domingo, 24 de junho de 2018

Andreia Sieczko: Enredos

Andreia Sieczko: Enredos: Engulo teus gemidos, enquanto meu corpo se cola ao seu, meus olhos não enxergam nada que não seja você. O peito acelera, a boca seca, as mão...

Andreia Sieczko: A dor de um amor não se cura com a razão

Andreia Sieczko: A dor de um amor não se cura com a razão: A dor de um amor não se cura com a razão... e mesmo conscientes da impossibilidade; quem ama, não abre mão do sonho... O quase amor, a qua...

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Liga o Foda-se e espere... o que tiver de ser, será!


Como já havia publicado aqui no blog:

"O que é pra ser nosso, a gente não pede... a vida faz acontecer."

Então, diz pra mim, pra que se preocupar em demasia? Pra quê se prender a coisas que não dependem de ti? Cabe a mim, a você, a todos nós, deixar livre, não fazer absolutamente nada a respeito de nada...

Liga o Foda-se e espere...

o que tiver de ser, será! 

Vauquita


quarta-feira, 20 de junho de 2018

PARANÓIA OU MISTIFICAÇÃO?

Texto retirado do link:
http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/educativo/paranoia.html

PARANÓIA OU MISTIFICAÇÃO? 

Este artigo foi publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 20 de dezembro de 1917, com o título "A Propósito da Exposição Malfatti", provocando a polêmica que afastaria os modernistas de Monteiro Lobato. 
  
Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em conseqüência disso fazem arte pura, guardando os eternos rirmos da vida, e adotados para a concretização das emoções estéticas, os processos clássicos dos grandes mestres. Quem trilha por esta senda, se tem gênio, é Praxíteles na Grécia, é Rafael na Itália, é Rembrandt na Holanda, é Rubens na Flandres, é Reynolds na Inglaterra, é Leubach na Alemanha, é Iorn na Suécia, é Rodin na França, é Zuloaga na Espanha. Se tem apenas talento vai engrossar a plêiade de satélites que gravitam em torno daqueles sóis imorredouros. A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza, e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos de cansaço e do sadismo de todos os períodos de decadência: são frutos de fins de estação, bichados ao nascedouro. Estrelas cadentes, brilham um instante, as mais das vezes com a luz de escândalo, e somem-se logo nas trevas do esquecimento.


Embora eles se dêem como novos precursores duma arte a ir, nada é mais velho de que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranóia e com a mistificação. De há muitos já que a estudam os psiquiatras em seus tratados, documentando-se nos inúmeros desenhos que ornam as paredes internas dos manicômios. A única diferença reside em que nos manicômios esta arte é sincera, produto ilógico de cérebros transtornados pelas mais estranhas psicoses; e fora deles, nas exposições públicas, zabumbadas pela imprensa e absorvidas por americanos malucos, não há sinceridade nenhuma, nem nenhuma lógica, sendo mistificação pura. Todas as artes são regidas por princípios imutáveis, leis fundamentais que não dependem do tempo nem da latitude. As medidas de proporção e equilíbrio, na forma ou na cor, decorrem de que chamamos sentir. Quando as sensações do mundo externo transformam-se em impressões cerebrais, nós "sentimos"; para que sintamos de maneiras diversas, cúbicas ou futuristas, é forçoso ou que a harmonia do universo sofra completa alteração, ou que o nosso cérebro esteja em "pane" por virtude de alguma grave lesão. Enquanto a percepção sensorial se fizer anormalmente no homem, através da porta comum dos cinco sentidos, um artista diante de um gato não poderá "sentir" senão um gato, e é falsa a "interpretação" que o bichano fizer um "totó", um escaravelho ou um amontoado de cubos transparentes. Estas considerações são provocadas pela exposição da Sra. Malfatti, onde se notam acentuadíssimas tendências para uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso e companhia. Essa artista possui talento vigoroso, fora do comum. Poucas vezes, através de uma obra torcida para a má direção, se notam tantas e tão preciosas qualidades latentes. Percebe-se de qualquer daqueles quadrinhos como a sua autora é independente, como é original, como é inventiva, em que alto grau possui um semi-número de qualidades inatas e adquiridas das mais fecundas para construir uma sólida individualidade artística. Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios dum impressionismo discutibilíssimo, e põe todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura. Sejam sinceros: futurismo, cubismo, impressionismo e tutti quanti não passam de ouros tantos ramos da arte caricatural. É extensão da caricatura a regiões onde não havia até agora penetrado. Caricatura da cor, caricatura da forma - caricatura que não visa, como a primitiva, ressaltar uma idéia cômica, mas sim desnortear, aparvalhar o espectador. A fisionomia de que sai de uma destas exposições é das mais sugestivas. Nenhuma impressão de prazer, ou de beleza denuncia as caras; em todas, porém, se lê o desapontamento de quem está incerto, duvidoso de si próprio e dos outros, incapaz de racionar, e muito desconfiado de que o mistificam habilmente. Outros, certos críticos sobretudo, aproveitam a vaza para épater les bourgeois. Teorizam aquilo com grande dispêndio de palavrório técnico, descobrem nas telas intenções e subintenções inacessíveis ao vulgo, justificam-nas com a independência de interpretação do artista e concluem que o público é uma cavalgadura e eles, os entendidos, um pugilo genial de iniciados da Estética Oculta. No fundo, riem-se uns dos outros, o artista do crítico, o crítico do pintor e o público de ambos. Arte moderna, eis o estudo, a suprema justificação. Na poesia também surgem, às vezes, furúnculos desta ordem, provenientes da cegueira sempre a mesma: arte moderna. Como se não fossem moderníssimo esse Rodin que acaba de falecer deixando após si uma esteira luminosa de mármores divinos; esse André Zorn, maravilhoso "virtuose" do desenho e da pintura; esse Brangwyn, gênio rembrandtesco da babilônia industrial que é Londres; esse Paul Chabas, mimoso poeta das manhãs, das águas mansas, e dos corpos femininos em botão. Como se não fosse moderna, moderníssima, toda a legião atual de incomparáveis artistas do pincel, da pena, da água-forte, da dry point que fazem da nossa época uma das mais fecundas em obras-prima de quantas deixaram marcos de luz na história da humanidade. Na exposição Malfatti figura ainda como justificativa da sua escola o trabalho de um mestre americano, o cubista Bolynson. É um carvão representando (sabe-se disso porque uma nota explicativa o diz) uma figura em movimento. Está ali entre os trabalhos da Sra. Malfatti em atitude de quem diz: eu sou o ideal, sou a obra-prima, julgue o público do resto tomando-me a mim como ponto de referência. Tenhamos coragem de não ser pedante: aqueles gatafunhos não são uma figura em movimento; foram, isto sim, um pedaço de carvão em movimento. O Sr. Bolynson tomou-o entre os dedos das mãos ou dos pés, fechou os olhos, e fê-lo passar na tela às pontas, da direita para a esquerda, de alto a baixo. E se não o fez assim, se perdeu uma hora da sua vida puxando riscos de um lado para o outro, revelou-se tolo e perdeu tempo, visto como o resultado foi absolutamente o mesmo. Já em Paris se fez uma curiosa experiência: ataram uma brocha na cauda de um burro e puseram-no traseiro voltado numa tela. Com os movimentos da cauda do animal a broxa ia borrando a tela. A coisa fantasmagórica resultante foi exposta como um supremo arrojo da escola cubista, e proclama pelos mistificadores como verdadeira obra-prima que só um ou outro raríssimo espírito de eleição poderia compreender. Resultado: o público afluiu, embasbacou, os iniciados rejubilaram e já havia pretendentes à tela quando o truque foi desmascarado. A pintura da Sra. Malfatti não é cubista, de modo que estas palavras não se lhe endereçam em linha reta; mas como agregou a sua exposição uma cubice, leva-nos a crer que tende para ela como para um ideal supremo. Que nos perdoe a talentosa artista, mas deixamos cá um dilema: ou é um gênio o Sr. Bolynson e ficam riscados desta classificação, como insignes cavalgaduras, a coorte inteira dos mestres imortais, de Leonardo a Steves, de Velásques a Sorolla, de Rembrandt a Whistler, ou... vice-versa. Porque é de todo impossível dar o nome da obra de arte a duas coisas diametralmente opostas como, por exemplo, a Manhã de Setembro, de Chabas, e o carvão cubista do Sr. Bolynson. Não fosse a profunda simpatia que nos inspira o formoso talento da Sra. Malfatti, e não viríamos aqui com esta série de considerações desagradáveis.

Há de ter essa artista ouvido numerosos elogios à sua nova atitude estética. Há de irritar-lhe os ouvidos, como descortês impertinência, esta voz sincera que vem quebrar a harmonia de um coro de lisonjas. Entretanto, se refletir um bocado, verá que a lisonja mata e a sinceridade salva. O verdadeiro amigo de um artista não é aquele que o entontece de louvores, e sim o que lhe dá uma opinião sincera, embora dura, e lhe traduz chãmente, sem reservas, o que todos pensam dele por detrás. Os homens têm o vezo de não tomar a sério as mulheres. Essa é a razão de lhes derem sempre amabilidades quando elas pedem opinião. Tal cavalheirismo é falso, e sobre falso, nocivo. Quantos talentos de primeira água se não transviaram arrastados por maus caminhos pelo elogio incondicional e mentiroso? E tivéssemos na Sra. Malfatti apenas uma "moça que pinta", como há centenas por aí, sem denunciar centelhas de talento, calar-nos-íamos, ou talvez lhe déssemos meia dúzia desses adjetivos "bombons" que a crítica açucarada tem sempre à mão em se tratando de moças. Julgamo-la, porém, merecedora da alta homenagem que é tomar a sério o seu talento dando a respeito da sua arte uma opinião sinceríssima, e valiosa pelo fato de ser o reflexo da opinião do público sensato, dos críticos, dos amadores, dos artistas seus colegas e... dos seus apologistas. Dos seus apologistas sim, porque também eles pensam deste modo... por trás.

Texto retirado do link:
http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/educativo/paranoia.html

terça-feira, 19 de junho de 2018

Saudade de conversar com você, Waltinho!


Mesmo quando nos observavam...
Mesmo quando nossa cumplicidade incomodava as pessoas...
A gente na verdade, nunca parou de se falar.

:)


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Minha imodéstia!



Eu sei que pode ser pretensão minha...
Mas eu tenho os 2 irmãos mais lindos que uma irmã mais velha pode ter.

AMO MUITO!

Somos nós: eu, Waltinho e Victor


Eu vou amar pra sempre, para todo o sempre!
Meu Deus, muito obrigada por ter me dado 2 irmãos. Muito obrigada pela minha família. Muito obrigada por todos os momentos que passamos juntos. Muito obrigada por cada encontro, cada risada, cada piada, cada brincadeira, cada conversa que tivemos juntos.

Meus irmãos, sempre seremos nós...
Sempre vou amar demais vocês!

domingo, 17 de junho de 2018

Hoje o dia foi triste

Hoje o dia foi triste.
Pra mim, foi...
O irmãozinho caçula da Gabi foi chamado pelo Senhor. Foram 16 anos lutando contra um câncer de pulmão. Que dó, apenas 20 anos de idade. Eu sei, ele descansou... isso aqui é uma passagem, também sei que nosso espírito é imortal... mas eu sempre vou achar muito triste, perder um irmão mais novo. Nunca vou achar normal, nunca vou me acostumar com a realidade chamada vida. Todos sabemos que a única realidade da vida, é a morte, mas também sei que não estamos preparados. Ninguém está preparado para perder a quem ama. Me conforta saber que o Fabio, esse anjo que está agora nos braços do Pai, foi cuidado por sua família. Partiu na hora que aprouve nosso Senhor Deus. Foi, é e sempre será amado por sua irmã, por sua família e amigos. Não tenho muito o que expressar. Foi complicado para mim e para mamãe irmos até lá, dar um abraço na Gabi. Dá um trictric... nos faltou ar.. e entrou pesado. A mente fica em alerta, muitas coisas na cabeça, tudo volta, uma tristeza que é mais forte que nós.

Deus abençoe e conforte o coraçãozinho da Gabrielle e de sua família.

sem palavras, dói demais! 

sábado, 16 de junho de 2018

http://anovacristandade.blogspot.com/2016/10/fantasma-caseiro.html - Carlos Moreira

Mais um sensacional texto de Carlos Moreira

Para pensar e refletir...

Uma das grandes tragédias relacionais é a pessoa se tornar um fantasma caseiro. Sim, isso é mais comum do que se imagina, é quando o outro passa a ser ignorado pelo parceiro e aceita viver de migalhas do tempo, busca saciar-se com a escassez de gestos, quase suplica por miudezas de olhares e restos de atenção.

O fantasma caseiro é o estado final da alma que foi desprezada e não se ateve para o mal do abandono, procurou, erradamente, satisfazer-se com pouco, lutou, ainda que heroicamente, para sobreviver do expurgo de um tipo de amor que mata, pois o narcisista só consegue amar àquilo que é espelho.

Quanta gente já vi sucumbir em meio a esse tipo de patologia moderna, viraram assombrações de si mesmos, perambulando por corredores escuros, agonizando solitários em lençóis esbranquiçados, sentados, postumamente, na frente da TV ou comendo comida velha no banquinho de canto da cozinha.

Neste contexto, já dizia Cazuza, a pior solidão é aquela de quem está acompanhado, faz a pele enrugar de tristeza e a boca murchar de descontentamento.

Portanto, se você discerne que está vivendo este processo, que sua existência está lhe levando a se tornar um holograma, uma projeção imaterial de um eu que sucumbiu em si mesmo, se as paredes se tornaram confidentes e os livros uma distração irremediável, talvez esteja na hora de pensar um pouco em você, pois há cura para este tipo de mal, basta que a pessoa acorde do sonífero que fez o coração se tornar dormente a dor.

Acredite, não há pobreza maior do que não ter o que receber de quem se ama, pois a mendicância de afeto corrói mais que a ferrugem do ferro, mata compulsoriamente, faz o corpo implodir em silêncio e sombra, transforma a vida na cinza das horas.

Desta forma, se já estais só, ainda que iludido com uma companhia que não te acompanha, não seria melhor libertar-se deste vício que te prendeu ao outro sem razão e sem por quês? Ama-te a ti mesmo, antes de tudo, e assim será possível amar e ser amado por alguém...


http://anovacristandade.blogspot.com/2016/10/fantasma-caseiro.html




quarta-feira, 13 de junho de 2018

Obrigada, Mãe - Pro Matre

Obrigada, mamãe, Nina Celia Sieczko
Por ter cuidado de mim e do Waltinho.
Quem ama, cuida!




















E comigo fizeram...

Busco em tua ausência, os caminhos por onde te afastastes... o erro que te incomodou, o lugar onde  entendimento se perdeu. Memorizo, a cada instante o último quadro visto, apagando-se com o raio de vida que te deixei quando parti. O cheiro que ainda guardo, o abraço que jamais pensei que fosse o último, a última voz, a derradeira risada que quase não consigo lembrar. Te amo o todo, te amo desde o início, todo o meio, e o que sobrevive nesse tempo sem fim. Hoje, preciso dedicar-me à tua oração, aprender a caminhar com tua fé, e sorrir sozinha ao lembrar do tempo que convivi com tua presença. Acordar amanhã e seguir nessa estrada, chutando as pedras, recorrendo a novos caminhos que me levem à engolir com graça e altivez o direito que me foi negado. Eu sei que pra tudo, existe um motivo, mas não consigo achar o fio da meada... fiquei na vez... como se assistisse um filme sem final feliz, e sem a tecla SAP. Não há entendimento quando a loucura dos outros nos faz mal. Desculpe, mas, impossível entender. Nunca faça aos outros, o que não queres que façam contigo. E comigo fizeram... e de você, me apartaram. Tudo na vida tem um preço. E para alguns, essa conta nunca fecha. Mas um dia, em qualquer dia, a fatura chega... sempre chega... e ela há de chegar.


domingo, 10 de junho de 2018

500 dias sem você, meu irmão... e ainda não acredito...

Nesses 500 dias, quantas coisas passaram em minha cabeça, Waltinho. Meu irmão, como você está? Eu aqui continuo tentando entender o que aconteceu contigo. E ainda não consigo processar na minha cabeça, que você se foi... e foi da maneira que foi. Meu irmão, quanta maldade ao nosso redor, que mundo podre, com pessoas fétidas... Meu Deus, é difícil compreender tanta crueldade. Eu pensei que 1 ano depois de sua partida eu estaria pronta pra seguir adiante... mas ainda não estou inteira, e a cada dia que passa, eu tenho o mais sincero sentimento que eu nunca mais serei quem eu era. Hoje me falta um pedaço... um pedaço enorme, que me fazia ser quem sou (quem eu era, quem fui). Me falta você, irmão... me falta a presença - o saber que você caminhava neste mundo, ainda que longe de mim, mas caminhava... eu caminhava e nós dividíamos as aventuras das nossas caminhadas; um sempre sabendo do outro. E agora, Waltinho? Eu me arrasto sozinha, amparando nossa mãe e nossas tias... é difícil... a família ficou capenga, ninguém entende. Falo, descarrego em terapias tudo o que sinto, na esperança de tirar de mim essa dor, mas eu sou essa dor... eu sou essa saudade, eu sou saudade. Eu sou o que restou de mim, depois que você se foi. Eu sou a irmã orfã, que não tem nome pra caracterizar essa mutilação que é perder um irmão, meu primeiro amigo, meu bebê, meu caçula, a melhor parte de mim, Waltinho. Essa perda é irreparável, respiro pela metade, vivo pela metade, sorrio pela metade. Esses dias eu estava com tia Armida e só falar em você, ela começou a chorar... mas eu falo de você todos os dias, eu falo com você toda hora... a única diferença é que você não me responde, não ouço sua voz. Mas você é tão presente em minha vida, trabalho olhando nossa foto no porta retrato, tenho um colega de trabalho com seu nome, quando vejo filmes de guerra eu lembro de você, quando escuto alguma piada, lembro de ti... são tantos momentos, tantas coisas que me remetem a ti, meu irmão. Nem esses 500 dias, nem mesmo 5.000 dias seriam suficientes pra me fazer esquecer que eu te amo, que você é e será sempre e para todo o sempre o meu irmãozinho. Mamãe e eu rezamos juntas para que você esteja amparado e amado junto a nossa família espiritual. Tia Lamia e tia Armida rezam por você. Você jamais será esquecido. O tempo não será mais forte do que esse amor. A presença física também não vai apagar o amor fraterno que nos une. Meu irmão... meu irmãozinho, Walter Sieczko dos Santos.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

07/06 - Aniversário Victor Hugo - Meus amores, meus irmãos, minha família

Irmãos, a melhor coisa desse mundo!!!!


Na dor e no amor
Para todo o sempre
Uma relação que não se acaba, nunca desgasta.
Amigos que Deus juntou num mesmo sangue, laços indissolúveis: FAMÍLIA

Ninguém... ninguém tem o poder de separar o que Deus determinou.

Minha família
Meus Irmãos
Meus Amigos
Meus Tesouros
A MELHOR PARTE DE MIM


Saudade de nós 3 juntos de novo...
Saudade das nossas risadas,
Saudades, Saudades, Saudades!

Aniversário do Meu Irmão Victor Hugo Araujo dos Santos, Sieczko


 Meu Neném, Caçulinha meu e do Waltinho.
Menino bom, coração de ouro.

 Filho que minha mãe abraçou de corpo e alma.
Tão querido e tão amado.

Com certeza, minha melhor herança... porque não há dinheiro no mundo que seja mais importante que meus irmão e minha família.

Feliz aniversário, Victor
Deus te abençoe com muita saúde e juízo, menino!

Tá ficando velhinho, hein meu irmão? Nunca se esqueça, Victor, você é a melhor parte de mim. Tenho muito orgulho de você, e agradeço a Deus pelo presente que é ter você como irmão.

Te amamos!