sexta-feira, 11 de julho de 2014

São Bento - 11/07/2014

CRUX SACRA SITI MIHI LUX

NON DRACO SITI MIHI DUX

VADE RETRO SÁTANA

NUNQUAM SUADE MIHI VANA

SUNT MALA QUAE LIBAS

IPSE VENENA BIBAS


terça-feira, 1 de julho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Apenas o que pensas...

E chega então o temido dia...
Agora é hora de pôr a prova toda a certeza que conservastes nos teus dias de descanso.
Não vai ser fácil.
Pra todos os efeitos, contas com a robustez que pensas ter adquirido com minha falta. Como palpitarás no decorrer das horas? Quantas partes de medicina serão necessárias para aplacar seu pensamento? E o impulso que pulsas por mim? Como vais deter a necessidade imperiosa, irresistível e impetuosa de pensar em nossa vida em comum? Não sabes o que é isso... Não tens idéia do poder do sismo... E sei com toda a certeza de que o dia amanhecerá após a noite, que não terás a medida suficiente para preencher seus dias de números. O mundo quadradinho tremerá em sua base e suas linhas retas e esquadrinhadas tornar-se-ão ondas curvas, sinuosas, e pensarás novamente em um novo mundo, uma outra possibilidade... E incontinente, lembrarás de minhas palavras e não mais terás a veemência necessária pra cumprir sua prova... Não porque não mereças... mas porque não conseguirás seguir na mesma linha.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Panis et Circenses

Hoje eu não estou bem... já faz um tempo que não estou bem... ás vezes parece que não faço mais parte deste mundo. Tá tudo tão estranho, as coisas tão erradas, que me pergunto o quê, pra quê, por quê... Vejo tantas coisas estranhas acontecendo. O mundo tá de cabeça pra baixo? Será que apenas eu estou nesse questionamento? Eu vejo pessoas ignóbeis, vivendo em um mundo de loucura, mentiras... pessoas utópicas... vagando em um mundo de quimeras. Sei lá...  Hoje meu momento é de perdas... Estou vendo parte de minha história se acabar, esvaindo-se sem que eu entenda a  lógica desta vida. Há uma semana atrás eu perdi uma pessoa da família e hoje perdi uma amiga que conheci em minha adolescência. Quando eu falo em perdas, não falo somente de morte. Não falo apenas do ciclo da vida, que vai se renovando. Eu não acredito na morte como a maioria das pessoas, não é sobre isso que tento escrever agora. Eu discorro sobre a perda, sob outra forma... de uma maneira insana, cruel, sem que se possa entender o porquê de como se deu a perda. Minha tia avó era velhinha, era uma mulher de idade... mas saber que ela vivia, era uma forma, em meu íntimo, de saber que ela era a irmã de minha avó - que faleceu muito jovem e nem conheci... era bom! Mesmo morando em outra cidade, em outro estado, eu sabia que ela estava lá.... que tinha as coisinhas dela... e minha parcela egoísta de ser humano se sentia confortável de saber que ela estava viva, ali, no dia-a-dia dela. O pior da minha dor, é saber que minha querida tia avó, faleceu não apenas pela idade, não porque a missão dela havia acabado por aqui. Minha tia avó foi vítima de um governo corrupto, safado, que não fornece saúde de qualidade a sua nação. Minha dor é a dor de milhões de brasileiros que sofrem sem estrutura hospitalar digna. E olha que minha avó teve assistência moral, cuidado e amor de seu filho... mas me dói saber que meu país trata com descaso o povo que o mantém.  Há 3 semanas, minha comadre perdeu sua mãe, assim como minha tia avó, de infecção hospitalar. E eu também sofri. Hoje, faleceu, igualmente,  de infecção hospitalar minha professora de língua russa. Quando a conheci, eu tinha 14 anos e a cabeça cheia de sonhos. Eu não tinha idéia do que era ser adulta. Minha professora de russo foi professora dos meus tios e também de minha mãe, a quem se tornou grande amiga e assim, os laços de amizade foram se estreitando. Hoje eu tive mais essa perda. Todos esses episódios, me marcam... Eu olho para os lados e vejo pessoas achando o máximo ter Copa do Mundo aqui no nosso país. Eu sinto vergonha! E esse sentimento dói em mim de forma muito particular. Não consigo entender como as pessoas podem aceitar esse evento em um país de tamanha carência. Nos falta de tudo um pouco... faltam escolas e creches para milhares de crianças. Temos milhões de adultos analfabetos. Vivemos uma extrema insegurança. Não podemos contar com uma justiça de igualdade, a isonomia não é para todos, a justiça não é erga omnes. A liberdade de expressão não é  100% democrática... talvez  não chegue a 10%... Eu vejo tanta sujeira pra todos os lados. Eu ainda vejo a fome nos rostos, apesar de tantas bolsas no governo. É tanta carência, falta tanto a este país tão lindo, porém que vive no  meio de lama, um submundo medíocre, governado por escórias. Escroques sem coração... não dão nem o mínimo de dignidade aos seus... Eu não consigo entender... quiçá eu fosse mais feliz, se fosse ignorante como a maioria que ri de sua própria desgraça. Vi no noticiário um homem que perdeu sua casa, junto com sua dignidade e demais pertences materiais alojado em uma escola pública, vítima de alagamentos ocasionados por chuvas no sul do país, comemorando  o placar de um jogo sofrido e suado de nossa seleção.  Deus que me perdoe, mas eu não vejo vantagem nisso. Eu não consigo sorrir ao analisar que trabalho meses a fio durante um ano, para pagar impostos severamente abusivos e não ver retorno do dinheiro, que deveria ser aplicado a favor das necessidades básicas de um país. Eu ainda preciso agradecer por ter um trabalho que me sustenta... mas cada dia que passa, fica mais difícil. O que está acontecendo com o mundo? Por que as pessoas se dopam com pinceladas de alegrias, quando as necessidades mais básicas estão sendo esquecidas numa tela de TV ?  Eu não entendo... A massa talvez se revolte com minhas linhas... As pessoas talvez se afastem por imaginar que a utópica seja eu. Não... não sou melhor que ninguém, nem tenho a pretensão de mudar o mundo sozinha. Mas me assusta saber que meu escrutínio não vai valer de nada ao ser apurado... provavelmente as urnas não serão secretas a ponto de mudar o panorama que observo. Hoje o dia não foi legal... Hoje eu não estou bem. Hoje me sinto triste e à margem de um quadro difícil de ser resolvido... a maioria está torcendo por alguns caras chutando uma bola... e enquanto isso,  pessoas morrem, pessoas sentem fome, pessoas vivem sem ter como viver. E o tempo não para... e amanhã o dia nasce de novo, e nada muda. Resta-me olhar essa falsa alegria estampada, e quando não mais aguentar, correr para ( meu ) local seguro, onde então observo com segurança esse cenário de pão e circo.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

E tem dias, que não sei, não, hein?

Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. E logo eu... Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão. Eu tenho tanto pra contar... coisas que se acumulam em  minha mente. São sensações e certezas, tão reais que me assusto ao me deparar com o quadro que pinto em minha cabeça. Mas ao correr para exemplificar, dar o tom às cores, tudo muda, se esvanece... perco a linha de raciocínio... como se fosse algo que eu soubesse, mas que não pudesse expôr analiticamente. Fico confusa... não sei o que pensei, as palavras se embaralham... mexem comigo. Entretanto, tem momentos que não consigo externar o turbilhão que está prestes a explodir ou não consigo chegar ao papel... pegar o carvão, para rabiscar as formas, letras, sentimentos que vem e vão.

K0NfU$@

terça-feira, 22 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

Vida e Tempo... os senhores da razão!

Absorta em meus pensamentos, eu cheguei a conclusão, não tão positiva quanto eu queria que fosse, mas a crua constatação de que a vida nos faz fortes... Mas que o tempo, tão senhor e enigmático, faz de nós, débeis... diminutos perante a vida, que outrora nos tornou fortes. Esse é um dos mistérios da vida. Por que nascer, por que viver... por que morrer? Qual será a resposta dessa pergunta, falada entre todos idiomas... as línguas, dentre todos os seres? Por quê???  Chega um momento, que desistimos de nos perguntar.. desistimos de encontrar uma réplica. Não há nessa esfera, ser passível de encontrar uma resposta.

Eu não sei...
Eu não sei... não sei...

Me sinto tão pequena diante de tamanho questionamento. Ás vezes, penso que encontrei a chave do enigma, mas me sinto refutada... então, vejo que novamente, perdi o fio da meada. É como num sonho, nele eu tenho as respostas, eu encontro todas as saídas - mas ao despertar, me confundo, me perco... me sinto só nessa longa jornada em busca da descoberta. E aí, volto ao final da fila. Continuo sem saber, continuo minha busca angustiante em saber quem sou e o que estou fazendo aqui.

Então, procuro esquecer (ainda que momentaneamente), tento viver a vida como se fosse mais uma ignorante na multidão. Tento ser feliz nas minúsculas alegrias do dia... estou viva, então, deve haver um porquê. Agradeço ao sol, agradeço a chuva, a noite... o trabalho, o fato de respirar sem a ajuda de aparelhos... eu tenho vida. É melhor esquecer... é melhor não tentar me meter em contendas que não posso suportar. O embate é grande. Não é para mim, não é para nós, simples mortais. Eu sei que a vida, minha vida me fez forte, como todo o dever de casa, com toda a atribulação que fez de mim uma sobrevivente. Me fiz forte, fui forte, sou forte. Mas vem o tempo agora, e começo a me dobrar em cima de minha força... começa a hora de me curvar. Inicia-se o debute do fim. Começa o descer da ladeira. Deu-se o início daquilo que não queremos aceitar...

Trocando em miudos...

A Vida nos faz fortes
O Tempo nos faz débeis..

sábado, 19 de abril de 2014

A ordem é essa!

A ordem do dia então é essa:


- Não ouvir música triste... colocar um som animado e mesmo que me irrrrrrite profundamente, dar a chance de me acostumar com a música, começar de leve mexer os "ombrinhos"... nada de música deprê.


- Meu quarto, não é minha casa... nada de ficar olhando as estrelas. Rua é a palavra de ordem pros dias ruins.


- Esse novo lance de guardar coisas dentro de si, não faz bem... definitivamente.


- Acabar com esse conflito chato que toma meus dias.


- Exercitar-se, mesmo que não queira...


- Não comer como um rato!

X9

Acabo de descobrir que meu
Anjo da Guarda é X9...
tremendo fofoqueiro...
mas eu sei que é pro meu bem... Amo-te!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O Blog Faz 5 Anos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Então, mais um ano... o Blog completa 5 anos! Nem eu imaginava que poderia tanto. Mesmo sabendo que meu cantinho está um pouco esquecido, eu o tenho no coração. É aqui que venho para desabafar, sonhar e contar coisas do vejo e do que vivo. Quem acompanha o blog sabe que precisa decifrar cada linha do que está escrito para saber como estou. Se bem que ainda tenho tantas coisas para reescrever (pois gosto de escrever no papel, à lápis, primeiro...) que agora de vez em quando enlouqueço a mim mesma, rsssss. Mas é que o tempo tem se tornado curto, e eu estou vivendo a 1.000km por segundo...  quase não dá para concatenar o que vivo com o que escrevo. Bom... 5 anos!!! O importante é continuar a caminhada, mesmo que seja em outra velocidade. Não posso parar.... nem de escrever e nem de viver, e minha vida ultimamente tem me consumido. Estou feliz. Me sinto realizada por já ter escrito tantas sensações por aqui: amores, desejos, amizades, tristezas, músicas, conversas com Deus, cotidianos... coisas em família, descobertas, tudo que eu sinto, está aqui! Como o tempo passou rápido, e como o conteúdo das postagens foram mudando no decorrer desse tempo. Mas ainda sou eu... ainda que modificada por outras realidades, mais madura, mais velha, mais experiente... esses 5 anos me deram mais "tudo" de tudo e agradeço única e primeiramente a Deus, pela minha vida, pela minha saúde e por tudo que eu já vivi até aqui. Feliz Aniversário, Blog!!!! Obrigada por guardar as histórias da minha vida em você.
 
Andréia Sieczko

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Cada qual com sua certeza...

Quero sair desta vida com o mínimo de dívidas possível... embora nem sempre isso aconteça! Vira e mexe, estamos em dívidas com alguém, ou ainda com um longo empréstimo a ser liquidado. O mais importante, é fazer por onde deixar tudo quitado.  Nem sempre pagamos os juros impostos pelos nossos credores. Às vezes porque não julgamos a necessidade de pagar por algo que não deveria ser tão caro, outras vezes, a outra parte quer ressarcimento a mais, pelo que pouco fez. Outras ocasiões, mercenários de almas tentam se locupletar em cima de nossa culpa, nossa boa vontade, nossa ignorância. Enfim... Cada um na sua... Cada qual com sua certeza!!! Nem mesmo o mais Santo dos homens foi compreendido! Todo mundo reza em sua própria cartilha. Então, não existe nem o certo, nem o errado. Apenas pontos de vista divergentes. E aí, é como eu disse: é melhor cada um seguir o seu caminho; até porque ninguém nesta terra, tem a imparcialidade e conhecimento necessários para julgar. Você é Deus? Ah, tá... Vou fazendo o meu... dirimindo meus percalços... fazendo o que posso, como posso a quem posso. O resto é apenas o resto... e não cabe a mim direcionar.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

14/01/2014

Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida, ehhh!!!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Sobreverdades

A proclamação da verdade em dias que nada é declaradamente injusto, traz à tona perguntas que permeiam a mente de todo ser pensante: devemos ou não, usar de nossa sinceridade para explanar o que pensamos sobre tudo que acontece ao nosso redor? Se partilhamos nossos pensamentos, somos ordinariamente expostos as reações alheias... pois fatalmente o que eu penso, não agrada a gregos e troianos!!!! E ninguém é obrigado a concordar com ninguém, haja vista que nosso bom Deus concedeu-nos o pensamento, a inteligência (que bem poucos possuem) e o livre arbítrio, que nos torna independentes para gerar idéias, sentimentos e opiniões sobre tudo que fazemos em nossa experiência nesta vida. Se divido com o mundo o que penso, posso ser apedrejada por inimigos (óbvio) ou até mesmo por amigos - que se sentem acuados, ofendidos e desvalidos, por não fazerem parte do time que defendo - nestes casos, a inveja pode sobrepor a amizade, é triste esta constatação, mas tão verdadeira quanto o ar que respiro. Entre os pares, homem/mulher, família, a sociedade... ninguém sai ileso ao explanar com sinceridade o que pensa.  Mas por outro lado, ocultar o pensamento também nos trai fatalmente! Quantas vezes eu omiti um pensamento, uma idéia... minha opinião ficou escondida atrás da cauda de um neurônio, ou escondidinho num cantinho do meu coração. Para não magoar, para não gerar uma contenda, para não expor uma pessoa, para tantas e tantas justificativas... e no final, ah... o final sempre digno de dramalhões mexicanos... Sempre dá merda!  Fato é que não somos perfeitos - nem em nós mesmos - e qualquer que seja nossa posição, nunca conseguimos agradar a quem nos ouve. O melhor, é fingir-se de cego, surdo e mudo... fingir que em lugar de neurônios, crio amebas coloridas em meu cérebro... e no coração, deve-se ter rochas chocando-se umas às outras. O melhor é proteger-se em si mesmo... não sair de casa, não atender telefones... O mundo sempre vai te colocar à prova em relação ao que você pensa. Mas sabe, dentro de toda essa logística que é nossa vida, estou aprendendo que o pior que ficar tentando mudar de opinião para agradar os outros, "que se fodam as formigas", eu devo agradar a mim mesma. Pelo menos, eu sei que uma pessoa fica feliz : eu!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Direitos Humanos ou para desumanos? Eis a questão...

Escutei agora no rádio uma notícia estarrecedora:  A ONU através do Alto Comissariado de Direitos Humanos querem que o Brasil apure, investigue as mortes no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, presídio do Maranhão, "apelando às autoridades brasileiras para realizarem uma investigação imediata, imparcial e efetiva dos fatos e processar as pessoas consideradas como responsáveis". A ONU ainda pede que a "superlotação seja reduzida e que condições dignas sejam oferecidas para pessoas privadas de liberdade". Ora, ora, ora... eu sou uma imbecil, ao imaginar por um momento, que os "Direitos Humanos" fossem conceder algum tipo de ajuda - ainda de psicológica - à família da menina Ana Clara Santos Souza, de 6 anos,  morta em decorrência de um ataque a ônibus no Maranhão na última semana. Ana Clara teve 95% de seu pequeno e frágil corpo queimado, juntamente com outras 5 pessoas (duas de sua família), por bandidos, a mando de chefões de organização criminosa, vindo de dentro do presídio.  Ana Clara estava com a irmã caçula e a mãe, que implorava aos criminosos que deixassem as crianças saírem do ônibus antes de ser queimado... Sabem vocês, queridos leitores, o que fizeram os marginais??? Esses mesmos a quem os Direitos Humanos querem que o Estado lhes concedam um presídio em condições dignas????  Adivinhem:  esses bandidos, escórias, rebotalhos, lixos que não merecem ser considerados humanos, jogaram gasolina em todos os presentes... homens, mulheres, crianças, dentro de um coletivo público! Atearam fogo contra inocentes! Por motivo fútil, torpe, sem dar a nenhum deles a chance de defesa. Malditos... esses a quem os "Direitos Humanos" pedem socorro, por uma vida digna dentro dos presídios, para mim, não servem nem para adubo. Chamá-los de animais fere a figura do meu gato, que tem muito mais dignidade que eles. Os animais não merecem tal desfavorecimento. Pulhas, estorvo da sociedade. E nem cogitem me dizer que a sociedade é responsável pela exclusão e crueldade desses, desses... não tenho palavras para definir como podem ser chamados essas imundícies. Espurcos, sórdidos... não merecem ser considerados pelos direitos humanos... os direitos humanos que os carreguem para a casa deles! Agora, eu entendo que nesse complexo penitenciário, deva sobrar uma meia dúzia ladrões de galinhas, que não deveriam estar no mesmo recinto que a maioria. Eu sinto muito se pequenos ladrões de galinhas perdem a vida por estarem presos com marginais de alta periculosidade... é risco do negócio, escolheram essa vida... o que eu não posso, é lamentar pela morte de uma criança de 6 anos, inocente, morta, queimada pelas mãos desses marginais... isso eu não aguento. Quem nunca passou momentos de terror nas mãos de bandidos, até podem abrir a boca e balbuciar alguma coisa em defesa dessa escória... mas quem já conheceu o terror, a crueldade, a impunidade, ah... duvido que se emocione com o vídeo postado com as mortes no presídio... Eu afirmo inclusive, que eu ia pedir encarecidamente o envio dos condenados do mensalão, bandidos políticos hediondos das capitais de todo brasil, porque é pra lá que eles também merecem ir, sem direitos humanos, sem nada... A Cesar o que é de Cesar! Eu conheço muita gente sofrida que nunca precisou matar nem roubar pra viver. Essa maldade está impressa na carne desses porcos (ai, coitado dos porcos!). Eu desejo que eles se comam vivos, uns aos outros, até que apenas 1 fique vivo, e que este seja primeiramente castrado, depois queimado, esquartejado e salgado, para que fique assegurado o inferno eterno. 59 mortos em 2013 foi pouco, muito pouco... fechem os portões e deixem que se matem.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A vida, sob outro ponto de vista

Se um dia você se encontrar em um beco sem saída... pare, pense, volte um pouco atrás, saia do foco do problema... tenho certeza que você vai se surpreender com o resultado para sua saída. Sempre existe um outro caminho, uma outra forma de resolver as coisas. Embora tenhamos sentimentos de derrota, onde todas as portas parecem estar fechadas propositalmente para você, uma janelinha sempre se abre, sempre haverá uma rota de fuga, um porto seguro, uma chance de recomeço...
É como um jogo de cartas... "paciência". Certa vez, comecei um jogo (muito enjoado) não tinham muitas opções que dessem para continuar o tal joguinho. Estava no celular, aguardando a vez em um consultório médico. Puxa, estava difícil, não havia muita opção. Resolvi recomeçar um outro jogo. Mas inesperadamente, ao invés de começar outra jogada, resolvi reiniciar o mesmo jogo, com as mesmas cartas... e pensei: vou tentar começar de outro jeito. Em vez de começar por um lado, comecei por outro, e foi, foi, foi e  findo! Venci o tal joguinho. Eu não sei o que temos que superar na vida... pois a cada manhã, uma nova onda, um novo mergulho. Sei lá, ninguém sabe. Mas estamos por aqui, na luta... e mesmo a vida não sendo um joguinho de paciência, e não podendo agir com sortilégios, é possível sim, ver a vida de uma outra maneira... Somos nós que escolhemos. Se a vida te dá um limão... a maioria se amarga e chora...  uma outra parte das pessoas coloca água no copo, adoça e faz uma limonada. Eu ainda prefiro ir um pouco mais além, pois ousadia tem morada em minha mente... eu coloco meio copo de absolut, meto gelo e açucar, e faço uma caipivodka... Apesar de não gostar de bebida alcóolica, de vez em quando uns bebericos faz bem. O importante é nunca deixar de tentar, ver a vida de outro prisma. Se nossa vida tivesse um replay, com certeza hoje teríamos resolvido um problema de 10 anos atrás de uma outra maneira. Comecemos por hoje, antes de se desesperar, tentar encontrar outras saídas. 
Ces´t la vie! 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Boa noite pra você, também!

Então, eis que o moço um belo dia, resolve falar! E não sei porque, um dia, sua voz havia se calado para mim... Como o velho ditado " vida que segue ", realmente, ela seguiu... o tempo passou, os anos transcorreram diante da vida que escolhemos seguir, a partir do momento que a estrada se dividiu. Mas nada como a boa educação e a memória que nunca falhou, para lembrar que todos nós mantemos sempre na lembrança os bons momentos. Sim... ninguém nunca é tão mau, que não pode ser bom... nem tão bom, que não possa ser mau. A vida sempre se encarrega de ensinar a todos nós, o caminho bom, a humildade, o "reconhecer" tão interior de nós mesmos. Assim como a onda sempre leva a garrafa a uma praia, mesmo que  dure anos, sempre podemos aportar na enseada da experiência... Afinal, o que seria a vida, se não fosse todo aprendizado que temos a vivenciar? Além do mais, não acho justo carregar ossos nas costas para a eternidade! O mundo é o aqui, agora, o que vivemos, quem somos, o que aprendemos e o que queremos levar na bagagem para o infinito desconhecido... Por isso, levo em conta a contestação... No frigir dos ovos, nem me lembro das coisas que me fizeram mal... eu escolhi ser assim.  Nada que tenha mudado muito meu gênio impetuoso (se bem que muito mais domesticado, amém!), quando irritada, não mordo mais ninguém, embora ainda permaneça uma figura modestamente perigosa! Hoje, o que me magoa, me magoa, me faz mal e não tenho mais a necessidade de esconder de ninguém - nem de mim. Talvez chorar nesse presente seja um alívio ao meu futuro. Quem sabe me modifiquei? Eu só sei que meu coração hoje se sente leve, mais feliz e sem as sequelas que só serviam para provar que as marcas ainda estavam por lá! Bem vinda, cordialidade, pluralidade de histórias  e até mesmo de volta a amizade!!!
 
 Boa noite pra você também!
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Quente...

Esse calor que me aquece, que me faz suar, delirar entre abraços seja latente e constante... quente, amante, desde hoje e para todo o sempre...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

90º aniversário do Major Paulo - Guerreiro PQDt.

Fonte:

 http://www.assuntosmilitares.jor.br/2013/09/comemoracao-do-90-aniversario-do-maj.html


Comemoração do 90º aniversário do Maj Paulo (Paulo de Araújo Lima ) realizada na Brigada de Infantaria Paraquedista sobre o comando do General Roberto Escoto, em 27 de setembro de 2013.






domingo, 29 de setembro de 2013

Comemoração dos 90 anos do Major Paulo de Araújo Lima - Pqdt 39

Fonte: Assuntos Militares

A Brigada de Infantaria Pára-quedista tem a honra de comemorar a passagem dos 90 anos de vida do Major Paulo de Araújo Lima. O Maj Paulo é um dos pioneiros do paraquedismo militar no Brasil. Realizou o curso de paraquedista militar em 1948, no Fort Benning – EUA. Todos os paraquedistas militares, ao se formarem, recebem um número. Atualmente, existem 84.271 paraquedistas militares e o pioneiro Maj Paulo tem o número de paraquedista militar número 39. Além disso, detém o recorde brasileiro e sul-americano de pessoa mais idosa a realizar salto de paraquedas, após realizar, em 20 de julho de 2011, um salto livre em comemoração aos 5º Jogos Mundiais Militares. A seguir, uma breve síntese da vida do Maj Paulo. 

Paulo de Araújo Lima é filho do Dr. Oswaldo de Araújo Lima e da D. Izaura Barros de Araújo Lima. Natural de Juiz de Fora-MG, nasceu em 24 de setembro de 1923.

Em 1941, a idade mínima para servir à Força Terrestre, era de 21 anos. Porém, aos 17 anos de idade, Paulo de Araújo Lima, incorporou às fileiras do Exército Brasileiro com autorização do então Ministro da Guerra, General Eurico Gaspar Dutra, iniciando dessa maneira, sua vida militar repleta de pioneirismo.

Sua primeira Organização Militar foi o 1º Regimento de Artilharia Antiaérea, no Rio de Janeiro, onde desempenhou diversas funções, tais como cabo telefonista e chefe de viaturas, demonstrando, assim, versatilidade no desempenho de suas funções.

Fruto das tensões que envolviam a Região do Atlântico Sul durante a Segunda Guerra Mundial, em janeiro de 1942, tendo em vista a necessidade de recompletamento de pessoal, foi então, promovido a 3º Sgt, e designado a preencher vaga na 1ª Bateria Independente de Obuses, em Fernando de Noronha. Dessa maneira, integrou o primeiro contingente de tropas que ocuparam o arquipélago de Noronha, demonstrando, mais uma vez, pioneirismo em sua carreira.

Em 1946, por ter concluído curso na Escola Técnica de Aviação e se formado especialista em manutenção e reparação de motor, foi transferido para o Núcleo de Formação de Pára-quedistas.

Em 1948, já como 2º Sgt, integrou a 5ª turma dos pioneiros para-quedistas e realizou o curso “Basic Airbone” e o curso de planadorista, na Escola de Infantaria em Fort Benning, Georgia, nos Estados Unidos da América. Concluiu com aproveitamento e se tornou o Pára-quedista de número 39 do Exército Brasileiro.  Ao regressar ao Brasil, foi nomeado monitor do 1º Curso Básico de Pára-quedismo Experimental Militar, o embrião da Escola de Paraquedistas, hoje o Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil.

Por ter sido o único militar com experiência em Organizações Militares de artilharia antiaérea, à época, a realizar o curso de paraquedismo, tornou-se o Artilheiro Antiaéreo Pára-quedista Pioneiro do Exército Brasileiro.

 Já em 1949, realizou salto experimental, em Gramacho, Duque de Caxias - RJ, com a finalidade de verificar as condições de uso daquela região, para a realização do primeiro Curso de Pára-quedismo Militar no Brasil. Tal salto também foi de revalidação no Exército Brasileiro para os militares que realizaram o curso em Fort Benning. 

Cabe ressaltar que o Major Paulo serviu na Brigada de Infantaria Pára-quedista por quase dezenove anos ininterruptos, de 14 de novembro de 1946 a 23 de setembro de 1965. Entre tantas ações em prol do Exército Brasileiro e da Brigada de Infantaria Paraquedista, realizou os seguintes feitos:

- como monitor do Curso Básico Pára-quedista, participou da formação aeroterrestre do então Coronel Nestor Penha Brasil, primeiro paraquedista militar formado em solo brasileiro;

- realizou Curso de Mestre de Salto;
- realizou Curso de Salto Livre;

- participou ativamente, operando as máquinas de Engenharia, realizando a terraplanagem da torre 01 da Área de Estágios, a primeira a ser erguida para a formação de diversos Cursos Básicos Pára-quedistas; e
- participou do 1º salto livre da Brigada, juntamente com Charles Astor, pioneiro do paraquedismo em solo brasileiro, e o Sgt Brasil, da Força Aérea Brasileira.

Em 1965, veio a encerrar carreira militar e foi promovido ao posto de Major. Não obstante, com suas raízes aeroterrestres, continuou a saltar e a participar ativamente das atividades da Brigada de Infantaria Pára-quedista, demonstrando que, mesmo na reserva, sempre manteve acesa sua paixão por nossa Brigada. 

Como reconhecimento por seu esforço em prol do Brasil e da Brigada de Infantaria Pára-quedista, como prova de sua competência, o Major Paulo foi agraciado ao longo de sua carreira com as seguintes condecorações:

- Medalha de Guerra, por ter cooperado no esforço de guerra do Brasil;

- Medalha do Mérito Aeroterrestre – Passador de Ouro

- Medalha dos 50 anos de Pára-quedista – Passador de Ouro

- Medalha de 50 anos da Bda Inf Pqdt – Passador de Ouro

- Medalha de Tempo de Serviço - 45 anos 

-Medalha Marechal Machado Lopes, em reconhecimento dos relevantes serviços prestados à 

Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, ao 9º Batalhão de Engenharia de Combate e ao culto da Epopéia da Força Expedicionária Brasileira;

- Medalha Sangue dos Heróis, pela dedicação efetiva aos veteranos da 2ª Guerra Mundial
- Medalha do Mérito, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados aos ex-combatentes.

- Medalha Missão de Paz – Btl Suez, pelos serviços prestados à causa da Paz e Preservação da Humanidade

Nos dias atuais, é presidente da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, seção Valença, e 1º Conselheiro na Associação de Veteranos da Brigada de Infantaria Pára-quedista.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

E pra quem foi?

Talvez eu busque em rascunhos, ou quem sabe, eu comece em uma folha em branco, quem sabe eu consiga decifrar os enigmas, ou quem dera que eu pintasse as respostas... Nada do mais claro, mais ou menos é. E quem pode ter a certeza, do que um dia, provavelmente nunca foi? Imagens são vaidades guardadas na mente, que alguém displicentemente rabiscou. Montanhas nem sempre são altas,  e se eu tiver que apagar tudo pra voltar, não terei preguiça pra reescrever. O recomeço nada mais é, que o nunca aceitar que se acabe. À vida, não sei dizer, vivo anos tentando alcançá-la... talvez devesse permanecer, talvez, quem sabe, virar pó. Coisas que digo, não são as coisas que falo, e coisas que faço, nem sempre são as coisas que tenho. O medo, nada mais é que a falta de coragem... mas coragem, nem sempre é preciso... O importante é não parar na beira da estrada. Qualquer passo, sempre me leva a algum mundo. As dores só são sentidas porque há culpa. E a culpa, talvez seja alguma coisa perdida no caminho. O dito, sempre paga pelo não comentado, e não dito, apenas é alguém que se calou. O quente só é ardido porque não há o frio, e a pele, também queima pela neve. Ao ego, sempre pergunto onde está o espelho. E ao fim, pergunto todos os meus porquês.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Senhor, fortaleça minha fé!

Senhor, Pai de todo o universo, criador de tudo que há e que possa haver a qualquer momento de uma existência, eu vos peço, humildemente, atende minha súplica, Pai... Mais que tudo do que eu possa querer, mais que toda vontade, e todo desejo, por coisas que eu anseio, eu te peço, Senhor, aumente minha fé, fortaleça a fé que aquece minha alma. Mais que minhas necessidades, mais que minhas vontades, mais que minha saúde, mais que minha vida, fortalece minha fé, Senhor, fortaleça essa chama de amor e confiança que Tu depositaste em meu peito, em minha vida, para que eu continue a minha caminhada. Que eu não pereça diante das dificuldades, que eu não esmoreça diante da minha dor, que eu não perca nem um segundo da certeza  do teu amor, aumenta minha fé, meu Pai, para que eu continue provando a mim mesma, o quanto sou importante para ti. Aumenta a fé e assim, a coragem não me faltará. Não deixe que as coisas que eu não posso modificar, abalem a fé que eu tenho em Ti, que as coisas impossíveis não sejam obstáculos para as incertezas, e que eu enxergue com os olhos da alma, todo o plano desenhado por ti, para a minha vida. Me segure em seus braços, Senhor, perdão pelos momentos em que eu pensar em fraquejar. 

Me auxilia, Senhor, a não questionar a minha fé.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O gosto de agosto!

À gosto do meu contragosto, quero contar o que gosto também.
O gosto do gosto de agosto, sem dúvida deixou gosto, de gostar de alguém.
O fato de não gostar de agosto, não significa não gostar de ninguém.
Eu gosto do gosto de alguém de agosto, e gosto do que aconteceu em agosto, também.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Significado de Respeito

Significado de Respeito

s.m. Ação ou efeito de respeitar.
Sentimento que leva alguém a tratar outra pessoa com grande atenção, profunda deferência, consideração ou reverência: respeito filial.
Obediência, acatamento ou submissão: respeito às leis.
Maneira considerada ao se abordar um assunto, ponto-de-vista.
Que ocasiona alguma coisa; motivo, razão.
Sensação de medo; apreensão. 
s.m.pl. Homenagens, cumprimentos: apresentar seus respeitos.
Dizer respeito a. Pertencer ou referir-se a; ter relação com: tudo isto diz respeito a um fato de suma importância.
loc. prep. A respeito de; com respeito a; respeito a. Relativamente a, no tocante a, com referência a.
(Etm. do latim: respectu)

Sinônimos de Respeito

Sinônimo de respeito: afeiçãoapreçoconsideraçãoestimareverência esaudação

Antônimos de Respeito

Antônimo de respeito: desrespeito

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Descaso no Hospital Municipal Salgado Filho

Ontem, dia 23 de junho de 2013, meu irmão caçula quebrou a perna num jogo de futebol. Depois de 4 horas à espera de atendimento no hospital  Municipal Salgado Filho, no Méier – RJ, minha cunhada ligou dizendo que meu irmão ainda não havia sido atendido, nem mesmo passado por triagem, ou dado entrada no prontuário do hospital. Nada! Saí da Barra da Tijuca, pagando o pedágio vergonhoso da Lamsa, na Linha Amarela e chegando lá, encontrei meu irmão com o pé apoiado em uma lixeira do hospital, sentindo muitas dores e sem nenhum tipo de atendimento. Como sempre, sou  obrigada a fazer valer o tom alto de minha voz, e começar a turbulenta ode anacreôntica, naturalmente encontrada em minha veia poética – que significa, mais ou menos, começar um discurso forte e dramaticamente grego! O hospital estava vazio... Alguns pacientes apáticos a espera de alguém que lhes tirassem a dor da inércia e da insensibilidade, que dói mais que a dor física. A meu lado, três ou quatro mães que já haviam cruzado meia via crucis, sem saber direito, quais seriam seus direitos; enquanto suas crianças padeciam macias em seus braços.  Observei que na recepção da emergência, haviam 3 pessoas, aparentemente focadas em seus afazeres, num domingo às 19:00h... e que não davam informações que lhes eram solicitadas. Do lado de fora, angústia e abandono. Ao observar as tais senhoras, notei que uma delas tinha uma grande mala de viagem, daquelas com rodinhas – aberta, e dentro haviam caixas de sapatos. Sapato? Ao olhar bem, enxerguei uma cena tão inusitada, que me trouxe à tona, não somente revolta; mas uma perturbação moral tão imensa, que minha voz falou ainda mais alto, com repulsa diante da imagem grotesca que presenciei. As mulheres que deveriam estar trabalhando, estavam comercializando sabonetes artesanais – que eram retirados das caixas de sapatos e finamente dispostos sobre a mesa de trabalho de uma delas. Sabonetes artesanais com formas de lua, melancia, com sementes de maracujá, bicolores, etc. Bradei, envolvida com as manifestações e protestos desta semana, e chamei a atenção de todos os presentes. Ora, como pode, num momento de despertar coletivo em favor à democracia brasileira, alguns se mostrarem alheios, inertes ao chamamento político de mudança que grita, num alarido uníssono que transborda os limites da nação, sendo ouvido em todos os cantos do mundo, com o intuito de transformar a pocilga Estatal em que vivemos, em uma pátria mais que amada; um Estado soberano, onde os cidadãos devem ser  vistos como seres humanos merecedores de respeito e condições dignas? Naquele momento, eu ali, não era Andréia, irmã do Victor, era uma brasileira cidadã, indignada e com ganas de insurgir contra o sistema laico, que massacra o próprio povo que lhe deu autoridade suprema para exercer o comando e o controle do nosso Brasil.  Mais que nunca, meu direito de clamar se tornou lícito. O direito à saúde, é legítimo, porque está escrito como cláusula pétrea na Constituição Federal deste país. Meu descontentamento inflamou os doentes e seus familiares – que se transformam em eleitores, quando assim é necessário, para que a imundice política se mantenha no poder. E aí... somente aí, conseguimos ser vistos como cidadãos, pagantes de impostos, detentores ao direito à saúde pública deste país.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Pensando sobre as mentiras que ouço...

A mentira é uma verdade absoluta.
A vida é composta de pequenas mentiras contadas ao longo da vida, criando-se paisagens, situações... histórias.

Todo mundo mente, da infância à velhice... mente-se para esconder verdades, ou mente-se para criar situações que nunca aconteceram. Existem verdades que nasceram para serem ocultadas, atrás das vidas, no interior de um baú, dentro do coração. Existem verdades e até mentiras que devem ser esquecidas na mente, e pra isso, criam-se outras mentiras para ocupar o seu lugar. " A vida não pode estar vazia, a vida não pode ser imperfeita..." ainda que o óbice de uma vida perfeita, seja uma grande mentira.

São as pequenas mentiras que criam as grandes estórias. Cada pedacinho vai se colando onde melhor se ajeitar no grande quebra cabeça da mente... pra quem mente, um grande desafio manter as peças em ordem, aparando as arestas, moldando as peças, pra tudo parecer perfeito... sim, a mentira é a inveja da perfeição. Quem mente, quer ser perfeito, quer estar fora do alvo, dedos apontados... quem mente tem o desejo de se enquadrar naquilo que julga o melhor, o certo e correto... talvez quem mente seja um artista, ou quem sabe, um incapaz, um invejoso... mas ainda assim, puramente humano.
 
Eu não me importo com as mentiras, contanto que eu nunca descubra as verdades. Pois conviver com a verdade, talvez seja pior do que conviver com a mentira. Isso também faz parte do ser humano. Também faz parte de mim, acreditar que tudo que ouço, seja verdade, e que tudo que vejo, seja real, embora a própria ciência comprove que nem tudo que vemos, é real.