sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Sobre a felicidade
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Desejo aos inimigos...
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Voltando de Curitiba!!!!
Obrigada pelo carinho, pelo amor, pelo sangue que corre em nossas veias e nos une, de uma maneira especial e irrevogável!!!
Obrigada pelos mimos, pelas alegrias, pelas conversas, passeios, comidinhas especiais, por me contarem histórias dos meus avós, bisavós, e me fazer conhecê-los um pouco mais. Obrigada meu Deus, por encontrar todos com saúde e me receberem com o abraço mais gostoso e carinhoso que pode existir. Isso é família!!!! Eu amo todos vocês com um amor que não tem tamanho!!!
domingo, 25 de dezembro de 2011
Então, é Natal!!!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Crianças cantoras do HSBC Curitiba
No mesmo dia que chegamos em Curitba, nossa família nos proporcionou um espetáculo maravilhoso, que foi assistir o coral dos meninos cantores do HSBC. Fomos ao escritório de uma prima, que fica bem em frente ao prédio do banco, e assistimos de camarote um evento que toca o coração de amor e sentimentos de paz. Vimos e ouvimos as 160 crianças participantes... crianças órfãs e carentes, mas que trazem em seus corações, alegrias e amor pela vida e pela música. Amei! Foi um momento de muita emoção. Isso sem falar da companhia carinhosa dos primos! Juntamos os Dittmann e os Sieczko, todos num só momento, dividindo toda a emoção. Puxa, eu estava muito cansada... mas adorei, aproveitei cada segundo. Família querida: obrigada! Amo vocês!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Natal em Curitiba - PR
Hoje, 18 de dezembro, tomamos rumo para visitar a família em Curitiba. Vamos ficar por aqui no natal, embora no dia 25 já teremos que retornar... mas vamos tentar aproveitar o tempo para dividir a viagem entre Curitiba e Matinhos, no litoral paranaense. Fiquei sabendo que no Rio de Janeiro está chovendo... aqui tá um calor imenso!!!! Mas o melhor de tudo, é poder passar um tempo abraçando a nossa gente, o nosso sangue. Família é tudo de bom!
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Creche Shangri-lá
A empresa onde trabalho, possui um programa de voluntariado entre seus empregados... chama-se Gentileza, fazendo menção ao falecido Profeta Gentileza. A empresa ajuda uma creche no subúrbio do Rio, e em datas especiais, os empregados são convidados a participar de visitas às crianças. Neste fim de ano, todos da empresa receberam um email convidando voluntários para a festinha de fim de ano da creche.
Sabe quando algo te toca? Uma voz que vem de dentro diz que você precisa mudar um caminho, uma maneira de ver avida? Assim foi a determinação de responder ao email que convidava para a visita à creche Shangri-la. Recebi o nome e idade da criança que eu deveria apadrinhar, saí no dia seguinte para escolher um presente e o embrulhei com carinho e esmero... pus meu nome e aguardei o grande dia para acompanhar à visita... fui num misto de ansiedade e impaciência. Logo que meu grupo chegou à creche, já dava para ouvir o burburinho ansioso dos pequenos. Os olhinhos cintilavam conforme íamos entrando; em poucos minutos, uma garotinha se aproximou e segurou a minha mão.... logo, logo, já estava sentada no chão, com três meninas – entre 2 e 4 anos – dividindo meu colo. Minhas pernas ficaram imobilizadas, depois, dormentes, mas não tive a menor intenção de tirar-lhes aquele pequeno aconchego. Minha presença ali, era de total doação, não tinha como preservar meu corpo... muito menos, a minha alma. Logo eu, que nunca fui dada a devoção pueril... mas depois de uma certa idade e algumas experiências de vida, fiquei mole... molinha e lindamente embasbacada interagindo com crianças.
Eu chorei... quando dei por mim, lágrimas rolavam em meu rosto. Doces lágrimas, um choro contido, cheio de emoção, aproveitando ao máximo a oportunidade de estar ali e compartilhar um pouco de alegria, tendo a nítida impressão que aquilo ali era certamente, o sentido do natal. Notei que um garotinho de uns 4 anos me olhava, parado em pé a minha frente... ele devia estar achando muito estranho, a tia que veio visitá-lo, ali, chorando, aparentemente sem um porquê, em vez de estar brincando com todos. Eu sorria, mas acho que ele ficou com medo... meus sentimentos mais intrínsecos, complicava o entendimento do menino. Saí um pouco da sala ( na verdade, já havia saído uns minutos antes ), e para minha surpresa, eu não era a única emocionada naquela visita; uma amiga de trabalho estava na mesma situação, e muito comovida me disse: “ah, é sempre assim, eu sempre choro, toda vez que venho aqui... não agüento! Dá vontade de levar pra casa, né?” É, Renata, compartilho do mesmo pensamento. Vamos botar os óculos escuros... vem, vamos voltar. E assim, voltei, com os olhos naufragados e um nó de duzentos quilos na garganta, mas com uma alegria transbordante no peito... Foi um privilégio para minha alma. Teve brincadeiras, musiquinhas de natal (que me remeteram à infância ), teatrinho e aí veio o momento mais esperado: a chegada do Papai Noel, com um saco gigantesco de presentes. O amigo Marcelo Carvalho, trajado como tal entrou na sala e as crianças super ansiosas, desejosas para ganhar seus presentes. As crianças eram chamadas uma a uma e nós as ajudávamos a abrir os embrulhos de presente. Então eu perguntei a uma menininha que esteve comigo boa parte do tempo:
- você quer que a tia te ajude a abrir a caixa para você pegar sua boneca? Ela balançou a cabeça negativamente... – Ah, já sei, você vai levar os presentes para deixar debaixo da sua árvore de natal para abrir depois? Então a menina finalmente falou, com aquela voz pequenininha, frágil e fraca:
- eu não tenho árvore...
Dessa vez eu não pude sair daquele espaço, pois estava totalmente envolvida, entretida com aquela pequena criança. Mas se pudesse, eu sumiria no mundo... fiquei sem fala! Peguei-a no colo e lhe dei um abraço.
Ali naquele momento, todos os problemas de minha vida perderam, por completo, o seu sentido. Perante a realidade sem expectativas daquela criaturinha, eu não encontrava justificativa alguma para as lamentações corriqueiras de minha vida; as quais costumo dar tanta importância, a ponto de me fazer perder o foco, o sono, a paz. Suspirei e continuei a fazer festinha com os pequenos, elogiando os presentes, ajudando-os a abrir os pacotes, com alegria e empolgação. Depois que o Papai Noel foi embora, sentei-me no chão, recostada na parede, junto às crianças e uma delas, a que mais me cativou sentou-se no meu colo... a menina quase não falava, tímida, mas me olhava como quem queria me falar algo que nem mesmo ela podia compreender. A menina me fitava os olhos, enxergava além da minha alma. Descortinando minha existência... ela me olhava profundamente, me encarava como se fosse uma pessoa adulta. Eu senti vergonha... senti vergonha de ser objeto daquele olhar. Ela parecia me dizer alguma coisa... me mostrar ou responder alguma pergunta que não tivesse resposta – até aquele momento. Foram uns dois minutos... olho no olho e ela continuava me enxergando através dos meus olhos. Ela não sorria, mas tinha um semblante angelical, penetrante.Eu fiquei ali, parada, imóvel, retribuindo o olhar, querendo entender, hipnotizada por aquele pedacinho de gente. Aqueles minutos pareciam uma eternidade; até que algum movimento tirou-lhe a atenção. Acho que por muito tempo ainda vou me recordar daquele olhar, aliás, certamente nunca poderei me esquecer daqueles instantes e tudo, exatamente tudo que aqueles minutos quiseram me dizer.
Eu levei uma boneca, com um cheirinho de bebê e chicletes que minha menina nunca vai esquecer, mas o maior e mais valioso presente, fui eu que ganhei. Voltei pra minha vida com muitas interrogações na cabeça, embora outras perguntas tenham sido respondidas ali mesmo, através de um sorriso, um olhar, um abraço... Eu saí tanto feliz quanto triste, porque já saí com saudades e deixei com aquelas crianças, um pedaço de mim... a única certeza que tenho, é que todas as noites, a partir desse encontro, minhas orações serão mais longas, muito mais longas...
Cobiça

Eu quero teu corpo suado em noite de amor, quero o vazio da boca ao parar de te beijar, pra esperar o que vem adiante... Quero me aninhar em seu abraço e sentir a força do teu peito contra o meu, sentir o pesar do seu cansaço sobre mim. Te olhar entre meus cabelos molhados, e pedir que me cante uma canção, que me faça ser tua. Tua e somente tua, nos intervalos das horas, me respirar e me levar contigo dentro de si. Eu quero teu medo de não aguentar viver sem mim, eu quero a chama que queima tua sanidade, eu quero a tua infelicidade que distante pede meu nome. Eu quero teu sorriso ecoando vivo em meus ouvidos e tuas mãos trêmulas sufocando meus sentidos, quero o doce da tua língua, eu quero o amargo da tua insegurança, eu quero o âmago da tua insensatez.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Poeta Saia da Gaveta
Retornando agora do meu primeiro encontro com grandes poetas do Rio de Janeiro. O evento, Poeta Saia da Gaveta, foi um imenso prazer para o dia de hoje... poder ouvir um rodízio de poesias tocantes e conhecer novas pessoas, fazer novos amigos.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Não ia adiantar...
Eu disse que não ia adiantar você voltar, nada mais poderia ser do jeito que foi. Eu disse que não ia adiantar você voltar, eu te amei demais pra você me esquecer. Eu disse que não ia adiantar você voltar, eu continuo com você em meu coração. Eu disse que não ia adiantar você voltar, você teve amor livre demais pra se deixar acorrentar.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Legado

Deixo em minhas palavras, meus sentimentos mais sinceros, os pensamentos mais ocultos, e os sonhos mais impossíveis. Deixo em meus cadernos, o tesouro mais escondido, o meu bem mais valioso e o resultado de tudo que sou. Deixo em meus poemas, os amores mais eternos, as lembranças mais intensas e as dores mais insanas... pois tudo faz parte de mim. Sou o meio que concede minhas lágrimas escorrerem, após passearem em meu rosto. Tenho em mim, esse nó na garganta, que me sufoca e tanto me impede de gritar... Mas também sou o grito, que vaga pelo mundo, que se faz ouvir por todos os ouvidos, mostrando a todos que existo, mesmo aos que insistem em não me escutar. Tem dias que sou a felicidade mais radiante, o riso mais intenso e a gargalhada mais gostosa! E em outras vezes, eu viajo em meu silêncio, me recolho em minha própria nudez e me encontro com as estrelas do meu céu. Ando pelo infinito e descanso no meu escuro. Adormeço em meio a bençãos, recebendo forças para nunca desistir... Me guardo dentro de mim, e me vejo como sou; tentando acertar, imaginando que o mundo cabe no centro do meu abraço, aquecido pelo meu próprio eu. Vem de mim, prosseguir, continuar, tentar... Minha fé, ainda que desacreditada, vive! Ainda que embaraçada em minhas pernas, caminha, busca. Algo em mim me põe a pensar, uma força me faz despertar com a sede de se expôr, se expressar. E assim , dou seguimento... me mostro, me dôo, e refloresço.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Entremeios

Tudo some à minha frente e apenas me concentro em você. Cada carinho em minha pele, cada toque da tua boca reacendendo em mim, uma usina adormecida. Por que somente nesses dias, baixamos o limite que avança sobre nós? Teu corpo estremece a meu lado e a boca, reclama seca... Eu detenho meus passos. Não quero dar razão ao meu desejo. A carne vai perdendo a força e tanto o taco, quanto a ostra, vão se perdendo nesse mar...
domingo, 4 de dezembro de 2011
Casamento da Prima Maria Alice
Que Deus abençoe essa união!!!
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sábado, 3 de dezembro de 2011
O Bom e o Mau... ou o Bem e o Mal

Ninguém é tão ruim, que não possa ter nada de bom... e ninguém é tão bom, que não possa fazer nada de ruim.
Assim é a vida, e nós, somos humanos, apenas seres humanos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Olhando sempre o relógio...
Aproveite o momento...
viver é rápido demais pra deixar
qualquer instante escapar!!!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Súplica

Não!
A Porta ainda não se fechou atrás de mim... e ainda escuto seus passos, rodeando o terreno superior ao meu coração. E como um disco arranhado, seu nome é repetido em vozes, multiplicando ecos infinitos em minha memória. Teu cheiro ainda não encontrou lugar melhor para expandir seu domínio, exalar teus limites, mantendo meu corpo prisioneiro, acanhado, sob o seu.
Não! Enquanto você chamar meu nome, eu irei ao teu encontro... enquanto meus sonhos invadirem a tua mente, eu continuarei aqui... quieta, aguardando teu chamado, ansiando teu desejo; à disposição de tuas súplicas.
Pede!
E peça mais uma vez que eu não deixe, jamais a porta se fechar...
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Saudade estranha...

Sinto uma saudade estranha... saudade do que ainda está por vir e por tudo aquilo que o tempo não permitiu que acontecesse. Sinto uma saudade ausente... cortante como a frieza de um adeus unilateral, de um beijo sem abraço, de um corpo sem alma, de um carinho sem amor. A saudade me diz que ainda vivo em busca de algo que não sei onde está, que não sei o nome, que não conheci ainda nessa caminhada... só tenho em mim o esboço de um sentimento, a esperança da vitória, a certeza futura desse encontro. Sim... essa afirmativa mantém meu coração ferido batendo forte, sabendo que nada me fará desistir de procurar. Cada amanhecer traz com ele um presságio de felicidade, embora nem sempre eu esteja de braços dados com a sensação que insiste em me dizer que um dia, tudo dará certo.
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