terça-feira, 10 de abril de 2018

Credo in Spiritum Sanctum

Credo in Deum Patrem omnipotentem, Creatorem caeli et terrae,
et in Iesum Christum, Filium Eius unicum, Dominum nostrum,
qui conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine,
passus sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus,
descendit ad ínferos, tertia die resurrexit a mortuis,
ascendit ad caelos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis,
inde venturus est iudicare vivos et mortuos.
Credo in Spiritum Sanctum,
sanctam Ecclesiam catholicam, sanctorum communionem,
remissionem peccatorum,
carnis resurrectionem,
vitam aeternam.
Amen.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Pearl Jam - Black




Black diz muito mais de mim, do que minhas próprias palavras. E fico aqui, continuo perdida sem saber quem sou... mas sou cada palavra, cada nota, cada som emitido através desse ar. Continuo imersa, e assim continuarei.

Num dia desses, sei lá...

Sinto que às vezes a vida brinca comigo... mesmo em momentos que não busco distrações. Não sei se é para me testar, para eu seguir adiante ou voltar um passo atrás. Nunca vou saber, e nunca tenho certeza. Minha vida é um  conjunto de possíveis e talvez, quem sabe até mesmo nunca, porque eu mesma nem sei. Fico imersa num lago cristalino, e não defino onde é o fundo, onde é a margem. Tudo tão lindo e ao mesmo tempo tão confuso, que pareço estar em outra dimensão, e não em mais um dia tão normal da existência. 



Intensidades

Sou muito intensa...
Tudo pra mim, é muito...


sábado, 7 de abril de 2018

Eu Me Rendo - Renascer Praise



Eu Me Rendo
Renascer Praise
 
A ti eu vou clamar
Pois tudo vem de ti
E tudo está em ti

Por ti vou caminhar
Tu és a direção
O sol a me guiar

Tudo pode passar
Teu amor jamais me deixará
Sempre há de existir
Novo amanhã preparado pra mim
Preparado pra mim

A ti eu vou clamar
Pois tudo vem de ti
E tudo está em ti

Por ti vou caminhar
Tu és a direção
O sol a me guiar

Tudo pode passar
Teu amor jamais me deixará
Sempre há de existir
Novo amanhã preparado pra mim
Preparado pra mim
Preparado pra mim

Eu me rendo aos teus pés
És tudo que eu preciso pra viver
Eu me lanço aos teus braços
Onde encontro meu refúgio

Eu me rendo aos teus pés
És tudo que eu preciso pra viver
Eu me lanço aos teus braços
Onde encontro meu refúgio
Jesus, eis-me aqui
Jesus, eis-me aqui



Música linda que tive o prazer de conhecer hoje.
Só tenho a agradecer...
Muito amor no coração.


sexta-feira, 6 de abril de 2018

Poeminho



Seu olhar, seu cuidado, seu sorriso
Me faz o dia ser mais bonito
Mesmo com as tempestades que enfrento
Seu abraço é um unguento.




quinta-feira, 5 de abril de 2018

Dia 05/04 dia feio, dia muito feio... se já era feio antes... agora então...


Hoje às 08:15h eu estava no ponto de ônibus para mais um dia de trabalho.
Peguei o celular da empresa pra ver meus e-mails de trabalho e reuniões do dia.  Guardei o celular. Estava na bolsa.

Nisso, 2 vítimas da sociedade, em uma moto, pararam na minha frente... Anunciaram o assalto mostrando-me um revólver... Arma de fogo... Não era de chocolate, não era de brinquedo!!! E com certeza, não estavam sorrindo pra mim...
Mandaram abrir a minha bolsa, dar a eles o celular e mandaram-me olhar para o outro lado. Provavelmente para não reconhecê-los ou não visualizar a placa da moto... Que com certeza era roubada... Porque eles não tiveram oportunidade de estudar e trabalhar para comprar a moto com sacrifício próprio... Tadinhos.

Fiquei com muita pena... Deles... E não por mim... Afinal, sou uma mulher pós graduada, trabalho há 20 em uma multinacional... Afinal, o celular era da empresa... E pobres assaltantes precisam sobreviver, se alimentar...

Enfim...

Estou viva Graças a Deus!

E Vida que segue.



quarta-feira, 4 de abril de 2018

QUANDO UM FILHO MORRE ANTES DOS PAIS

QUANDO UM FILHO MORRE ANTES DOS PAIS
Ana Elisa F. de Castro

*** texto retirado da internet ***


Encontrei esta reportagem e gostei muito, espero que ajude a tantas pessoas que estão passando por tanta dor como eu. 

Quando um filho morre antes dos pais 

Senhor, há uma velha história que meu pai me contou.
Um velho perdeu o seu único filho, e seus amigos vieram procurá-lo e disseram-lhe: Por que choras? Nada te pode devolver teu filho.
E o velho disse: É por isso que eu choro.

A perda de um filho ou de uma filha é considerada por muitos como a dor mais profunda e devastadora que uma pessoa pode sofrer na vida. Realmente, o luto pela morte de um filho costuma ser de uma intensidade muito grande e geralmente possui um tempo diferenciado, tempo esse alongado em função das características específicas desse tipo de perda.

É comum pensar e desejar que a morte siga uma seqüência cronológica: primeiro morrem os pais, depois, os filhos. Por isso, quando essa seqüência se quebra, independente da idade do filho morto, os pais sofrem muito, pois para o ser humano, o filho é a continuação de sua própria existência e quando um filho morre, sonhos e projetos dos pais vão embora com ele. Múltiplas perdas estão envolvidas nesse processo e é por isso também que essa perda é geralmente tida como mais complicada do que as outras.

Em algumas situações, a partida de um filho pode desestruturar toda a dinâmica familiar, ocasionando separação dos pais e problemas de relacionamento com os demais filhos. Conforme nos apontam alguns estudiosos do luto, normalmente, os pais não respeitam a maneira de pesar um do outro e às vezes a distância do assunto “filho que morreu” com a intenção de poupar o companheiro, é o que pode ocasionar separações. Em relação aos filhos que ficaram, acontece em alguns casos, comparações freqüentes e idealização com o filho que partiu, o que pode trazer mais complicações para a família já que o irmão também está sofrendo por essa perda. 

Alguns comportamentos em pais enlutados são também considerados como naturais ao vivenciar esse tipo de luto tais como a idealização do filho morto, encontrar defeitos nos filhos vivos de outras pessoas e/ou de seus próprios filhos sobreviventes. Há ainda a existência de sentimentos de culpa, sensação de impotência, fracasso, incapacidade e a crença muitas vezes de que os cuidados com o filho que se foi não foram suficientes e que não se conseguiu protegê-lo como deveria.

Certamente, quando um filho morre há toda uma transformação individual e familiar que trará diferenças significativas no porvir da vida. Conseguir dar continuidade e um novo sentido à (esta nova) vida exige, por parte dos pais que ficam um investimento pessoal muito grande e isso requer apoio, compreensão, respeito e cuidado para com cada pai e mãe enlutados. Dessa forma, é possível que haja a reorganização de sentimentos, valores e crenças, e, aos poucos, cada um vá encontrando sua forma singular de vivenciar esse tão difícil e doloroso luto até chegar um tempo em que a dor intensa se vá e permaneça a saudade, fiquem as lembranças dos bons momentos e a alegria de ter sido mãe/pai de um filho muito amado e querido. 

Ana Elisa F. de Castro é psicóloga e atende pessoas enlutadas no Cemitério Morada da Paz.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Cadê você, meu irmão?

E me dá uma saudade...
E eu olho para o porta retrato na minha mesa de trabalho e lá está você: sorrindo e sempre olhando pra mim. Ah, meu irmão... como dói essa saudade, como machuca esta distância em que meus olhos não conseguem te enxergar. Cadê você, meu irmão? Cadê você, meu irmão? Você faz uma falta enorme em minha vida.
Vou carregar essa saudade, até o dia que eu te reencontrar.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Pensamento de hoje:


Sartre e a Origem da Angústia


https://filosofonet.wordpress.com/2010/10/10/sartre-e-a-angustia-da-escolha/


Sartre e a Origem da Angústia 


O grande problema do homem moderno é a falta de sentido  da vida e o vazio de sua  interioridade.  O indivíduo não sabe o que quer e também não sabe o que sente.  Constantemente vive reclamando da vida e em conflito consigo mesmo. Algumas vezes encontra-se  angustiado ou em depressão.  Sua vida é regular e monótona, realiza atos habituais e rotineiros. Levanta-se sempre a mesma hora,  segue sempre o  mesmo trajeto para o trabalho,  volta para casa sempre no mesmo horário. Ao chegar em casa faz sempre as mesmas  atividades, como assistir televisão, tomar uma cerveja ou ficar na internet.  A  grande maioria abandonou aquela ambição típica da juventude de ser feliz a qualquer custo.

          A falta de sentido da vida provém da incapacidade do ser humano se auto-conhecer e de agir como ser pensante e autônomo. Ao não perscrutar e analisar sua existência e seu mundo  interior o indivíduo torna-se incapaz de dirigir sua própria vida. Vivemos uma época em que os indivíduos perderam a exuberância, perderam a capacidade de viver à vida apaixonadamente. O homem moderno não tem mais a responsabilidade pelo que é. Ele perdeu a capacidade de fazer alguma coisa por si mesmo e se sentir bem com a vida.   A falta de sentido, de objetivos, de finalidade tornou-se  a condição existencial do homem contemporâneo. O desespero tornou-se parte da condição humana. Em uma entrevista Sartre  reconheceu que “via no desespero uma imagem lúcida do que era a condição humana.” (SARTRE, 1980, p. 19) 

        Em uma época onde os valores se relativizaram,  e onde vazio interior e falta de sentido tornaram-se parte da experiência humana, o existencialismo tem algo muito importante a nos oferecer.   É um instrumento que pode nos ajudar a superar nossas angústias e nos levar à liberdade, nos ajudando a agir de forma autônoma.  O existencialismo pode nos ajudar a repensar nossa própria vida e nossas ações no mundo. Mas, antes, devemos saber o que é isto,  o existencialismo? 

          A partir da segunda guerra mundial  o homem experimentou a barbárie, a regressão social  e a falta de sentido da vida. Tornou-se comum no vocabulário das pessoas a famosa frase de Sartre, “a existência precede a essência”.  Sartre explicou essa frase em uma conferência, que o tornou famoso: “O existencialismo é um humanismo”. Nesta conferência ele procurou defender sua filosofia das críticas que lhe eram feitas,  buscando introduzir o público leigo nos conceitos de sua filosofia.  Sartre iniciou sua  palestra explicando o fundamento de sua filosofia. Para isso, ele usou um exemplo de como um objeto é feito, imaginou como um corta-papel seria projetado.  No nosso dia-a-dia deparamo-nos com uma infinidade de objetos. Se pensarmos como eles são feitos, chegamos à conclusão de que todos seguem uma receita, um plano.   Para criarmos um corta-papel  temos que planejar, temos que ter uma ideia de sua forma, seu tamanho, suas características e sua finalidade.  Para que este objeto torne-se funcional temos que ter um projeto em nossa mente.  Neste caso a essência do objeto precede sua existência.  Este exemplo bastante simples mostrar-no que,  se Deus existisse,  ele seria parecido com  um fabricante de corta-papel, pois  teria criado o mundo a partir de um projeto.   Contudo, para Sartre,  este raciocínio não se aplica a existência humana. O existencialismo de Sartre é ateu. Ele defende a tese de que “a existência precede a essência”. Não há um Deus criador, um demiurgo, que antes planejou o ser humano a  partir de uma ideia prévia, assim como o escultor produz sua obra a partir da matéria bruta. O ser humano simplesmente existe e só se define a partir do que ele faz de si mesmo. Não existe uma natureza humana pronta, acabada e pré-definida. O homem é livre para fazer o que quiser de sua vida. A essência do indivíduo se define por aquilo que  ele faz de si mesmo. Isso significa que o homem está condenado à liberdade. Não existe destino, o destino somos nós que fazemos.

           O existencialismo de Sartre postula que o homem não é um “ser em-si”, não é um objeto inanimado como as coisas no mundo. Só as coisas são em-si.  O homem é um “ser para-si”, pois tem consciência de si mesmo. O homem é um ser da liberdade, da escolha. É aquele que deseja e escolhe o que deseja. Mas não se trata de obter o que se quer, mas desejar com a alma, com discernimento, com autonomia, determinar-se a querer por si mesmo. Dessa forma, o homem nada é, mas torna-se o que se é quando constrói sua própria liberdade e, portanto, sua própria essência.

         É notório que em nossa época o homem moderno não escolhe autenticamente a vida que quer levar. Ele assume compromissos sociais, morais e religiosos que geralmente não pode cumprir.  Por escolher mal ele paga um preço muito alto, pois não consegue se libertar de suas escolhas e fica angustiado.  Para Sartre,  a angustia surge da consciência de nossa liberdade, surge da responsabilidade por nossos atos.  “É na angústia que o homem toma consciência de sua liberdade (…) na angústia que a liberdade está em seu ser colocando-se a si mesmo em questão”. (SARTRE, 2002, p.72).  Dessa forma,  a angústia   resulta da revelação da nossa própria liberdade sem peias, limitada apenas por si mesma, fonte absoluta de todo sentido.  Mas, esta liberdade, “só é descoberta reflexivamente, quando, engajado no mundo, em vez de realizar meus possíveis (se se quiser, meus fins ou meu futuro), eu os aprendo como meus” (MOUTINHO, 2003, p.77) 

          Sartre diagnosticou em nossa época  que a maior parte  dos seres humanos preferem  não serem livres. O homem prefere a não-liberdade do que sentir a angústia de escolher sua própria liberdade.  Alguns homens  prendem-se a riquezas, outros a fama. Uns levam o peso de seu orgulho, outros o peso de sua solidão. Uns prende-se ao casamento, outros a religião. Um curva a cabeça ao seu chefe, outro a família.  Só para exemplificar, hoje em dia nós vemos uma grande parte dos casais vivendo juntos sem amor, apenas se suportando. Isso por causa dos filhos, por causa dos bens ou mesmo por dependência psíquica em relação ao outro. A vida torna-se insuportável. O resultado são as brigas, as traições,  a ansiedade, as compulsões e as neuroses. Também há profissionais que fazem a mesma atividade e odeiam o que fazem, são incapazes de mudar de vida. Ficam na mesma profissão por anos a fio, mesmo odiando o que fazem. É um desperdício das capacidades físicas, intelectuais e da criatividade.   A explicação de Sartre para estes problemas está na angústia da escolha. O homem tem medo da liberdade. Para muitos seres humanos a liberdade gera a angústia. Muitos não suportam esta angústia, e para não assumir a liberdade, fogem dela. São incapazes de escolher. São homens da má-fé.  A má-fé é a atitude característica do homem que não é capaz de escolher. Este tipo de homem aceita passivamente sua situação, pensa que sua vida é assim porque Deus quis e que  não pode mudar seu destino. Ele aceita os valores, normas e regras da tradição passivamente sem nunca refletir sobre elas. Ele engana a si mesmo e pensa que é dono de seus atos.

           O exemplo de má-fé no amor é bastante ilustrativo.  Para Sartre,  a união amorosa é um conflito irreconciliável, já que assimila a própria individualidade e a do outro em uma mesma transcendência. Em conseqüência disso, implica o desaparecimento do caráter de um dos dois. Quem ama limita a liberdade alheia, apesar de respeitá-la. Dessa forma, no amor,  a atitude da má-fé acontece quando o indivíduo está com alguém há anos sem sentir amor, mas, por questões morais, religiosas ou por gratidão, fica assim mesmo com a pessoa. Ele não a ama, mas dissimula para si mesmo que a ama.  Ele não quer fazer uma escolha pela qual teria que se responsabilizar. O indivíduo recusa a dimensão do para-si e torna-se em-si. Ele é um objeto, uma coisa, o puro nada. É o homem responsável que recusa sua liberdade e se torna um ser conformado.  

         Quando não  temos convicção sobre o que realmente  desejamos  e sentimos,  somos levados a desejar e a querer o que a sociedade ou o  grupo nos inculcam. A ambição e as metas que temos não são nossas, mas aprendemos e a adquirimos  de outros. Lutar pelo êxito financeiro, procurar ser um profissional bem sucedido, ter fama ou poder para sermos amados e admirados torna-se  uma ilusão. O resultado disso é a ansiedade, o vazio interior e a solidão.  Quando os verdadeiros sentimentos e desejos se perdem surge a apatia e a resignação. A vida torna-se fútil, sem emoções, e os sonhos perdem sua importância.  Esse medo e  incapacidade de escolher nos leva ao vazio.   O vazio vem do sentimento do nada que experimentamos. A pior coisa que pode acontecer a um homem é o nada. O nada é o não-ser, o não se realizar, o não querer mais, é o cansaço e a impotência.



MOUTINHO, Luiz D.S.  Sartre:Existencialismo e Liberdade. São Paulo: Moderna, 2003

SARTRE. J. L’Existentialisme est un humanisme. Paris: Gallimard. Col. Folio. 1996

SARTRE. J. O testamento de Sartre.  Paris: 1980. L&PM, São Paulo, p. 17-64. Entrevista concedida a Benny Lévi para Nouvel Observateur

SARTRE, J. P. O Ser e o Nada: Ensaio de ontologia fenomenológica, trad. Paulo Perdigão Petrópolis: Vozes, 2002.

sexta-feira, 30 de março de 2018

É por isso que esse AMOR me constrange



É por isso que esse AMOR me constrange

Olhar de baixo, para aquele Homem no alto da cruz e saber que Ele passou por todo o tipo de humilhação e sofrimento...
Enquanto esvaía-se em Sangue Sagrado; 
E que ainda assim, Ele me ama, me constrange.

Saber que bastava uma vontade;
E que num suspiro Ele seria capaz de aniquilar os tolos e os cruéis, mostrando a todos Seu Poder;
E ainda assim, manter-se humilde e obediente ao seu Pai... me constrange.

Entender minimamente o possível para conhecer
toda Sua Grandeza, toda a bondade que flui de Seu Peito, e que mesmo no suplício do calvário intercede junto ao Pai por mim e por todos nós...
Isso também me constrange.

Me sinto tão pequena, mas diante do Seu Amor,
Me torno grande, importante e digna do Seu olhar de afeto.
Apenas Tu, Senhor, tem a grandeza desse sentimento...
E isso, mais uma vez, me constrange!

Que eu possa ser fruto.
Que eu possa ser digna de todo Seu Sofrimento;
E que me torne para ti...
Cada dia um ser melhor, que eu possa chegar a Teus Pés e lavar-me com o Sangue que deixastes na Cruz.





terça-feira, 27 de março de 2018

Projeto Gentileza - Voluntariado - Páscoa 2018

Muito orgulho de trabalhar em uma empresa responsável e solidária!
Muito feliz por participar mais um ano da entrega de chocolates na Páscoa, participando de projetos de voluntariado. Muito bom ganhar essa energia, essa troca maravilhosa com todas as crianças do Solar Bezerra de Menezes, Entidade Filantrópica em São Cristóvão, Rio de Janeiro.







Agradeço pela oportunidade de participar desses projetos!!!
Enche meu coração de alegria!!!

Fato


segunda-feira, 26 de março de 2018

Mais 1 mês sem meu irmão... nunca vou me acostumar com a saudade presente...

Mais 1 mês sem você, Waltinho... e eu ainda não consigo entender porque tanto egoísmo e crueldade. Meu irmão, eu sinto muitas saudades, sinto vontade de conversar com você - e eu converso! - mas não escuto sua voz, sua risada!!! A sensação que me acompanha é que você vai aparecer na minha frente a qualquer momento, rindo pra mim, rindo de mim, dizendo o quanto eu sou bobona em imaginar que você iria embora desse mundo sem se despedir, sem me dizer adeus... Meu irmão, sempre estivemos próximos... ainda hoje, sem saber onde você está, eu continuo me sentindo próxima. Você é meu irmão... meu irmãozinho tão amado, tão querido... eu nunca vou me conformar com o que fizeram com a gente. Ninguém neste mundo tinha o direito de fazer o que fizeram. Se algumas pessoas não amam seus irmãos, não deveriam achar que todos os irmãos vivem uma relação sem sentimento e sem cumplicidade. Somos irmãos, pra sempre... nosso laço é indissolúvel, viemos irmãos por vontade de Deus, e como irmãos vivemos a nossa infância e a nossa juventude. Não é possível que alguém se ache no direito de nos separar. Eu te amo, meu irmão! Vou te amar para sempre, independente da maldade das pessoas. Hoje, mais 1 mês sem sua vida neste mundo. Só quero que você receba todo meu amor, todo meu carinho, e que você saiba que estarei sempre disponível para apoiar seus pedidos, que nós conversamos  antes da sua partida desta vida. Por você, eu continuarei fazendo tudo o que estiver ao meu alcance, sempre serei seu apoio, seu retorno à casa, seu porto seguro. Você sempre soube, que eu sempre estive pronta pra te ajudar, quando você se encontrava sem saída.
Pena que neste momento, te comprar uma passagem de avião, pra te trazer de volta à nossa família, não vai, literalmente, te trazer de volta...
Mas recebe meu amor, boas energias e nunca se esqueça, que eu sou sua irmã mais velha, que te ama e que pra mim, você nunca teve defeitos.
Saudades, Waltinho