
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Dores do Amor

Se um dia alguém me perguntar pelas minhas dores de amor, eu, muito pacientemente, vou me sentar à sombra de uma árvore... e vou perguntar se esse alguém quer mesmo ouvir minhas histórias. Então, abrirei uma cesta com frutas, uma broa de milho e uma garrafa de vinho... alguns litros de água e uma esteira macia que me proteja da relva molhada... Porque tenho tantas histórias para contar, que todas, precisam ser anotadas, contabilizadas e ordenadas... Para chegar à contar sobre uma dor de amor, primeiro terei que contar sobre o início de um palpitar de peito, precisarei discorrer sobre as delícias de sentir borboletas na barriga e sobre as sensações de sentir um peso molenga nas pernas, um pisar nas nuvens e o quanto isso é indescritível... Para chegar a dor de um amor, primeiro terei que contar a primeira etapa... o primeiro sonho, o gosto do primeiro beijo ( e defender uma tese sobre o último segundo antes do primeiro beijo... ). Até que esse amor me cause alguma estranha dor, ele terá me trazido tantas sensações, e provavelmente vai me encher de tantas lembranças - que as guardarei, para serem lembradas por todo o meu futuro - que a dor de um final, terá sido apenas, o preço por ter amado, por ter sentido sensações que somente quem se apaixona tem o privilégio de sentir... Tem amores doídos, amores que ficam, amores que perduram mesmo sendo vítimas de um rompimento... amores frágeis, amores de momentos, amores de verão, amores eternos enquanto duráveis... amores, amores, amores... uma coleção de amor... com prazo de validade ou não... Não importa! A relevância fica na experiência do que se aprendeu, do que foi vivido... porque mesmo exaurido, todo amor serve para nos ensinar alguma coisa. E isso faz parte da vida... e as dores, caso existam, são meras consequências... que não devem ser medidas de maneira negativa. A dor, é como uma pedra no meio do caminho... até porque, se ninguém sentir a dor de um amor, não terá como quantificá-lo e valorá-lo. Por isso, tanto uma história de amor, quanto a dor que sobrou dele (amor) faz na vida um sentimento poético... e poesia, para mim, é tudo!!!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Como seria?

O que seria do amor se não fossem as estrelas, o mar calmo em noite de luar ? O que seria o fogo de uma paixão sem dois corpos ardendo em desejo? O que seria do meu peito, batendo sem alguém pra amar e da minha boca, seca, precisando do seu beijo? O que seria da minha vida, sem o amor que vive aqui, dentro de mim?
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
suppa meira
Nessas horas eu sou obrigado a assumir uma atitude que não me cai bem (por sempre parecer forçada), a humildade. Diante de Andreia Sieczko, a quem chamo "K2", eu me recolho à minha insignificância. Como um mortal diante de uma divindade gre...ga. Andreia pertence ao Olimpo. Circula entre nós distribuindo grandeza, e pode fazer isso sem economia, porque possui estoque muito grande. Sou um admirador sempre ofuscado pela luz que ela produz; sempre boquiaberto e em indisfarçável estado de perplexidade. Espeluznado, eu, diante dela, sempre. Falta-me tudo nesta vida, tudo menos bom-gosto. Andreia é algo a ser adorado intensamente. Não é deste mundo; caiu aqui. Mulher-asteroide ou cometa ou estrela, ou o que mais que de tão grande só possa caber na imensidão do universo. Para mim, Andreia é mais ou menos isso. Acabo de concluir 5% da minha definição. O resto eu ainda vou tentar. (Pós-escrito: para quem não sabe o que é K2, o Google está aí mesmo...).
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Quanto de mim, ainda resta em você?

Quanto de mim, ainda resta em você? Olho pra trás e essa pergunta lateja em minha mente... quanto de mim, ainda resta em você, fala? O que sobrou de todos os momentos vividos, de todo amor proferido, dos nossos olhares perdidos em nós? Existe ainda algo que você não tenha conseguido arrancar de dentro de si? Fála! Por que seu silêncio dói em minha alma e minha carne ainda sangra sem cessar? O que você fez com o amor que exalava de ti? Onde está a magia das manhãs de domingo, o calor das mãos entrelaçadas e a infinitude de alegrias que dominavam nossa vida? Por que seu cheiro ainda vive dentro mim, se não consigo olhar teu rosto? Por que teu gosto mora em minha boca, se eu já tentei colocar outro em seu lugar? O que deve ter ficado em ti? Porque em mim, tua presença é constante, seu calor ainda me faz suar, tuas lembranças me fazem sonhar... até mesmo acordada... Não omita de mim essa resposta... o que de mim, ainda ficou em você?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O que não foi dito - parte II

O que não foi dito, foi guardado!
E quando algum dia você se lembrar desse amor, e quiser saber porque acabou, procure em minhas memórias, abra meu coração e veja cada passo que você deixou de dar... e que fez você se perder de mim. Nossos caminhos aos poucos foram se abrindo, até que perdi tua figura de vista, não passando de um borrão no longínquo horizonte, até desaparecer por completo. Uma marca de tristeza tatuada em meu peito, sangrando um amor, que em mim, era de alma. Meus dias se tornaram eternas madrugadas frias, onde o silêncio, era a falta de você, em mim. Eu saí pelas ruas, tentei refazer os teus caminhos e te procurei pelos lugares onde antes, nosso amor era visto. Ninguém me viu, pois nosso amor era par, e ímpar, niguém pôde me ajudar, pois niguém me reconheceu como parte do que fomos. Eu me sentei na calçada daquela esquina, e ali chorei sua ausência. Contei para as paredes e para o vento, tudo que passamos e tudo que um dia sonhamos ter sido. Muito pouco de mim sobrou sobre o mundo, e ainda hoje me pergunto o que faço com a falta que você me faz. Por isso, tudo aquilo que não foi dito, continua aqui, guardado no peito.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O que não foi dito

Uma infinidade de coisas não ditas... perdidas no meio de um furacão; interrogações flutuantes em sentido contrário. Os não-ditos... tudo aquilo que tanto quis dizer e não disse, e que você não soube decifrar em meus olhos. A verdade do amor não-verdadeiro, aquele sentimento que apertava no peito e eu pensava que era recíproco. Os anos se passaram, mas a cada dia que passa, eu coleciono mais perguntas em mim. Dúvidas inimagináveis a um ser humano tão comum e simples como eu. Mas como eu sonhei! Como eu pensei que tudo aquilo fosse bom... e foi. Só não foi sincero, não foi leal, não foi...
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Vou me calar
Vou calar a minha boca antes que eu fale demais, antes que eu te derrube com palavras tão pesadas que você não possa aguentar.

Vou me calar, para que se defina o tempo em que eu estive à sua presença, o tempo que eu estive a esperar de você uma resposta que nunca veio... e que nunca virá. Vou me calar, porque de minha boca não sairá mais nada que lhe faça me ouvir, que te faça pensar... Vou me calar, porque esse dia já acabou, um algarismo já passou, e só o que não passa é esse vácuo em minha garganta... um infinito de nada, que ocupa tanto espaço em mim. Vou me calar, porque assim eu me preservo, porque assim me protejo de toda maledicência que eu possa causar. Vou me calar, pois meu pranto emudece minha dor, e não tenho muito pra falar.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Somente a lisura e a franqueza

Eu não quero saber da tua presença apenas nos dias de sol. Eu não abro mão das tuas noites mal dormidas, dos teus medos intrínsecos, do horror que a tua solidão lhe traz... Eu te quero em dia de chuva, em dia de vento, em época de seca, em dias de arroz e feijão. Eu só queria um sentimento sincero, amizade verdadeira, sem nenhum pingo de maldade, sem interesses, nem vontades e caprichos... eu só queria a lisura e franqueza que falta em ti.
Assinar:
Postagens (Atom)






