Credo in Deum Patrem omnipotentem, Creatorem caeli et terrae,
et in Iesum Christum, Filium Eius unicum, Dominum nostrum,
qui conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine,
passus sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus,
descendit ad ínferos, tertia die resurrexit a mortuis,
ascendit ad caelos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis,
inde venturus est iudicare vivos et mortuos.
Credo in Spiritum Sanctum,
sanctam Ecclesiam catholicam, sanctorum communionem,
remissionem peccatorum,
carnis resurrectionem,
vitam aeternam.
Amen.
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Pearl Jam - Black
Black diz muito mais de mim, do que minhas próprias palavras. E fico aqui, continuo perdida sem saber quem sou... mas sou cada palavra, cada nota, cada som emitido através desse ar. Continuo imersa, e assim continuarei.
Num dia desses, sei lá...
Sinto que às vezes a vida brinca comigo... mesmo em momentos que não busco distrações. Não sei se é para me testar, para eu seguir adiante ou voltar um passo atrás. Nunca vou saber, e nunca tenho certeza. Minha vida é um conjunto de possíveis e talvez, quem sabe até mesmo nunca, porque eu mesma nem sei. Fico imersa num lago cristalino, e não defino onde é o fundo, onde é a margem. Tudo tão lindo e ao mesmo tempo tão confuso, que pareço estar em outra dimensão, e não em mais um dia tão normal da existência.
domingo, 8 de abril de 2018
sábado, 7 de abril de 2018
Eu Me Rendo - Renascer Praise
Eu Me Rendo
Renascer Praise
A ti eu vou clamar
Pois tudo vem de ti
E tudo está em ti
Por ti vou caminhar
Tu és a direção
O sol a me guiar
Tudo pode passar
Teu amor jamais me deixará
Sempre há de existir
Novo amanhã preparado pra mim
Preparado pra mim
A ti eu vou clamar
Pois tudo vem de ti
E tudo está em ti
Por ti vou caminhar
Tu és a direção
O sol a me guiar
Tudo pode passar
Teu amor jamais me deixará
Sempre há de existir
Novo amanhã preparado pra mim
Preparado pra mim
Preparado pra mim
Eu me rendo aos teus pés
És tudo que eu preciso pra viver
Eu me lanço aos teus braços
Onde encontro meu refúgio
Eu me rendo aos teus pés
És tudo que eu preciso pra viver
Eu me lanço aos teus braços
Onde encontro meu refúgio
Jesus, eis-me aqui
Jesus, eis-me aqui
Música linda que tive o prazer de conhecer hoje.
Só tenho a agradecer...
Muito amor no coração.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Poeminho
Seu olhar, seu cuidado, seu sorriso
Me faz o dia ser mais bonito
Mesmo com as tempestades que enfrento
Seu abraço é um unguento.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Dia 05/04 dia feio, dia muito feio... se já era feio antes... agora então...
Hoje
às 08:15h eu estava no ponto de ônibus para mais um dia de trabalho.
Peguei
o celular da empresa pra ver meus e-mails de trabalho e reuniões do dia.
Guardei o celular. Estava na bolsa.
Nisso,
2 vítimas da sociedade, em uma moto, pararam na minha frente... Anunciaram o
assalto mostrando-me um revólver... Arma de fogo... Não era de chocolate, não
era de brinquedo!!! E com certeza, não estavam sorrindo pra mim...
Mandaram
abrir a minha bolsa, dar a eles o celular e mandaram-me olhar para o outro
lado. Provavelmente para não reconhecê-los ou não visualizar a placa da moto...
Que com certeza era roubada... Porque eles não tiveram oportunidade de estudar
e trabalhar para comprar a moto com sacrifício próprio... Tadinhos.
Fiquei
com muita pena... Deles... E não por mim... Afinal, sou uma mulher pós
graduada, trabalho há 20 em uma multinacional... Afinal, o celular era da
empresa... E pobres assaltantes precisam sobreviver, se alimentar...
Enfim...
Estou
viva Graças a Deus!
E
Vida que segue.
quarta-feira, 4 de abril de 2018
QUANDO UM FILHO MORRE ANTES DOS PAIS
QUANDO UM FILHO MORRE ANTES DOS PAIS
Ana Elisa F. de Castro
Ana Elisa F. de Castro
*** texto retirado da internet ***
Encontrei esta reportagem e gostei muito, espero que ajude a tantas pessoas que estão passando por tanta dor como eu.
Quando um filho morre antes dos pais
Senhor, há uma velha história que meu pai me contou.
Um velho perdeu o seu único filho, e seus amigos vieram procurá-lo e disseram-lhe: Por que choras? Nada te pode devolver teu filho.
E o velho disse: É por isso que eu choro.
A perda de um filho ou de uma filha é considerada por muitos como a dor mais profunda e devastadora que uma pessoa pode sofrer na vida. Realmente, o luto pela morte de um filho costuma ser de uma intensidade muito grande e geralmente possui um tempo diferenciado, tempo esse alongado em função das características específicas desse tipo de perda.
É comum pensar e desejar que a morte siga uma seqüência cronológica: primeiro morrem os pais, depois, os filhos. Por isso, quando essa seqüência se quebra, independente da idade do filho morto, os pais sofrem muito, pois para o ser humano, o filho é a continuação de sua própria existência e quando um filho morre, sonhos e projetos dos pais vão embora com ele. Múltiplas perdas estão envolvidas nesse processo e é por isso também que essa perda é geralmente tida como mais complicada do que as outras.
Em algumas situações, a partida de um filho pode desestruturar toda a dinâmica familiar, ocasionando separação dos pais e problemas de relacionamento com os demais filhos. Conforme nos apontam alguns estudiosos do luto, normalmente, os pais não respeitam a maneira de pesar um do outro e às vezes a distância do assunto “filho que morreu” com a intenção de poupar o companheiro, é o que pode ocasionar separações. Em relação aos filhos que ficaram, acontece em alguns casos, comparações freqüentes e idealização com o filho que partiu, o que pode trazer mais complicações para a família já que o irmão também está sofrendo por essa perda.
Alguns comportamentos em pais enlutados são também considerados como naturais ao vivenciar esse tipo de luto tais como a idealização do filho morto, encontrar defeitos nos filhos vivos de outras pessoas e/ou de seus próprios filhos sobreviventes. Há ainda a existência de sentimentos de culpa, sensação de impotência, fracasso, incapacidade e a crença muitas vezes de que os cuidados com o filho que se foi não foram suficientes e que não se conseguiu protegê-lo como deveria.
Certamente, quando um filho morre há toda uma transformação individual e familiar que trará diferenças significativas no porvir da vida. Conseguir dar continuidade e um novo sentido à (esta nova) vida exige, por parte dos pais que ficam um investimento pessoal muito grande e isso requer apoio, compreensão, respeito e cuidado para com cada pai e mãe enlutados. Dessa forma, é possível que haja a reorganização de sentimentos, valores e crenças, e, aos poucos, cada um vá encontrando sua forma singular de vivenciar esse tão difícil e doloroso luto até chegar um tempo em que a dor intensa se vá e permaneça a saudade, fiquem as lembranças dos bons momentos e a alegria de ter sido mãe/pai de um filho muito amado e querido.
Ana Elisa F. de Castro é psicóloga e atende pessoas enlutadas no Cemitério Morada da Paz.
terça-feira, 3 de abril de 2018
Cadê você, meu irmão?
E me dá uma saudade...
E eu olho para o porta retrato na minha mesa de trabalho e lá está você: sorrindo e sempre olhando pra mim. Ah, meu irmão... como dói essa saudade, como machuca esta distância em que meus olhos não conseguem te enxergar. Cadê você, meu irmão? Cadê você, meu irmão? Você faz uma falta enorme em minha vida.
Vou carregar essa saudade, até o dia que eu te reencontrar.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Sartre e a Origem da Angústia
https://filosofonet.wordpress.com/2010/10/10/sartre-e-a-angustia-da-escolha/
Sartre e a Origem da Angústia
O grande problema do homem moderno é a falta de sentido da vida e o vazio de sua interioridade. O indivíduo não sabe o que quer e também não
sabe o que sente. Constantemente vive
reclamando da vida e em conflito consigo mesmo. Algumas vezes encontra-se angustiado ou em depressão. Sua vida é regular e monótona, realiza atos
habituais e rotineiros. Levanta-se sempre a mesma hora, segue sempre o mesmo trajeto para o trabalho, volta para casa sempre no mesmo horário. Ao
chegar em casa faz sempre as mesmas
atividades, como assistir televisão, tomar uma cerveja ou ficar na
internet. A grande maioria abandonou aquela ambição
típica da juventude de ser feliz a qualquer custo.
A falta de
sentido da vida provém da incapacidade do ser humano se auto-conhecer e de agir
como ser pensante e autônomo. Ao não perscrutar e analisar sua existência e seu
mundo interior o indivíduo torna-se
incapaz de dirigir sua própria vida. Vivemos uma época em que os indivíduos
perderam a exuberância, perderam a capacidade de viver à vida apaixonadamente.
O homem moderno não tem mais a responsabilidade pelo que é. Ele perdeu a
capacidade de fazer alguma coisa por si mesmo e se sentir bem com a vida. A falta de sentido, de objetivos, de
finalidade tornou-se a condição existencial
do homem contemporâneo. O desespero tornou-se parte da condição humana. Em uma
entrevista Sartre reconheceu que “via no
desespero uma imagem lúcida do que era a condição humana.” (SARTRE, 1980, p.
19)
Em uma época
onde os valores se relativizaram, e onde
vazio interior e falta de sentido tornaram-se parte da experiência humana, o
existencialismo tem algo muito importante a nos oferecer. É um instrumento que pode nos ajudar a
superar nossas angústias e nos levar à liberdade, nos ajudando a agir de forma
autônoma. O existencialismo pode nos
ajudar a repensar nossa própria vida e nossas ações no mundo. Mas, antes,
devemos saber o que é isto, o
existencialismo?
A partir da
segunda guerra mundial o homem
experimentou a barbárie, a regressão social
e a falta de sentido da vida. Tornou-se comum no vocabulário das pessoas
a famosa frase de Sartre, “a existência precede a essência”. Sartre explicou essa frase em uma
conferência, que o tornou famoso: “O existencialismo é um humanismo”. Nesta
conferência ele procurou defender sua filosofia das críticas que lhe eram
feitas, buscando introduzir o público
leigo nos conceitos de sua filosofia.
Sartre iniciou sua palestra
explicando o fundamento de sua filosofia. Para isso, ele usou um exemplo de
como um objeto é feito, imaginou como um corta-papel seria projetado. No nosso dia-a-dia deparamo-nos com uma
infinidade de objetos. Se pensarmos como eles são feitos, chegamos à conclusão
de que todos seguem uma receita, um plano.
Para criarmos um corta-papel
temos que planejar, temos que ter uma ideia de sua forma, seu tamanho,
suas características e sua finalidade.
Para que este objeto torne-se funcional temos que ter um projeto em
nossa mente. Neste caso a essência do
objeto precede sua existência. Este
exemplo bastante simples mostrar-no que,
se Deus existisse, ele seria
parecido com um fabricante de
corta-papel, pois teria criado o mundo a
partir de um projeto. Contudo, para
Sartre, este raciocínio não se aplica a
existência humana. O existencialismo de Sartre é ateu. Ele defende a tese de
que “a existência precede a essência”. Não há um Deus criador, um demiurgo, que
antes planejou o ser humano a partir de
uma ideia prévia, assim como o escultor produz sua obra a partir da matéria
bruta. O ser humano simplesmente existe e só se define a partir do que ele faz
de si mesmo. Não existe uma natureza humana pronta, acabada e pré-definida. O
homem é livre para fazer o que quiser de sua vida. A essência do indivíduo se
define por aquilo que ele faz de si
mesmo. Isso significa que o homem está condenado à liberdade. Não existe
destino, o destino somos nós que fazemos.
O
existencialismo de Sartre postula que o homem não é um “ser em-si”, não é um
objeto inanimado como as coisas no mundo. Só as coisas são em-si. O homem é um “ser para-si”, pois tem consciência
de si mesmo. O homem é um ser da liberdade, da escolha. É aquele que deseja e
escolhe o que deseja. Mas não se trata de obter o que se quer, mas desejar com
a alma, com discernimento, com autonomia, determinar-se a querer por si mesmo.
Dessa forma, o homem nada é, mas torna-se o que se é quando constrói sua
própria liberdade e, portanto, sua própria essência.
É notório que
em nossa época o homem moderno não escolhe autenticamente a vida que quer
levar. Ele assume compromissos sociais, morais e religiosos que geralmente não
pode cumprir. Por escolher mal ele paga
um preço muito alto, pois não consegue se libertar de suas escolhas e fica
angustiado. Para Sartre, a angustia surge da consciência de nossa
liberdade, surge da responsabilidade por nossos atos. “É na angústia que o homem toma consciência
de sua liberdade (…) na angústia que a liberdade está em seu ser colocando-se a
si mesmo em questão”. (SARTRE, 2002, p.72).
Dessa forma, a angústia resulta da revelação da nossa própria liberdade
sem peias, limitada apenas por si mesma, fonte absoluta de todo sentido. Mas, esta liberdade, “só é descoberta
reflexivamente, quando, engajado no mundo, em vez de realizar meus possíveis
(se se quiser, meus fins ou meu futuro), eu os aprendo como meus” (MOUTINHO,
2003, p.77)
Sartre
diagnosticou em nossa época que a maior
parte dos seres humanos preferem não serem livres. O homem prefere a
não-liberdade do que sentir a angústia de escolher sua própria liberdade. Alguns homens
prendem-se a riquezas, outros a fama. Uns levam o peso de seu orgulho,
outros o peso de sua solidão. Uns prende-se ao casamento, outros a religião. Um
curva a cabeça ao seu chefe, outro a família.
Só para exemplificar, hoje em dia nós vemos uma grande parte dos casais
vivendo juntos sem amor, apenas se suportando. Isso por causa dos filhos, por
causa dos bens ou mesmo por dependência psíquica em relação ao outro. A vida
torna-se insuportável. O resultado são as brigas, as traições, a ansiedade, as compulsões e as neuroses.
Também há profissionais que fazem a mesma atividade e odeiam o que fazem, são
incapazes de mudar de vida. Ficam na mesma profissão por anos a fio, mesmo
odiando o que fazem. É um desperdício das capacidades físicas, intelectuais e
da criatividade. A explicação de Sartre
para estes problemas está na angústia da escolha. O homem tem medo da
liberdade. Para muitos seres humanos a liberdade gera a angústia. Muitos não
suportam esta angústia, e para não assumir a liberdade, fogem dela. São incapazes
de escolher. São homens da má-fé. A
má-fé é a atitude característica do homem que não é capaz de escolher. Este
tipo de homem aceita passivamente sua situação, pensa que sua vida é assim
porque Deus quis e que não pode mudar
seu destino. Ele aceita os valores, normas e regras da tradição passivamente
sem nunca refletir sobre elas. Ele engana a si mesmo e pensa que é dono de seus
atos.
O exemplo
de má-fé no amor é bastante ilustrativo.
Para Sartre, a união amorosa é um
conflito irreconciliável, já que assimila a própria individualidade e a do
outro em uma mesma transcendência. Em conseqüência disso, implica o
desaparecimento do caráter de um dos dois. Quem ama limita a liberdade alheia,
apesar de respeitá-la. Dessa forma, no amor,
a atitude da má-fé acontece quando o indivíduo está com alguém há anos
sem sentir amor, mas, por questões morais, religiosas ou por gratidão, fica
assim mesmo com a pessoa. Ele não a ama, mas dissimula para si mesmo que a
ama. Ele não quer fazer uma escolha pela
qual teria que se responsabilizar. O indivíduo recusa a dimensão do para-si e
torna-se em-si. Ele é um objeto, uma coisa, o puro nada. É o homem responsável
que recusa sua liberdade e se torna um ser conformado.
Quando
não temos convicção sobre o que
realmente desejamos e sentimos,
somos levados a desejar e a querer o que a sociedade ou o grupo nos inculcam. A ambição e as metas que
temos não são nossas, mas aprendemos e a adquirimos de outros. Lutar pelo êxito financeiro,
procurar ser um profissional bem sucedido, ter fama ou poder para sermos amados
e admirados torna-se uma ilusão. O
resultado disso é a ansiedade, o vazio interior e a solidão. Quando os verdadeiros sentimentos e desejos
se perdem surge a apatia e a resignação. A vida torna-se fútil, sem emoções, e
os sonhos perdem sua importância. Esse
medo e incapacidade de escolher nos leva
ao vazio. O vazio vem do sentimento do
nada que experimentamos. A pior coisa que pode acontecer a um homem é o nada. O
nada é o não-ser, o não se realizar, o não querer mais, é o cansaço e a
impotência.
MOUTINHO, Luiz D.S.
Sartre:Existencialismo e Liberdade. São Paulo: Moderna, 2003
SARTRE. J.
L’Existentialisme est un humanisme. Paris: Gallimard. Col. Folio. 1996
SARTRE. J.
O testamento de Sartre. Paris: 1980.
L&PM, São Paulo, p. 17-64. Entrevista concedida a Benny Lévi para Nouvel
Observateur
SARTRE, J. P. O Ser e o Nada: Ensaio de ontologia
fenomenológica, trad. Paulo Perdigão Petrópolis: Vozes, 2002.
domingo, 1 de abril de 2018
sábado, 31 de março de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
É por isso que esse AMOR me constrange
É por isso que esse AMOR me constrange
Olhar de baixo, para aquele Homem no alto da cruz e saber que Ele passou por todo o tipo de humilhação e
sofrimento...
Enquanto esvaía-se em Sangue Sagrado;
E que ainda assim, Ele
me ama, me constrange.
Saber que bastava uma vontade;
E que num suspiro Ele seria capaz de aniquilar os tolos e os
cruéis, mostrando a todos Seu Poder;
E ainda assim, manter-se humilde e obediente ao seu Pai... me constrange.
Entender minimamente o possível para conhecer
toda Sua Grandeza, toda a bondade que flui de Seu Peito, e que mesmo no suplício do calvário intercede junto ao Pai por mim e por todos nós...
Isso também me constrange.
Me sinto tão pequena, mas diante do Seu Amor,
Me torno grande, importante e digna do Seu olhar de afeto.
Apenas Tu, Senhor, tem a grandeza desse sentimento...
E isso, mais uma vez, me constrange!
Que eu possa ser fruto.
Que eu possa ser digna de todo Seu Sofrimento;
E que me torne para ti...
Cada dia um ser melhor, que eu possa chegar a Teus Pés e lavar-me com o Sangue que deixastes na Cruz.
quinta-feira, 29 de março de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
Projeto Gentileza - Voluntariado - Páscoa 2018
Muito orgulho de trabalhar em uma empresa responsável e solidária!
Muito feliz por participar mais um ano da entrega de chocolates na Páscoa, participando de projetos de voluntariado. Muito bom ganhar essa energia, essa troca maravilhosa com todas as crianças do Solar Bezerra de Menezes, Entidade Filantrópica em São Cristóvão, Rio de Janeiro.
Agradeço pela oportunidade de participar desses projetos!!!
Enche meu coração de alegria!!!
segunda-feira, 26 de março de 2018
Mais 1 mês sem meu irmão... nunca vou me acostumar com a saudade presente...
Mais 1 mês sem você, Waltinho... e eu ainda não consigo entender porque tanto egoísmo e crueldade. Meu irmão, eu sinto muitas saudades, sinto vontade de conversar com você - e eu converso! - mas não escuto sua voz, sua risada!!! A sensação que me acompanha é que você vai aparecer na minha frente a qualquer momento, rindo pra mim, rindo de mim, dizendo o quanto eu sou bobona em imaginar que você iria embora desse mundo sem se despedir, sem me dizer adeus... Meu irmão, sempre estivemos próximos... ainda hoje, sem saber onde você está, eu continuo me sentindo próxima. Você é meu irmão... meu irmãozinho tão amado, tão querido... eu nunca vou me conformar com o que fizeram com a gente. Ninguém neste mundo tinha o direito de fazer o que fizeram. Se algumas pessoas não amam seus irmãos, não deveriam achar que todos os irmãos vivem uma relação sem sentimento e sem cumplicidade. Somos irmãos, pra sempre... nosso laço é indissolúvel, viemos irmãos por vontade de Deus, e como irmãos vivemos a nossa infância e a nossa juventude. Não é possível que alguém se ache no direito de nos separar. Eu te amo, meu irmão! Vou te amar para sempre, independente da maldade das pessoas. Hoje, mais 1 mês sem sua vida neste mundo. Só quero que você receba todo meu amor, todo meu carinho, e que você saiba que estarei sempre disponível para apoiar seus pedidos, que nós conversamos antes da sua partida desta vida. Por você, eu continuarei fazendo tudo o que estiver ao meu alcance, sempre serei seu apoio, seu retorno à casa, seu porto seguro. Você sempre soube, que eu sempre estive pronta pra te ajudar, quando você se encontrava sem saída.
Pena que neste momento, te comprar uma passagem de avião, pra te trazer de volta à nossa família, não vai, literalmente, te trazer de volta...
Mas recebe meu amor, boas energias e nunca se esqueça, que eu sou sua irmã mais velha, que te ama e que pra mim, você nunca teve defeitos.
Saudades, Waltinho
Saudades, Waltinho
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