quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

70%...

Tentando seguir a dieta... 
embora seja quase que impossível... 
falaram que chocolate a 70% de cacau ajuda a diminuir a vontade de comer chocolate...
 vou ter que comer umas 3 barrinhas...
Ó... ansiedade...
Boralá trabalhar...
Enfim!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Vira Vira da Verdade

Sabe o que acontece quando uma mentira é repetida mil vezes???? 
Vira uma verdade... 
Uma verdade verdadeira, real e absoluta.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sobre Mundos

Aquele que não está preparado para a vida, é devorado em segundos pelo mundo... Desde a concepção, precisamos sobreviver a cada dia... cada passo uma escolha, a cada esquina, pagamos um preço  pelos atalhos que muitas vezes, somos obrigados - pela falta de tempo, pela ignorância - a tomar... engolindo a seco, uma pedra maior que a garganta. Vamos nos adequando, cada dia em um novo cenário e nos encontramos num ponto onde foi demorado chegar, sem poder perder o motivo de nossa batalha. É preciso estar certos de suas vontades... deparar-se com decepções, não pode ser considerado uma escolha. Mesmo tropeçando em nossos próprios passos, é preciso certeza em nossa direção, pois andar em falso, nestes dias, são fatais...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cegueiras

Não há mudanças sem traumas... Não há redimensionamento da vida, antes de descobrir o que sobrou de si mesmo. As decepções são catarses de cura... Pense... pense... pense! Pense... despindo-se da própria vaidade, descortinando a própria nudez de seu caráter, tirando máscaras... Mais importante ainda, sacando dos olhos, as lentes que deturpavam a paisagem a sua frente. Nada daquilo que via, era real... Nada o que imaginava ser, era... O pior de tudo, é a cegueira cancerígena que alimentávamos sobre tudo e sobre todos. Essa nova visão, esse novo momento, em que o seu agir se torna literário, elencando todos os nós e todas as teias... podem te levar a um abismo onde a  verdade e a falsidade se encaram frente a frente... Sem espelhos, sem estórias, apenas a essência do que realmente é. O choque, é o repente da mudança... a dor, é o alimento que te faz repensar e dar início ao cair das máscaras. A maturidade de enxergar o que cada um é... fim.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Lembranças da Lua Cheia clzns

Não povoou mais seus pensamentos
Não sou mais sua saudade
Seus braços não me acolhem
Seus olhos não brilham mais diante da minha imagem
Seu desejo não te aquece na minha presença
Suas mãos não me procuram
Sua boca não contorna mais meu corpo
O meu perfume não te embriaga
Nem minha voz te embala
Se um dia, meu encanto te cativou
Apenas te fez prisioneiro de minha alegria
Mas  seu coração é pássaro arredio
Que voa sozinho, por  sobre o mar
Busca um rumo, uma paragem, mas tem medo de pousar
Não queria te fazer minha
Mas apenas te abrigar
No meu coração vazio
Sedento por amar
O tempo que passa é amigo e algoz
Cria e destrói
Transforma e eterniza
Se um dia fui um sonho
Na lua cheia, me fiz realidade
Hoje, sou apenas a lembrança
De um momento pra eternidade

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

06/01/2015

Ne me invidi oculus meus in domo mea sunt, qui diligunt me et animalium me vestimenta 

mea, supellectilem atque substantiam tutantur patriam Francisco per manum Dei 

benedictione, quae forma salutem, tum etiam cognatione mea et munita sum gratia Dei 

tutus invidiae operatur per ambitionem collegae aut maledicentiam et ministris, familia, et

vicinos. Sermones meos et successus immunes confortati sunt super malo quod vis

invidiam. Acre malum linguas non nocuerunt mihi: Si introibunt in malo est, quia non tollit

zeli vita, harmonia et felicitas. Quod volunt adsumunt invidi industria pugnare volens

perdere pro alienis. Qui viderunt, et humilis, donec inveniat illam beatitudinem non solum

de Francisco solum bonorum, quae dicenda sunt, sed vivere discant, quid sit amet parva

momenta diligamus et simplicibus, misertus autem intellectus se invicem adiuvant, frater.

Ubi non est controversia, ubi valebit operam imponere odium amore et timore, ubi non est

harmonia chaos genitus. Quod amicus falsus amicitias abstulit sincera voluntas accedat. 

Contra malum potes mihi frater factus sum tutatus pallium fidem Dei contra oculus qui 

ejecerunt me, tutus sum lucidum splendorem oculis lumen Dei cum ingenti claritate radii 

rupto bad- oculus in tenebris sunt. Numquam me invidi, quia Deus susceptor meus, et 

expugnate eos, et semper aedificium sit será. Amem.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Concupiscência



Seria a palavra "concupiscência", mais um sinônimo para a palavra prostituição??? Pelo menos achei mais bonita, mais chique para aplicar às putas burras que não conhecem a língua portuguesa...

concupiscência

Significado de Concupiscência

s.f. Inclinação a gozar os bens terrestres, particularmente os prazeres sensuais.
Ganância por propriedades materiais.
Aspiração por satisfações sexuais.
Filosofia. Agostinismo. Desejo libertino, lascívia carnal.
Tomismo Medieval. Aspiração por prazer motivado por um fato material.
Teologia. Anseio humano pelos domínios naturais ou sobrenaturais.
Organização amorosa orientada a Deus e aos homens.
Pej. Desejo dos homens por bens materiais cuja existência justifica-se através do pecado original.
(Etm. do latim: conscupiscentia)

Sinônimos de Concupiscência

Sinônimo de concupiscência: incontinência, lascívia e luxúria

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Agradecimentos aos Parceiros do Nosso Casamento - 20/12/2014 Andreia e Luiz Claudio Sieczko Reis


Agradecimentos Especiais para todos aqueles que estiveram envolvidos no nosso casamento religioso realizado em 20/12/2014:
- Cerimonialista: Renata Vieira Renatav
- Celebrante Religioso: Bispo Dom Roque
- Músicas religiosas: Cantorum Musical para Eventos
- Bolo: Cida Miotto
- Doces Finos: Mônica Henrici Bolos Artísticos
- Chocolates Choco Tati: Tatiana F. B. Coutinho
- Buffet de Crepes: Crepe Gourmet Buffet
- Bouquet de Broches: Andreia Sieczko Reis
- Lembrancinhas: Nina Sieczko e Renata Camila Vieira
- Doces simples: Liana
- Bem Casados: Bem Casados Sonia Costa
- Salgados de Forno: Elizete
- Bouquet de Santo Antônio: Arte Bia Bianca Sampaio
- DJ: Julinho Som
- Flores e Decoração: Renata Vieira e Andreia e Luiz Claudio Sieczko Reis
- Santo Antônio das Alianças: Graciane Marinho
- Assessoria Maquiagem/Cabelo: Andrea Noivas E Produções
- Vestido/Véu: Glória Noivas
- Staff: Maria, Leo, Anderson, Telma.
- Foto / Filmagem: Alex De Luna e Daniel Martins
- Bebidas: Fernando Itaipava. Allex Lozorio
- Segundas Alianças: Luiz Claudio / Monte Carlo Jóias

- Locação de Móveis: Puff & Cia
Foi corrido, mas contamos com os melhores!!!!!!!!!!!!!
Em agosto tem mais...
Nosso muito obrigado: Andreia e Luiz Cláudio.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

É cada coisa que se ouve no metrô...

O mundo está de cabeça pra baixo...
Vejo/ouço uma pseudo-mãe prostituindo a própria filha em troca de um teto pra viver...
É cada coisa que se ouve no metrô...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Aniversário da Nossa Maria

Maria hoje completou 54 anos.
Desses 54, ela convive comigo há 16 anos.
Maria é uma pessoa muito querida por todos que a conhecem. 
Uma pessoa muito especial, com toda sua simplicidade.
Parabéns, Maria!!!!
Te adoro

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Quem sabe um dia?

Um andante sem rumo, autômato, robô... ser humano sem alma... sem brilho, sem raça. E ainda, além de tudo, prisioneiro de si mesmo. Cavaleiro sem ideal... vaga, através dos anos, tentando ser contente, jurando, a cada minuto, fidelidade ao que julga ser o certo!

Pobre ser!

Imagino sua dor... e acompanho seus passos, em caminhos paralelos; esperando, quem sabe um dia, te entender.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Não sei nem quando, nem como, nem porquê...

Algo em mim mudou.
Não sei nem quando, nem como, nem porquê...
Só sei que mudou e continua mudando... cada dia um pouco mais. Eu me assusto, com meus pensamentos e ações. O que antes era um prato cheio para uma boa demanda, hoje ou eu dissolvo na conversa, ou me recolho e sigo em frente. Acho que as pessoas devem estar achando que fiquei idiota... e talvez até se animem a me testar. Minha parte má continua dentro de mim... contida...  eu continuo achando que tudo seria mais fácil se fosse resolvido no "tiro-porrada-e-bomba". Mas tem alguma força que se faz mais forte que meu mal/mau gênio. Minha ira está adormecida, e bons pensamentos me invadem, mesmo contra minha vontade. Não sei se gosto desse novo jeito... não sei ser "boa". Nunca fui boazinha... os bons sempre me enervaram... Fico confusa e estressada com tanta bondade brotando... e fluindo... e tomando conta de mim. Não sei o que é isso, quem mandou pra mim essa nova maneira de ser e pensar. É claro que não mudei totalmente... isso é praticamente impossível a meu ver... mas o que ocorre hoje, já seria impossível, mas já o é. Contudo, confesso que é mais fácil sentir-se leve, sem o peso da maldade, das mentiras e de todos os atos danosos que já pratiquei... por minha pura e legítima vontade. Estou tentando conviver com esse novo jeito, e rezando para que ninguém acorde novamente o monstro que vive em mim. Por que se ele acordar, o bagulho fica feio... e nem eu vou querer me ver!

Deus nos abençoe e nos ajude!

Amém.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Apenas os amantes da boa mesa podem entender...

Eu realmente gosto de cozinhar. Também é verdade que eu a-do-ro comer!!!! Mas o que mais me fascina na arte culinária é a magia que todo o ritual em volta da comida tem. E não falo em utensílios e ingredientes, não... falo de algo muito mais sutil e importante. Eu gosto "no ato de cozinhar" todas as sensações que nosso corpo e nossa alma sente. Eu gosto do amor depositado na minha obra, uma fusão, uma alquimia, na sinergia dos temperos, amo as lembranças quem vem com a comida. As lembranças de um tempo que já passou, mas que se reproduz imediatamente quando sentimos o cheiro da refeição... nossa memória nos remete instantaneamente ao momento vivido outrora. E o paladar? sentimos o gosto da comida e saudade, de alimento e alegrias.  Quase que totalmente, eu afirmo que as pessoas tem apenas boas e felizes memórias envolvendo comida. Pouquíssimas pessoas guardam na memória capítulos ruins envolvendo comida. A grande maioria, possui lembranças positivas e felizes destes momentos.  Quem não tem saudades dos cafés da tarde na casa da nossa avó?  Do lanche que as mães serviam quando as colegas da escola iam fazer trabalhinhos na época do primário, dos "miojos" na volta da praia, as comidas típicas do Natal, da Páscoa... Quem nunca se encantou com a massa de pão, crescendo debaixo do pano de prato, e depois ardendo de desejo com o cheiro de pão, saindo do forno, para a mesa? Hummm, minha mãe fazia manteiga... ela batia as natas, à mão (devia cansar muito, né?) até que chegasse à textura de manteiga, amarelinha! Os doces, para alegrar nossos dias, bolinhos de chuva, para quando tivessem tempestades... molho de macarrão caseiro, hoooooras cozinhando no fogo baixo. Arroz e feijão, servidos como se fossem almas gêmeas... e batatas. Minha mãe faz batatas russas deliciosas... Dos salgadinhos que fazíamos 1 mês antes das festinhas e ficavam contados, congelados e separados em saquinhos... esse ritual era gostoso; juntavam as mulheres da família e ficavam lá... fazendo a massa e depois formando as bolinhas, as coxinhas... Cheiro de sopa, me remete à cheiro de nuvem. Pelo menos eu acho que nuvem tem cheiro de sopa!!! Pizza caseira, com massa gordinha, fofinha que minha tia faz... a de sardinha é uma gostosura no dia seguinte, mesmo fria. Biscoito de polvilho é outra delícia, só de relembrar, me enche a boca d'àgua... e as lembranças dos sacolés de fruta, que eu não tinha paciência para esperar congelar, e acabava bebendo o suco,  que tentava - em vão - virar picolé de saquinho... sagú de vinho, sagú de leite, canjica, omelete detudoquetemnageladeira!!! "Roupa velha" aquela comida que fazemos em uma frigideira, na madruga, para matar a fome de quem veio (jovem) da balada. Hambúrguer não dava certo... o cheiro acordava nossa mãe, e a bronca vinha junto... ah, bons tempos... Meu "menu" favorito quando eu ficava doentinha e minha mãe fazia a comidinha que adoooro: purê de batatas, bife à milanesa e salada de alface e tomate. Almoços de domingo... lanche de fim de tarde, mingau depois do Fantástico, pra dormir com a pança quentinha... Jantares românticos, inesquecíveis; brindes, celebração, felicidades... momentos para serem lembrados por toda uma eternidade. Satisfação, alegrias, recordações, bem-estar... um bem estar bem enorme, que não caberia em palavras, aqui neste post. Pra mim, a refeição é sagrada, é linda! A Santa Ceia foi linda... Independente do "chique" e sofisticado que pode ser um prato... um PF bem feito, bem temperado, preparado com amor e carinho tem muito, muito, muuuito mais valor que um prato servido com pompa e circunstância... se não tiver sido feito com amor, pode levar à congestão. Eu gosto tanto de cozinhar, que se eu estiver triste, com raiva ou chateada, eu evito entrar na cozinha. Já fiz algumas tentativas e comigo, é comprovado: minha mão fica ruim... eu salgo demais a comida, ou passa do ponto, não fica legal... vai tudo pro lixo... o que pra mim, é um sacrilégio. A cozinha é um lugar sagrado, um laboratório de amor, onde criamos as obras mais deliciosas da nossa vida, nosso alimento, que nos mantém vivos, que nos dá energia e recheia nossa alma de boas lembranças. Eu sou uma apaixonada pela boa mesa e por toda emoção que ela me proporciona. Hummm, deu fome, vou ali e já volto...
 
 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

sábado, 27 de setembro de 2014

Estudando um pouco da finitude com Dostoiévski

 
"Eles não desejavam  nada e eram serenos, não ansiavam pelo conhecimento da vida como nós ansiamos por tomar consciência dela, porque sua vida era plena.  Mas sua sabedoria era mais profunda e mais elevada que a nossa ciência; uma vez que a nossa ciência buscar explicar o que é  a vida, ela mesma anseia por tomar consciência da vida para ensinar os outros a viver... ao passo que eles, mesmo sem ciência, sabiam como viver".
 
Dostoiévski



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Trinta linhas de prosa sobre o Casarão, by Jocemar de Souza Barros

“Trinta linhas de prosa sobre o Casarão”

... E como se percebessem aquele estado de quase abandono, as pequenas folhas secas e amareladas eram trazidas e conduzidas pelo vento, invadindo e deslizando alvoroçadas pelos corredores do velho casarão, e com o simples roçar de seus corpos leves com o chão, de certa forma, quebravam discreta e suavemente o silêncio e a sensação de vazio deixada pela ausência das pessoas.

Lá fora, a frondosa mangueira da frente do prédio, permanecia majestosa e balançando sua copa ao contato do vento, abrigando entre seus galhos e folhagem os pássaros que pareciam cantar reclamando a presença daquela gente, que até poucos dias atrás, circulava pelo passeio no entorno do jardim, desfrutando de sua generosa sombra e geralmente alheia ao cantarolar espaçado das aves, não lhes dando a merecida atenção, certamente tomada pela rotina e preocupações com os afazeres do dia-a-dia. Os camaleões, habituais vizinhos, pareciam mais atrevidos, arriscando um número maior de aparições e passeios à luz do dia, já sem tanta preocupação com a camuflagem ou mesmo com o risco de serem atropelados por alguém mais distraído.

Descontando-se o tilintar das folhas e o canto descontraído dos pássaros, era quase possível ouvir-se o silêncio ao passar pelos corredores do casarão.

Ao olhar para dentro dos salões apagados e vazios, guardando apenas a mobília abandonada, podia-se dar vazão a pequenos flashes de memória dos dias agitados de tempos recentes e mais ainda, lembrar-se de quantos já haviam passado por ali, em tempos mais remotos.

Na verdade, o velho casarão abrigou e assistiu algumas gerações - que se renovaram como tudo tem de ser, afinal - passando incólume pelo tempo, resistindo impávido à ação contínua e aos golpes frequentes da natureza.

Assim, em poucos dias, o velho casarão, após ter cumprido seu papel por décadas, fará parte do passado de toda gente que por ali passou, viveu e conviveu, e as folhas e o vento e os pássaros e até mesmo os camaleões, poderão passear livremente através de seus corredores, que pela simetria, muitas vezes confundiram os visitantes menos habituais, até que a estrutura cumpra seu destino final, voltando ao pó e guardando para sempre as várias histórias ali vividas, das quais foi parte integrante, dando lugar ao novo espaço planejado; quem sabe até, para ser um novo Casarão!

Jocemar de Souza Barros.

RJ, 22/09/2014



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Aqui é o planeta Terra...

Frente a tudo que vejo nesta vida... faz-me lembrar uma palestra em que Divaldo Franco, ouviu de uma senhora que seu neto era ao mesmo tempo seu filho, uma vez que teve relações com o próprio filho... Assustado com a revelação, Joanna de Angelis, sua mentora, alertou-o: " POR QUE ESSE ESPANTO, DIVALDO ?  AQUI É O PLANETA TERRA "
Diante disso, nada mais tenho a declarar no dia de hoje!

domingo, 7 de setembro de 2014

Em tempos de eleição... é bom recordar!

"...Política não se faz com ódio, pois não é função hepática. É filha da consciência, irmã do caráter, hóspede do coração. Eventualmente, pode até ser açoitada pela mesma cólera com que Jesus Cristo, o político da Paz e da Justiça, expulsou os vendilhões do Templo. Nunca com a raiva dos invejosos, maledicentes, frustrados ou ressentidos. Sejamos fiéis ao evangelho de Santo Agostinho: ódio ao pecado, amor ao pecador. Quem não se interessa pela política, não se interessa pela vida..."
Ulysses Guimarães

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Por mais mil anos... para sempre


05/09/2014

Hoje seria um dia de comemoração com minha avozinha se ela ainda estivesse neste plano. Mas ela não está e isso me deixa nostálgica pois é mais uma pessoa querida que eu perdi.  Meu Deus, como as pessoas fazem falta, e nem percebemos o quanto, até que a perdemos. Lidar com essa finitude da vida que conhecemos é um exercício diário. Lidar com a perda, é um sentimento tão abrupto... e ninguém consegue me passar uma receita de como amenizar a saudade... Ultimamente, eu tenho tido minhas primeiras perdas e não está sendo fácil administrá-las e penso muito o que virá ainda, no futuro. Eu sempre ouvia amigos mais experientes falando sobre isso... mas a vida... a vida ensina a cada um de forma personalizada. De muito pouco vale o meu depoimento. Poucos entenderão o que sinto, mas um dia, todos entenderão. O tempo é o maior professor do conhecimento, não há dúvida disso, e isso, eu já entendi. Mesmo eu acreditando que há vida após essa vida, continuo engatinhando nesse mistério. Eu me conforto com as boas lembranças que guardo comigo. Eu aproveitei o que pude, embora saiba que poderíamos ter aproveitado mais. É minha história sendo escrita, meus passos neste caminho. É tudo tão estranho... Volto meus pensamentos às perguntas que vira e mexe, embaralham minha mente: de onde viemos, pra quê, por quê viemos e afinal, pra onde vamos? O importante nesse momento, é que estou aprendendo a ter mais paciência com a vida, com as pessoas ao meu redor, e isso é tão difícil. Tudo que fazemos fica gravado em algum lugar, uma infinita memória; um super HD que mais tarde vai nos servir para alguma coisa, para nos mostrar os erros ou acertos? No que mudamos, melhoramos? Em como nos comportamos com o passar da vida e o que aprendemos com tudo isso? Não sei explicar. Hoje eu sinto saudade, e isso basta para me fazer repensar tudo o que até hoje vivi. Eu desejo que minha avó esteja bem... e que de alguma forma, meu carinho chegue até o coração dela.  
 
 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Preços descabidos!!!

Geennteeeeeemmm!!!! O que está acontecendo com o mundo??? A comida está mais cara nas prateleiras dos supermercados. Vou ao mercado 1 vez por semana, e estou a par dos preços, tanto em função do valor da coisa em si, assim como pela diferença entre mercados mais "populares" e mercados mais "caros". Toda pessoa que frequenta supermercados sabe os preços do que compra semanalmente. 

Eu ontem levei um baita susto!!! 


O preço da carne aumentou vergonhosamente, itens como queijos, hortifrutis, feijão, azeite... nossa! Semana passada, fui ao mesmo supermercado, comprei praticamente os mesmos produtos e a conta foi mais baixa. O engraçado, é observar a cara de desespero das pessoas... olhando para as prateleiras, tentando imaginar o que pode ter acontecido com a economia desse país (nesta última semana) que justificasse a alta dos commodities... Os consumidores andando a ermo, como se fossem zumbis... sabendo que algo estava estranho, mas todos nós sem saber o porquê. 

Qual remédio? deixar de comer? ou levar produtos de baixa qualidade para encher a pança? Qualquer dia desses, estaremos satisfeitos tomando sopa de papelão... e a economia? Lá em cima... e os governantes? sacaneando cada vez mais... e os impostos? usurpando até o último centavo do povo.

Eleição tá chegando... só digo isso! (por enquanto).




quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vida... vida que segue...

Eu perdi muita coisa em minha vida.
Eu perdi muita coisa porque não tive paciência para esperar que essas coisas se resolvessem por conta do seu próprio tempo. Eu quis ser mais rápida que o tempo... eu quis acelerar o processo, ir mais depressa que o vento. Por isso, perdi. Perdi muito, quase tudo do que eu poderia ter ganho, se tivesse esperado. Eu tive a escolha da espera ou a pressa de fazer e/ou tentar resolver as coisas do meu modo. Por ondava a minha paciência naquela época? Por que eu não deixei que o tempo se encarregasse das coisas? Por que eu imaginava - na minha santa ignorância juvenil - que eu soubesse os passos certos a dar? Hoje eu olho pra trás... e mesmo não me lamentando ( porque eu não posso me arrepender nunca das minhas escolhas ) sinto que hoje eu teria feito diferente. Muita coisa teria tido o desfecho sonhado. Refletindo sobre as diversas etapas de minha vida, onde eu abraçava as minhas escolhas no intuito de fazer melhor, conseguir do meu jeito, nem sempre consegui o resultado almejado. Muitos tiros saíram pela culatra.
Enfim... vida que segue...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

São Bento - 11/07/2014

CRUX SACRA SITI MIHI LUX

NON DRACO SITI MIHI DUX

VADE RETRO SÁTANA

NUNQUAM SUADE MIHI VANA

SUNT MALA QUAE LIBAS

IPSE VENENA BIBAS


terça-feira, 1 de julho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Apenas o que pensas...

E chega então o temido dia...
Agora é hora de pôr a prova toda a certeza que conservastes nos teus dias de descanso.
Não vai ser fácil.
Pra todos os efeitos, contas com a robustez que pensas ter adquirido com minha falta. Como palpitarás no decorrer das horas? Quantas partes de medicina serão necessárias para aplacar seu pensamento? E o impulso que pulsas por mim? Como vais deter a necessidade imperiosa, irresistível e impetuosa de pensar em nossa vida em comum? Não sabes o que é isso... Não tens idéia do poder do sismo... E sei com toda a certeza de que o dia amanhecerá após a noite, que não terás a medida suficiente para preencher seus dias de números. O mundo quadradinho tremerá em sua base e suas linhas retas e esquadrinhadas tornar-se-ão ondas curvas, sinuosas, e pensarás novamente em um novo mundo, uma outra possibilidade... E incontinente, lembrarás de minhas palavras e não mais terás a veemência necessária pra cumprir sua prova... Não porque não mereças... mas porque não conseguirás seguir na mesma linha.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Panis et Circenses

Hoje eu não estou bem... já faz um tempo que não estou bem... ás vezes parece que não faço mais parte deste mundo. Tá tudo tão estranho, as coisas tão erradas, que me pergunto o quê, pra quê, por quê... Vejo tantas coisas estranhas acontecendo. O mundo tá de cabeça pra baixo? Será que apenas eu estou nesse questionamento? Eu vejo pessoas ignóbeis, vivendo em um mundo de loucura, mentiras... pessoas utópicas... vagando em um mundo de quimeras. Sei lá...  Hoje meu momento é de perdas... Estou vendo parte de minha história se acabar, esvaindo-se sem que eu entenda a  lógica desta vida. Há uma semana atrás eu perdi uma pessoa da família e hoje perdi uma amiga que conheci em minha adolescência. Quando eu falo em perdas, não falo somente de morte. Não falo apenas do ciclo da vida, que vai se renovando. Eu não acredito na morte como a maioria das pessoas, não é sobre isso que tento escrever agora. Eu discorro sobre a perda, sob outra forma... de uma maneira insana, cruel, sem que se possa entender o porquê de como se deu a perda. Minha tia avó era velhinha, era uma mulher de idade... mas saber que ela vivia, era uma forma, em meu íntimo, de saber que ela era a irmã de minha avó - que faleceu muito jovem e nem conheci... era bom! Mesmo morando em outra cidade, em outro estado, eu sabia que ela estava lá.... que tinha as coisinhas dela... e minha parcela egoísta de ser humano se sentia confortável de saber que ela estava viva, ali, no dia-a-dia dela. O pior da minha dor, é saber que minha querida tia avó, faleceu não apenas pela idade, não porque a missão dela havia acabado por aqui. Minha tia avó foi vítima de um governo corrupto, safado, que não fornece saúde de qualidade a sua nação. Minha dor é a dor de milhões de brasileiros que sofrem sem estrutura hospitalar digna. E olha que minha avó teve assistência moral, cuidado e amor de seu filho... mas me dói saber que meu país trata com descaso o povo que o mantém.  Há 3 semanas, minha comadre perdeu sua mãe, assim como minha tia avó, de infecção hospitalar. E eu também sofri. Hoje, faleceu, igualmente,  de infecção hospitalar minha professora de língua russa. Quando a conheci, eu tinha 14 anos e a cabeça cheia de sonhos. Eu não tinha idéia do que era ser adulta. Minha professora de russo foi professora dos meus tios e também de minha mãe, a quem se tornou grande amiga e assim, os laços de amizade foram se estreitando. Hoje eu tive mais essa perda. Todos esses episódios, me marcam... Eu olho para os lados e vejo pessoas achando o máximo ter Copa do Mundo aqui no nosso país. Eu sinto vergonha! E esse sentimento dói em mim de forma muito particular. Não consigo entender como as pessoas podem aceitar esse evento em um país de tamanha carência. Nos falta de tudo um pouco... faltam escolas e creches para milhares de crianças. Temos milhões de adultos analfabetos. Vivemos uma extrema insegurança. Não podemos contar com uma justiça de igualdade, a isonomia não é para todos, a justiça não é erga omnes. A liberdade de expressão não é  100% democrática... talvez  não chegue a 10%... Eu vejo tanta sujeira pra todos os lados. Eu ainda vejo a fome nos rostos, apesar de tantas bolsas no governo. É tanta carência, falta tanto a este país tão lindo, porém que vive no  meio de lama, um submundo medíocre, governado por escórias. Escroques sem coração... não dão nem o mínimo de dignidade aos seus... Eu não consigo entender... quiçá eu fosse mais feliz, se fosse ignorante como a maioria que ri de sua própria desgraça. Vi no noticiário um homem que perdeu sua casa, junto com sua dignidade e demais pertences materiais alojado em uma escola pública, vítima de alagamentos ocasionados por chuvas no sul do país, comemorando  o placar de um jogo sofrido e suado de nossa seleção.  Deus que me perdoe, mas eu não vejo vantagem nisso. Eu não consigo sorrir ao analisar que trabalho meses a fio durante um ano, para pagar impostos severamente abusivos e não ver retorno do dinheiro, que deveria ser aplicado a favor das necessidades básicas de um país. Eu ainda preciso agradecer por ter um trabalho que me sustenta... mas cada dia que passa, fica mais difícil. O que está acontecendo com o mundo? Por que as pessoas se dopam com pinceladas de alegrias, quando as necessidades mais básicas estão sendo esquecidas numa tela de TV ?  Eu não entendo... A massa talvez se revolte com minhas linhas... As pessoas talvez se afastem por imaginar que a utópica seja eu. Não... não sou melhor que ninguém, nem tenho a pretensão de mudar o mundo sozinha. Mas me assusta saber que meu escrutínio não vai valer de nada ao ser apurado... provavelmente as urnas não serão secretas a ponto de mudar o panorama que observo. Hoje o dia não foi legal... Hoje eu não estou bem. Hoje me sinto triste e à margem de um quadro difícil de ser resolvido... a maioria está torcendo por alguns caras chutando uma bola... e enquanto isso,  pessoas morrem, pessoas sentem fome, pessoas vivem sem ter como viver. E o tempo não para... e amanhã o dia nasce de novo, e nada muda. Resta-me olhar essa falsa alegria estampada, e quando não mais aguentar, correr para ( meu ) local seguro, onde então observo com segurança esse cenário de pão e circo.