intravenosas: ringer lactato, dextrose a 5%, cloreto de sódio a 0,9%, manitol a 20%, tiopental sódico, etomidato, brometo de vecurônio, brometo de pancurônio, suxametônio, besilato de atracúrio, cloreto de mivacúrio, brometo de glicopirrolato, cloridrato de fenilefrina, sulfato de atropina, midazolam, sulfato de morfina, citrato de fentanil, além de substitutos do plasma. Incompatibilidade: Precedex (cloridrato de dexmedetomidina) não deve ser misturado com outros produtos medicinais ou diluentes, exceto aqueles mencionados acima.

Precedex - Informações
A dexmedetomidina é um agonista adrenérgico de receptores alfa-2 potente e altamente seletivo, com uma gama variada de propriedades farmacológicas. A dexmedetomidina promove sedação e analgesia sem depressão respiratória. Durante esse estado os pacientes podem ser despertados e são cooperativos. As propriedades simpatolíticas adicionais incluem diminuição da ansiedade, estabilidade hemodinâmica, brusca diminuição da resposta hormonal ao estresse e redução da pressão intraocular. Acredita-se que as ações sedativas da dexmedetomidina sejam principalmente mediadas pelos adrenorreceptores alfa-2 pós-sinápticos, os quais, por sua vez, agem sobre a proteína G sensível a inibição da toxina pertussis, aumentando a condutibilidade através dos canais de potássio. Tem sido atribuído ao locus ceruleus o local dos efeitos sedativos da dexmedetomidina. Acredita-se que as ações analgésicas sejam mediadas por um mecanismo de ação similar no cérebro e na medula espinhal. A seletividade alfa-2 é demonstrada após administração lenta de doses baixas ou médias. As atividades alfa-2 e alfa-1 são observadas após administração de doses rápidas ou muito altas. A dexmedetomidina não tem afinidade pelos receptores beta-adrenérgicos, muscarínicos, dopaminérgicos ou serotonérgicos. Nos estudos clínicos que avaliaram pacientes que necessitavam de cuidados de terapia intensiva, os pacientes que receberam dexmedetomidina alcançaram os níveis desejáveis de sedação, permanecendo menos ansiosos, com uma significativa redução da necessidade de analgesia. Por outro lado, os pacientes puderam ser facilmente despertados, demonstrando- se cooperativos e orientados, o que facilitou o manejo destes pacientes. Nos estudos fase I, em voluntários saudáveis, a dexmedetomidina não provocou depressão respiratória e demonstrou atenuar a resposta ao estresse para frequência cardíaca e pressão arterial. Estes mesmos efeitos foram confirmados nos estudos fase III, em pacientes sob terapia intensiva. Dois estudos clínicos fase III para sedação em unidades de terapia intensiva foram realizados, comparando os efeitos do cloridrato de dexmedetomidina com placebo, incluindo propofol ou midazolam como medicação sedativa de suporte. Os resultados destes estudos dão suporte ao perfil excepcional da dexmedetomidina. Sedação: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina alcançaram os níveis clinicamente indicados de sedação, medidos pelo escore de sedação de Ramsay, e foram facilmente despertados e cooperativos. Os pacientes tratados com dexmedetomidina também necessitaram de menos medicação sedativa, de modo estatisticamente significativo, do que os pacientes tratados com placebo. Cloridrato de dexmedetomidina foi investigado em três estudos duplocegos, controlados por placebo na Unidade de Terapia Intensiva cirúrgica. Nos estudos, o cloridrato de dexmedetomidina foi titulado de acordo com o nível desejado de sedação usando uma dose inicial de 1,0mcg/kg durante dez minutos, seguida por uma infusão de manutenção de 0,2 a 0,7mcg/kg/h. Doses baixas como 0,05mcg/kg/h foram usadas com infusões de até 24 horas. Além disso, pelo menos 60% dos pacientes tratados com dexmedetomidina não necessitaram de midazolam ou propofol para atingir os níveis adequados de sedação, em comparação com os pacientes tratados com placebo, dos quais aproximadamente 60% requereram mais de 4mg de midazolam ou mais de 50mg de propofol. Mais 21% dos pacientes recebendo dexmedetomidina necessitaram apenas de níveis sub-terapêuticos de sedativo. Nenhuma diferença significativa foi observada na frequência respiratória, nem tampouco nos eventos adversos respiratórios, entre os dois grupos de pacientes. Analgesia: nas unidades de terapia intensiva, o grupo de pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina necessitou de menos tratamento analgésico (morfina), de modo estatisticamente significativo, do que os pacientes tratados com placebo. Além disso, 43% dos pacientes que estavam recebendo dexmedetomidina não necessitaram de sulfato de morfina para a dor, contra 17% dos pacientes no grupo que recebeu placebo. Diminuição da ansiedade: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina demonstraram, de modo estatisticamente significativo, ter menos ansiedade do que os pacientes tratados com placebo. A percentagem média das avaliações de Ramsay que representam 1 (paciente ansioso, agitado ou inquieto) para o grupo dexmedetomidina (4%) foi menor, de modo estatisticamente significativo (p < 0,0001), do que para o grupo placebo (7%). Estabilidade hemodinâmica: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina demonstraram ter pressão arterial e frequência cardíaca mais baixos, com atenuação do estresse relacionado ao aumento da pressão arterial e frequência cardíaca vistos nos pacientes tratados com placebo. Redução da pressão intraocular: o uso tópico unilateral da dexmedetomidina produziu diminuição dose-relacionada da pressão intraocular bilateral em coelhos. (continua na bula original)

http://www.cliquefarma.com.br/bula/conteudo/precedex?id=17657



Parada Sinusal







Disfunção do nó sinusal refere-se a várias condições que acarretam frequências atriais fisiologicamente inapropriadas. Os sintomas podem ser mínimos ou envolver fraqueza, palpitações e síncope. O diagnóstico é realizado por ECG. Os pacientes sintomáticos requerem implantação de marca-passo.
A disfunção do nó sinusal inclui bradicardia sinusal inapropriada, alternância de bradicardia e taquiarritmias atriais (síndrome bradicardia-taquicardia), pausa ou parada sinusal e bloqueio de saída SA. A disfunção do nó sinusal compromete principalmente o idoso, em especial os portadores de outras cardiopatias ou diabetes.
A pausa sinusal é a interrupção temporária da atividade do nó sinusal, observada no ECG como desaparecimento das ondas P de segundos a minutos. A pausa em geral deflagra atividade de escape em marca-passos mais baixos (p. ex., atrial ou juncional), preservando frequência e função cardíaca, mas pausas mais longas provocam tontura e síncope.

http://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-cardiovasculars/arritmias-e-altera%C3%A7%C3%B5es-de-condu%C3%A7%C3%A3o/disfun%C3%A7%C3%A3o-do-n%C3%B3-sinusal

Só me restaram lembranças e saudades.




Saudade que aquece meu peito.


Como eu te amo!

Graças a Deus, eu pude proporcionar um tempo para que o nosso caçula Victor ficasse com você; viajasse para Pernambuco, e cuidasse de ti, Waltinho.  Fico com meu coração aquecido em saber que eu tive a oportunidade de viabilizar mais ainda esse amor, esse contato que é direito de toda família, direito de um irmão cuidar do outro.  Eu amo você, Waltinho, e amo o Victor também.  Na mesma hora que eu pedi que ele fosse ficar com você, o Victor nem pestanejou... Foi com muito amor e carinho pra estar junto à você. Eu agradeço muito a Deus pelos irmãos maravilhosos e de bom coração que eu tenho. Agradeço a Deus pelo meu trabalho, e pelas condições que eu tive pra amenizar essa distância física entre você e nossa família. Victor pôde ficar 10 dias contigo, Waltinho. Amém, Senhor!


domingo, 8 de outubro de 2017

FENTANIL

Indicação

Para que serve?

Analgesia de curta duração durante o período anestésico (pré-medicação, indução e manutenção) ou quando necessário no período pós-operatório imediato (sala da recuperação); para uso como componente analgésico de anestesia geral e suplemento da anestesia regional; para administração conjunta com neuroléptico, como o Droperidol, na pré-medicação, na indução e como componente de manutenção em anestesia geral e regional; para uso como agente anestésico único com oxigênio em determinados pacientes de alto risco, como os submetidos à cirurgia cardíaca ou certos procedimentos neurológicos e ortopédicos difíceis; para administração espinhal (Fentanil Injetável - uso espinhal - sem conservantes) no controle da dor pós-operatória, operação cesariana ou outra cirurgia abdominal.

Contraindicações

Quando não devo usar?

Em pacientes com intolerância conhecida à droga ou a outros medicamentos.

Posologia

Como usar?

50 mcg = 0,05 mg = 1 ml; a dose deve ser individualizada. Alguns dos fatores que devem ser considerados na determinação adequada da posologia devem incluir a idade, peso corporal, estado físico, condição patológica concomitante, uso de outras drogas, tipo de anestesia a ser utilizado e o procedimento cirúrgico envolvido. Pré-medicação 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg) (1 a 2 ml) podem ser administrados por via intramuscular 30 a 60 minutos antes da cirurgia. Componentes de anestesia geral: dose baixa: 2 mcg/kg (0,002 mg/kg) (0,04 ml/kg). Fentanil em dose baixa é especialmente útil para procedimentos cirúrgicos com dor de baixa intensidade. Além da analgesia durante a cirurgia, Fentanil pode também proporcionar alívio da dor no período pós-operatório imediato. Manutenção: raramente são necessárias doses adicionais de Fentanil nestes procedimentos com dor de baixa intensidade. Dose moderada: 2 a 20 mcg/kg (0,002 a 0,02 mg/kg (0,04 a 0,4 ml/kg). Quando a cirurgia é de maior duração e a intensidade de dor moderada, tornam-se necessárias doses mais altas. Com esta dose, além de analgesia adequada, se obtém uma abolição parcial do trauma cirúrgico. A depressão respiratória observada com estas doses torna necessária a utilização de respiração assistida ou controlada. Manutenção: 25 a 100 mcg/kg (0,025 a 0,1 mg) (0,5 a 2 ml) podem ser administrado por via endovenosa ou intramuscular quando movimentos ou alterações nos sinais vitais indiquem resposta reflexa ao trauma cirúrgico ou superficialização da analgesia. Dose elevada: 20 a 50 mcg/kg (0,02 a 0,05 mg/kg) (0,4 a 1 ml/g). Durante a cirurgia cardíaca e certos procedimentos ortopédicos e neurocirúrgicos onde a cirurgia é mais prolongada, e na opinião do anestesista a resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico pode prejudicar o estado geral do paciente, recomendando-se doses de 20 a 50 mcg (0,02 a 0,05 mg/kg) (0,4 a 1 ml/kg) com protóxido de nitrogênio e oxigênio. Tais doses têm demonstrado atenuar a resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico, definida pelo aumento dos níveis circulantes de hormônio do crescimento, catecolominas, hormônio antidiurético e prolactina. Quando doses dentro desses limites são usadas durante a cirurgia, é necessária ventilação pós-operatória em virtude de depressão respiratória prolongada. O principal objetivo dessa técnica será produzir anestesia livre do trauma cirúrgico. Manutenção: as doses de manutenção podem variar de um mínimo de 25 mcg (0,025 mg) (0,5 ml) até metade da dose utilizada inicialmente, dependendo das alterações dos sinais vitais que indiquem trauma cirúrgico e superficialização da analgesia. Porém, a dose de manutenção deverá ser individualizada principalmente se o tempo estimado para o término da cirurgia é curto. Como anestésico geral: quando a atenuação da resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico é especialmente importante, doses de 50 a 100 mcg/kg (0,05 a 0,1 mg/kg) (1 a 2 ml/kg) podem ser administradas com oxigênio e um relaxante muscular. Esta técnica tem demonstrado proporcionar anestesia sem o uso de agentes anestésicos adicionais. Tal técnica tem sido utilizada para cirurgia cardíaca a céu aberto e outras cirurgias de longa duração em pacientes nos quais está indicada uma proteção do miocárdio ao excesso de consumo de oxigênio; está indicada também para certas cirurgias neurológicas e ortopédicas difíceis. Com certas doses torna-se necessária ventilação pós-operatória, bem como pessoal e equipamentos adequados para seu controle. Anestesia regional: administração espinhal: 1,5 mcg/kg (Fentanil Injetável - uso espinhal - sem conservantes) pode ser administrada por esta via. Quando se necessita de uma complementação da anestesia regional, doses de 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg) (1 a 2 ml podem ser administradas por via I.M. ou endovenosa lenta. No pós-operatório (sala de recuperação): 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg) (1 a 2ml) podem ser administrados para o controle da dor, por via intramuscular. A dose pode ser repetida após 1 a 2 horas, se necessário. Quando se opta pela via espinhal, deve-se administrar 100 mcg (0,1 mg ou 2 ml) (Fentanil Injetável uso espinhal - sem conservantes). Essa quantidade de 2 ml deve ser diluída em 8 ml de solução salina a 0,9%, resultando em uma concentração final de 10 mcg/ml. Doses adicionais podem ser aplicadas se houver evidências de diminuição do grau de analgesia. Doses em crianças: para indução e manutenção em crianças de 2 a 12 anos de idade, recomenda-se uma dose reduzida de 20 a 30 mcg (0,02 a 0,03 mg) (0,4 a 0,5 ml) cada 10 a 12 kg de peso corporal. Compatibilidade: se desejado, Fentanil pode ser misturado ao cloreto de sódio ou glicose para infusões intravenosas.
Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Mesmo com as doses recomendadas, Fentanil pode determinar efeitos colaterais, notadamente depressão respiratória, apnéia, rigidez muscular e bradicardia. Outros efeitos colaterais descritos incluem hipotensão, tonturas, embaçamento da visão, náusea, vômito e sudorese. Outros efeitos colaterais menos freqüentemente observados são: laringoespasmo, reações alérgicas (tais como, anafilaxia, broncospasmo, prurido, urticária) e assistolia. Como vários medicamentos são administrados concomitantemente durante a anestesia, não se sabe se estes efeitos possuem uma relação causal com Fentanil. Em raras circunstâncias foi observada depressão respiratória rebote secundária, após a cirurgia. A depressão respiratória pode ser facilmente controlada pela utilização de ventilação assistida, sendo rápida e totalmente neutralizada pelo uso de um antídoto eficaz, como o cloridrato de naloxona. Os efeitos do tipo vagotrópico como hipotensão, bradicardia e broncospasmo podem ser completamente reversíveis com a administração de atropina. Quando um neuroléptico, tal como, o droperidol é utilizado com Fentanil, os seguintes efeitos colaterais podem ser observados: febre e/ou tremor, agitação, episódios de alucinação pós-operatórios e sintomas extrapiramidais. Advertências: como ocorre com outros depressores do SNC, os pacientes sob efeito de Fentanil devem receber vigilância médica adequada devendo-se contar com equipamento para ressuscitação e antagonista narcótico à disposição. A hiperventilação durante a anestesia pode alterar a resposta do paciente ao CO2 afetando então a respiração no período pós-operatório. No período pós-operatório, quando houver necessidade de analgésicos com atividade narcótica deve-se ter em mente a dose total de Fentanil já administrada. Como o efeito depressor respiratório de Fentanil pode se prolongar além da duração de seu efeito analgésico, as doses de analgésicos narcóticos devem ser reduzidas a ou 1/3 das habitualmente recomendadas. Fentanil pode causar rigidez muscular, comprometendo particularmente os músculos da respiração e durante a indução da anestesia. Pode também atingir os movimentos musculares esqueléticos de vários grupos nas extremidades, pescoço e globo ocular. Estes efeitos estão relacionados com a dose e a velocidade de injeção e a incidência pode ser reduzida através do uso de benzodiazepínicos, na pré-medicação ou de agentes curarizantes ou bloqueadores neuromusculares. Podem ocorrer movimentos mioclônicos não epilépticos uma vez instalada a rigidez muscular. A respiração, contudo, deverá ser assistida ou controlada. Deve-se ter em mente que o emprego dos agentes bloqueadores neuromusculares deve ser compatível com o estado cardiovascular do paciente. Bradicardia e possivelmente assistolia podem ocorrer se o paciente recebeu uma quantidade insuficiente de anticolinérgico ou quando Fentanil é combinado com relaxantes musculares não vagolíticos. Opióides podem induzir hipotensão, especialmente em pacientes hipovolêmicos. Portanto, deve-se tomar medidas apropriadas para manter a pressão arterial estável. Fentanil pode também originar outros sinais e sintomas característicos dos analgésicos narcóticos, incluindo euforia, miose, bradicardia e broncoconstrição. Fentanil deve ser administrado com cautela, particularmente em pacientes com maior risco de depressão respiratória como aqueles em estado de coma por trauma craniano ou tumor cerebral. Nestes pacientes, a redução transiente da pressão arterial média tem sido, ocasionalmente, acompanhada por uma redução breve na pressão de perfusão cerebral. - Interações medicamentosas: o emprego concomitante de Fentanil com outros depressores do SNC (por exemplo: barbitúricos, benzodiazepínicos, neurolépticos, outros narcóticos ou agentes anestésicos gerais e álcool) proporcionara efeitos aditivos ou potencializadores. Nesses casos a dose de Fentanil deverá ser reduzida alternativamente. Após a administração de Fentanil, a dose dos outros depressores do SNC deverão ser reduzidas. Tem sido descrita uma potencialização imprevisível e intensa nos inibidores da MAO pelos analgésicos narcóticos. Dessa maneira, os pacientes em uso desses inibidores devem ter sua administração suspensa há pelo menos 2 semanas antes de receberem Fentanil. Dependência e abuso da medicação: Fentanil é um produto que contém uma substância de uso controlado que pode provocar dependência do tipo morfínico e que apresenta potencial para abuso. Pelas características da substância, seu emprego está restrito às indicações anestésicas e sob cuidados e orientação de profissional habilitado. - Uso em crianças: ainda não se estabeleceu a segurança de Fentanil em criança abaixo de 2 anos de idade. - Uso na gravidez: ainda não foi determinada a segurança de Fentanil com relação a possíveis efeitos adversos sobre o desenvolvimento fetal. Portanto, deverá ser empregado na gravidez apenas quando, a critério médico, os benefícios sobrepujarem os possíveis riscos. - Uso durante a lactação: Fentanil pode passar para o leite materno, portanto, não é recomendável amamentar por um período de 24 horas após a administração de Fentanil. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: os pacientes só poderão dirigir e operar máquinas se um tempo suficiente tiver transcorrido após a administração de Fentanil.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar?

A dose inicial de Fentanil deve ser reduzida em pacientes idosos e debilitados, de acordo com cada caso. Fentanil é recomendado para o uso em anestesiologia, não devendo ser empregado a não ser em centros cirúrgicos equipados com aparelhagem adequada e com antídotos indicados quando aplicado na técnica de neuroleptoanalgesia. Associado ao droperidol e eventualmente complementado pelo protóxido de nitrogênio, curarizantes ou outros agentes, é desaconselhável a administração simultânea de outros neurolépticos ou analgésicos morfínicos. Quando utilizado no trabalho de parto com feto vivo existe a possibilidade de atravessar a barreira placentária e causar depressão do centro respiratório do feto, razão pela qual seu uso deve ser feito com cautela por anestesistas com experiência nessa técnica. Não se deve ultrapassar a dose recomendada a fim de evitar possível depressão respiratória e hipertonia muscular. Tem sido relatada a possibilidade de que o protóxido de nitrogênio provoque depressão cardiovascular, quando administrado com altas doses de Fentanil. Quando usado como suplemento da anestesia regional o anestesista deve ter em mente que esse tipo de anestesia pode provocar depressão respiratória por bloqueio dos nervos intercostais, depressão essa que pode ser potencializada pelo Fentanil utilizado em associação com tranqüilizante como o droperidol. Pode ocorrer hipotensão que deve ser controlada com medidas adequadas incluindo se necessário o uso de agentes pressores que não sejam adrenalina. O droperidol pode induzir o aparecimento de sintomas extrapiramidais que podem ser controlados por agentes antiparkinsonianos. Fentanil deve ser usado com cautela nos pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica ou outras patologias que diminuem a capacidade respiratória durante a anestesia, isso pode ser solucionado por meio de respiração assistida ou controlada. Deve-se levar em consideração que a depressão respiratória provocada pelo Fentanil pode ser mais prolongada do que a duração do efeito do antagonista narcótico empregado, devendo-se, portanto, manter cuidado médico adequado. Pacientes em terapia crônica com opióides ou com história de abusos de opióides podem necessitar de doses maiores de Fentanil. Fentanil deve ser administrado com cuidado em pacientes com insuficiência hepática ou renal, hipotireoidismo não controlado e alcoolismo. Fentanil pode provocar bradicardia, que embora seja revertida pela atropina, implica no seu uso com cautela em pacientes portadores de bradiarritmia. Superdose: as manifestações de superdose de Fentanil são uma extensão da sua ação farmacológica. Tratamento: se ocorrer hipoventilação ou apnéia, deve ser administrado oxigênio e a respiração deve ser assistida ou controlada de acordo com o caso. Deve ser mantida uma via aérea livre, se necessário por meio de cânula intratraqueal. Se houver associação de depressão respiratória com rigidez muscular pode ser necessário o uso de um curarizante. O paciente deve ser observado com cuidado durante 24 horas; a temperatura corporal e a reposição de líquidos devem ser mantidos de forma adequada. Se a hipotensão é acentuada e persistente, deve ser levada em conta a possibilidade de hipovolemia que deve ser corrigida com a administração parenteral de soluções adequadas. Deve estar disponível um antagonista específico, como o cloridrato de naloxona, para controle da depressão respiratória. Enfim, devem ser tomadas todas as medidas que se façam necessárias. Não deve ser esquecido que a depressão respiratória provocada pelo Fentanil pode ser mais prolongada do que a duração do efeito antagonista narcótico empregado.

Composição

(por ml) Fentanil Injetável (com conservantes):citrato de fentanila 78,5 mcg (equivalente a 50 mcg de fentanila); excipientes: metilparabeno, propilparabeno e água para injeção. Fentanil Injetável - uso espinhal (sem conservantes): citrato de fentanila 78,5 mcg (equivalente a 50 mcg de fentanila); excipiente: cloreto de sódio e água para injeção.

Apresentação

Fentanil Injetável (com conservantes): embalagem contendo 25 frascos-ampola de 10 ml; Fentanil Injetável - uso espinhal (sem conservantes): embalagem contendo 50 ampolas de 2 ml; embalagem contendo 25 ampolas de 5 ml.




Círio de Nazaré em Copacabana e o significado de PALIATIVO

 Neste domingo fomos ao Círio.
Olha que lindo, ver o que realmente significa tratamento PALIATIVO:

AMOR, CUIDADO, TERNURA!!!!

 ESTA É A MAMÃE DO MILLOW

UM CACHORRO DE 15 ANOS, VELHINHO, CEGO DOS 2 OLHOS, DIABÉTICO, ACABOU  DE TER UM AVC.

SUA DONA, PODERIA TÊ-LO "MATADO"...
 PRATICAR EUTANÁSIA EM UM CACHORRO, ATÉ É POSSÍVEL....

MAS QUEM AMA,
NÃO MATA!!!!!!!!!!!!!!
 ESSA MAMÃE DESSE PELUDO, AMA O CACHORRINHO DELA...
CUIDA DELE COM AMOR E CARINHO.
CUIDA COM AMOR
NÃO QUER PERDER SEU BICHINHO DE ESTIMAÇÃO
 MILLOW ESTÁ CEGO DOS 2 OLHOS, QUASE NÃO ANDA... E MESMO ASSIM É TRATADO COM AMOR E DIGNIDADE. ISSO É AMOR!
ISSO É AMOR!!!!
ISSO É UMA GRANDE E SINCERA PROVA DE AMOR.

CUIDADOS PALIATIVOS,  SIGNIFICAM CARINHO, CUIDADO E AFETO!!!!

CUIDADO PALIATIVO, EM NADA PODE SER CONSIDERADO COM A EUTANÁSIA!!!!!

EUTANÁSIA É CRIME!!!!!

AMOR, RESPEITO, CUIDADO E CARINHO, SÃO OS MELHORES REMÉDIOS QUE QUALQUER DOENTE, SEJA HUMANO OU SEJA UM ANIMAL  DEVEM RECEBER!!!!

EUTANÁSIA É CRIME!!!!!

QUEM PRATICA EUTANÁSIA SÃO CHAMADOS ASSASSINOS!

 QUEM AMA DE VERDADE, NUNCA VAI MATAR A QUEM AMA!

Meu irmão, quanta saudade!





Saudades, Saudades e mais Saudades!




Te amo, meu irmão!

Casa Arrumada – Carlos Drummond de Andrade

 Casa  Arrumada – Carlos Drummond de Andrade 

Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.

Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas… Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…

Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.

Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…

Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. A que está sempre pronta pros amigos, filhos… netos, pros vizinhos… E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.

Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…

E reconhecer nela o seu lugar.        

                       Carlos Drumond de Andrade