sexta-feira, 10 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Bob Marley IV

"Preocupe-se mais com sua consciência, do que com sua reputação.
Porque sua consciência, é o que você é.
E a sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, é problema deles..."
Bob Marley

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Setembro, dia 6


Resolvemos ir em grupo, assistir o filme Nosso Lar... Marcamos no shopping, um galerão do bem, àvidos pelos bons fluidos distribuídos pela incrível energia da película espírita. Chegando lá, caos! De onde saíram tão novos espíritas casuais? A fila dava voltas no shopping... homens, mulheres, crianças e vovós, fazendo novas filas para tentar comprar o ingresso. Dona Orelha Nova, foi até o guichê, tentar falar com nossa amiga de muito tempo (aquela gerente, do cinema do Nova América, lembram?) Pois é, voltou desolada: "gente, as sessões de 21:00h e 21:30h, estão esgotadas". Ahhh! O time feminino lamentou... já o masculino bradou em tom firme: oba, então vamos beber uma cerveja? Ainda era cedo, umas 20:00h... tudo bem, vamos lá. Compramos lanche no Mc Donald's paras as crianças. Muita risada, muita cerveja, algumas fofocas, entreolhares que dizem muitas coisas. Dona Orelha Nova, o cordão de alfabeto, é seu! Pilantra! E pode deixar de esconder-se com o cabelo. Mari tá forte, tá feliz, que bom. As meninas não cabem mais no meu colo. Daí eu lembro que o tempo não pára... A caçula já está na minha altura, e ainda tem tanto que crescer. Como passa rápido, quem aproveitou, aproveitou... Meu fígado tá presente, sendo atento às comidinhas ao redor... mas tô cuidando dele, da maneira que posso. Tá ruim aqui... No verão a Rua do Rio é quente, mas no frio, é bem fria, também... Paga-se, e resolve-se que ainda tá cedo pra dormir. Ok, então, buscamos outro destino, vai uma pequena carreata de carros, com crianças distribuídas (eu gosto), paramos na rua, flanelinha com olho torto, quase perde o outro... tá bom, encontramos nosso novo point, com direito a reunião no banheiro vala e a indisposição de comer qualquer coisa vinda daquela cozinha. Não faz mal, temos carro pra quê? E assim, invadimos a York, mas já não tinha mais tanta coisa pra comer... Tudo bem, mete pra dentro esses biscoitos tipo Globo na goela. Vamos lá... Vumbora, vumbora, vumbora, rir é o melhor remédio. Ih, vamos naquele churrasquinho de gato dali? Ebaaaa!!! Adoro churrasquinho de gato, contando que os gatos, não sejam os meus... tadinhos do Oliver e do Samurai. Mas olha, não pode comer na mesa o churrasquinho do vizinho... Ahhh, que pena, não faz mal, a gente levanta, Bláh! O importante é ser feliz.Falta pouco pro dia 7... Daqui há pouco, é nosso dia! Tá te faltando algo, Dona Orelha Nova??? kákákákákáká!!!! O bom é estar aqui. Tem coisas que o dinheiro não compra... e pras outras coisas, minha fia, tem mastercard! Hohohoho! Deixa o povo chorando lá longe! Banhos de biscoito, cachoeiras de cerveja, risadas, muitas risadas... é! Definitivamente, a Mari tá bem, tá feliz, muito feliz! Tá mais leve, mais solta, mais bonita... deve ser o bem da companhia. Eu também prefiro assim. Gente com cara amarrada, não tá com nada. Aliás, eu li uma pesquisa, onde estudos indicam que pessoas com cara amarrada, sérias demais, se fazendo de "melhor que os outros", são uns merdas... e via de regra, acabam fazendo com que o parceiro, fique com cara de merda, também. Essas pessoas se merecem... tem mais é que fazer "parzinho" então. A gente precisa correr atrás da felicidade, pois ela não bate à nossa porta! Minha amiga precisa é de um HOMEM que dê conta de apagar o fogo dela, hehehe! Ô, Dona Orelha Nova, e você, hein??? Tou de olho, e sua saga anda não acabou... isso foi só o começo. Meu Deus, que maquiagem era aquela? Non sense, non sense... E a caolha? Hahahahahahahahahhah, fála sério, gente, de onde saiu aquilo? Me lembra daquela música que diz assim: "festa estranha, com gente esquisita, eu não tô legal, não aguento mais birita..." e hoje estou gargalhando mais, com os vídeos e a foto de dedo de bunda! A volta? Só sono e a benção de Deus, pra nós todos, porque afinal, mesmo não conseguindo entrar pra ver o Nosso Lar, fomos abençoados, porque somos bons... Não somos nem melhor, nem pior que ninguém... mas somos bons... e Deus, graças a Sua infinita bondade, nos mostra isso a cada dia. A amizade nos segura, nos suporta, nos mantém em pé. E assim como serve pra nos amparar nos dias ruins, nos dias de chuva, também serve pra nos proporcionar noites como essa... que nem dinheiro, nem ouro, nem o puto do mastercard, conseguem pagar. E eu sou rica, muito rica por ter amigos assim ao meu lado. Felicidade é isso, transformar um tantinho de nada, numa gostosa lembrança que jamais será esquecida por nenhum de nós. E ponto final!

domingo, 5 de setembro de 2010

Setembro, dia 5


Aniversário da Tia Lamia.

Rodízio de caldinho aqui em casa.
A família reunida.
Teve alegria;
Teve muita comidinha;
Teve muita cervejinha;
Teve música, muita música;
Teve jogo;
Teve vídeo;
Teve emoção (e que emoção);
Teve bolo da Fabi;
Teve chuva;

Teve mais gente aniversariando (vó);
Teve amor!!!
Foi tudo de bom.

Graças a Deus.
Obrigada, Senhor, por esse dia!!!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Setembro, dia 3


Somente porquê é setembro, apenas porquê é o mês da primavera...
Somente porquê eu te amo!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Setembro, dia 2


Como eu disse ontem, hoje vou contar um pouco sobre o Felipinho. A mãe dele é irmã da minha mãe... e ela é minha madrinha, além de tia. Quando o Felipe nasceu, minha tia tinha 40 anos, eu tinha 17. Eu me recordo a primeira vez que segurei meu primo e afilhado no colo. Ele veio embrulhado, todo vermelho, com cara de joelho e eu estava super ansiosa, querendo abrir a manta que o cobria... e assim o fiz, sentei-me na cama da maternidade e fui desdobrando as mantas, as roupinhas pequenuchas dele... fui abrindo o bebê como se fosse um presente. O meu presente, meu priminho caçula, meu afilhadinho querido. O Felipe, assim como a Priscila, sempre foi "nosso"... meu, da minha mãe, da tia Armida, do tio Guzzo. Graças a Deus, tia Lamia nunca teve ciúme, sempre dividiu o filho dela com a gente... Mas também, durante 17 anos, eu também fui muito "dela"... depois eu conto aqui, as aventuras que passamos juntas. O Felipe sempre foi um menino carinhoso, inteligente; nunca deu trabalho. Tirando a madrugada que ficamos estudando História do Brasil, a Era de Vargas, não tinha problemas com a escola. Depois que a Priscila nasceu, a felicidade dobrou, toda linda, careca que nem eu... só foi ter cabelo com 5 anos... As crianças passavam frequentemente, os finais de semana em minha casa. Era uma baguncinha muito da boa... eu não sei porque eles cresceram tão depressa... Hoje em dia, as visitas escassearam, mas em compensação, quando chegam lá em casa, não são apenas 2, mas 4, pois trazem seus respectivos companheiros de estrada, a Elaine e o Anderson... então, é bom, é booommm demais estar perto deles, compartindo da vida adulta. Eu sempre os tratei como sobrinhos, pois dava muito trabalho explicar que eram primos e afilhados... Nos dias de hoje, a diferença de idade não é mais tão gritante e agora que eles são independentes, podem voltar a ser primos, ahahahaha. Eles são adultos, trabalham, fazem faculdade, conversam de igual pra igual. Eu confesso que fiquei perplexa quando vi o Felipinho com um copo de cerveja na mão.... mas ele é um homem, né? E nossa família é de origem russa e alemã... normal que gostemos de cerveja, argh! Ontem, meu bebezinho fez 21 anos, e eu não poderia deixar de ir lá para pegá-lo no colo (???) e dar um monte de beijo nele. Tia Armida fez um rodízio de pizza... meu fígado entrou em colapso, foi uma festinha rápida, pois Felipe tinha prova na faculdade. Chegando lá, ele me chamou: Dedéia, vamos tocar guitarra? Fui. Fiquei muito feliz, pois ele está tocando muito bem, tira os acordes perfeitamente, e eu, como vocês já estão can-sa-dos de saber, AMO MÚSICA!!! Mas sabe o que mais me tocou? Não foi em si, as notas na guitarra... mas o tipo de música que o Felipe gosta. Ele é eclético... muito eclético. Vai da MPB ao Rock num instante. Puxou a mim! Quando ele começou a tocar Nando Reis, então... puxa, quase fiquei sem fala! Eu fico toda boba, porque eu sei que tem uma pitada de mim, na vida dele... não só dele, mas na vida da Priscila, também. Isso é amor, é carinho, foi todo o tempo que passamos juntos, dedicando conversas, estudos, brincadeiras, dia a dia. É engraçado, pois hoje em dia, os valores são outros, as coisas são diferentes de 20 anos atrás. Tem tanta música porcaria por aí... tanta novidade comercial veiculado em rádio e televisão... como que meus sobrinhos/primos/afilhados, podem gostar de Legião Urbana, Zeca Baleiro, Djavan, Roupa Nova??? Eu lembro que eles eram pequenos e iam no banco de trás do carro, e eu ia escutando e cantando Faroeste Caboclo, Vento no Litoral, imaginando-me dentro da chamada Geração Coca-Cola... Tem gente da idade deles, que mal conhecem essas músicas... Mas tudo bem, música não tem idade... Ainda bem! Eu cresci ouvindo Elis Regina, Ataulfo Alves, Jair Rodrigues, Angela Maria... Meu gosto musical também tem a ver com cantores de outros tempos, mas que ainda hoje, mantém um público fiel de fãs. É isso aí... mais uma prova que o tempo é inexorável... inexoravelmente maravilhoso... E as lembranças estão aí pra mostrar que tudo que foi bom, a gente não esquece. Ainda lembro de mim mesma, com 19 anos, perguntando ao Felipinho: Felipinho, o que eu sou sua? e ele respondia: voxê é minha "padinha". É isso aí, mesmo, meu querido, eu sou a sua Padinha, vou ser pra sempre a sua padinha... e ninguém me tira isso!


Feliz Aniversário!
Obs.: nesta fotografia, o Felipe tinha 14 anos

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Setembro, dia 1


Então...

Chegou setembro, mês da primavera, das flores, dos amores!
Hoje é o aniversário do Felipe... 21 anos...
Amanhã eu escrevo sobre ele, menino bom, muito bom... vim da casa da tia Lamia agora, e estou cansadinha, quero deitar e virar pedra até amanhã de manhã. Mas tenho tanta coisa que escrever... ainda bem que tenho memória de elefante!

Well, amanhã eu escreverei sobre o dia de hoje, se Deus, Nosso Senhor, Meu Pai, assim permitir.

Fiquem em paz.

Andréia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Momentos que valem uma vida


A amiga me mostrou a fotografia: nesse dia ela estava feliz... tão feliz que ainda hoje é possível ver o tamanho da felicidade dela através do brilho dos olhos, irradiando e já faz tanto tempo. Nesse dia, eu tenho certeza que ela foi feliz - disse ela novamente. Ali naquele momento, nada mais importava, parecia ter o mundo parado de girar. Se fosse pra vê-la morrer, preferiria que ela tivesse morrido nesse dia aqui... falou a amiga pra mim, apontando pra foto, ora parada, perdida, ora olhando o nada. Se eu soubesse o fim da história, eu mesma havia acabado com aquela alegria tão contagiante, não a teria deixado partir... mas por outro lado, ela viveu, ela sorriu, ela amou, ela sonhou, ainda que tão pouco, ainda que o mergulho tenha sido tão raso - ela mergulhou na pedra, coitada! Eu fiquei estupefata, imaginando naquele segundo um pouco de minha própria vida... Observei a foto, vi a tradução daquele sorriso, tão iluminado, parecia um sorriso de pôr-do-sol, em uma praia tranquila; areia branquinha. Os cabelos caindo-lhe nos ombros... eu tinha uma blusa quase igual aquela, pensei. Depois da festa, ela viajou... viajou com seu amor, mas somente ele retornou. Ela ficou naquela viagem, seu coração desfez-se em outra cidade e lá ela feneceu... feneceu, pois descobriu que o que vivera não fora amor... feneceu como uma rosa arrancada de um jardim. Simplesmente extinguiu-se, findou-se em seus próprios sonhos. Virou pó... Minha amiga então virou-se e disse pra mim: a vida dela não valeu os momentos de felicidade. Eu fiz uma retrospectiva da história de vida da moça... fiquei absorta recuperando do meu passado alguns momentos felizes que ainda hoje lembro com carinho, o sentimento, o momento, as cores, os cheiros, as vontades... Olhei novamente a foto da amiga da minha amiga... Ela era felicidade pura - falou com a voz rouca e baixa - Ela me ligou algumas vezes, contando os sonhos que se tornavam realidade a cada manhã daquela inesquecível viagem. Que pena! O que eu poderia dizer naquele cenário? Abracei minha amiga e disse: não diga que a vida dela não valeu os momentos de felicidade. Saiba através de mim, que ainda respiro nesse mundo, que existem momentos que valem uma vida... uma vida inteirinha. Uma vida pode ser vivida em poucos dias, em alguns momentos... momentos que fizeram a vida valer a pena.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Bob Marley II

"Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim, desistir daquilo que mais se ama.
Eu desisti...
Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar...
e sim por não ter mais condições de sofrer..."
Bob Marley

sábado, 28 de agosto de 2010

Bob Marley I

"As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas...
O tempo passa...
E descobrimos que grandes mesmos, eram nossos sonhos.... e as pessoas pequenas demais para torná-los reais"

Bob Marley

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Lua Cheia

É assim que a lua está hoje!
Acho que virei de vez, uma super, hiper, mega adoradora da lua.
É, acho que apaixonei de vez!
Fico contando as horas pra noite chegar... e como uma doida, fico procurando por ela...
Levei um susto ainda agora, ela estava ao meu lado, e eu procurando no lado oposto. Quando virei o rosto, quase dei um grito de alegria.
Cantei pra lua!
Que lua bela!
Eu amo a lua, desde pequena, e cada dia que passa, vão aumentando as minhas necessidades de dizer isso à ela.

Eu amo a lua!

obs.: claro que essa foto eu peguei do google image... ahhh, se eu tivesse tirado uma foto dessa!!!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Lua, lua, linda lua

Lua, lua, linda lua...

Quantas vezes te olho, linda e nua?

Lua, lua, linda lua...

Oriente meus passos, na mente e na rua.

Neste momento, faltando tão pouco para um novo dia começar, te parabenizo, minha lua... por tão intensa e clara brilhar!
Nunca vou deixar de te amar!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lua hoje


Você já viu a lua hoje?

Tá linda... deixa de preguiça, vá até a janela, à varanda... saia às ruas!

Tirei essa foto há umas 3 horas atrás. Uma pena eu não ter uma máquina profissional...

domingo, 22 de agosto de 2010

Arco-íris


Eu ganhei um arco-íris nesta semana...

Foi entregue em mãos
Para alegrar meu dia

Fiquei feliz de montão!


sábado, 21 de agosto de 2010

Olhar-se


Os momentos que estamos só, não são apenas momentos de solidão... São espaços abertos num dia qualquer, um dia seu, que tem o principal objetivo dar a si mesmo a chance de olhar-se; sem dividir o instante com outro rosto. Aproveitar! Ter seu auto-aproveitamento, você com você. Sentir-se pleno em sua própria companhia. Triste, é estar rodeado de gente, e sentir-se sozinho no mundo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Preciso

Para escrever eu só preciso:

- tempo
- um quarto
- um computador com acesso à internet, de boa qualidade
- folhas em branco, cadernos, papel e lápis ou caneta, ou carvão...
- uma janela para o nada
- ficar em silêncio
- comida, muita comida e algo que beber
- incenso.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Minha vida num baú

Minhas escritas são escritas à mão, no papel e lápis... caneta, quase nunca. Acordo de madrugada, com um sentimento no peito, de vez em quando um nó na garganta, uma frase me cutucando a cabeça. Desço a mão no chão, vou tateando no escuro e pego o caderno e o lápis... começo a imaginar onde está a linha e solto palavras... As letras saem bem, ainda que subam e desçam montanhas imaginárias na folha de papel. Às vezes são duas, três linhas... outras vezes o que escrevo vem completo, começo, meio e fim; e preciso escrever rápido, para não perder esse presente que vem de dentro, do alto; talvez pela intuição de minha alma, que sabe que preciso externalizar tais sentimentos. Tem noites que perco o sono e escrevo 4 folhas de uma só vez. Tenho vários cadernos, alguns em casa, outros no trabalho, no carro. Já tentei NÃO escrever no caderno reservado à pós graduação... Mas felizmente, não logrei êxito em nenhuma tentativa de não misturar os enredos... Do trabalho à pós, vou dirigindo, pensando e ouvindo as trilhas sonoras da minha vida (comprei um dvd, piorou... vou vendo os vídeos e conduzindo rumo ao estudo); aí fica difícil se concentrar na aula, entre contratos e legislações... Às vezes tudo se mistura, e vou tecendo uma analogia entre o Direito e o amor, essa foi uma viagem e tanto, fiquei num estado reflexivo tal, que fui parar em outra dimensão. Isso já faz um tempo... Depois eu posto no blog. Geralmente eu guardo meus escritos por um período, até que amadureçam, até que sejam novamente lidos e acariciados por meus olhos... Aí, se ainda concordo com eles, se ainda fazem sentido na minha cabeça e no meu coração, eu os tranfiro para o blog. Mas tem dias que eu acabo que escrever num papelzinho de banco, numa conta de gás, num guardanapo de papel e corro pra cá, pra postar e mostrar ao mundo meus sentidos, sejam intrínsecos ou extrínsecos. É mais ou menos assim que esse blog acontece... Depois de postados, esses fragmentos de palavras escritas são guardadas num baú. Sim, um baú que veio de longe, mas não tão longe, e que é o guardião dos meus anseios, sensações, medos, vontades e tudo mais que estiver escrito. Pois meus escritos são jóias, são meu tesouro, testemunho dos meus sentimentos, descritos de maneira concreta, como elementos corporificados, deixando o abstrato para se tornar poemas de uma vida... nem sempre fácil, nem sempre da maneira que eu gostaria que fosse, mas ainda assim, minha vida, e em capítulos diários... Seja minha vida como for, tenha eu coisas boas ou não pra contar, minha vida tem história... ah, muita história pra contar!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Livro

De acordo com o programa do projeto do meu livrinho, fui orientada pela minha personal assistant e também de acordo com as diretivas da editora, preciso dar um tempo em postagens românticas, no marcador "Para Meu Amor", pois senão, o livro ficará sem graça, sem o diferencial surpresa...
Provavelmente, a noite de autógrafos será na segunda lua de março de 2011.
Até lá, preciso escrever... e muito.
Continuarei a escrever o Blog... mas nem tudo postarei aqui!!!
Beijos
Andreia Sieczko

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

By Fernando Pessoa

"Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso, não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto."

Fernando Pessoa

domingo, 15 de agosto de 2010

Paraquedista, paraquedista!!!!


E lembrando todas as palavras do meu vocabulário paraquedista:

Brasil, Pátria Amada, Selva, Faca na Caveira, Guerreiro, Audaz, Sagaz, Bisonho, Pé Preto, Pé de Cão, Bute Marrom, Serra do Mendanha, Serra de Madureira, Serra de Xerém, Salto Noturno, Almanaque Paraquedista, Hino do Paraquedista, Praça de Marechal Hermes, Estação de trem de Marechal, Rosa Maria, vale a pena esperar!, Brigada, 25, 26, 27..., Dompsa, Avião, Saltar, Brevet, Brevetação, Área de Estágio, CIGS, Soldado, Cabo, Sargento, Tenente, Capitão..., Enganjar, Hino do Paraquedista, Asas de Prata, Conquista, Boina Vermelha, Pagar Canguru, Paga 20!, Missão, Farda, Equipe, Tropa de Elite, Tropa Mais Preparada do Brasil, Percevejo, Quartel, Conscrito, Enganjar, Geladeira, Guerrilha Urbana, Curso de Montanha, Curso de Selva, Curso de Sobrevivência, Salto, Força, Pista de Torus, Quebra Culhão, Cheiro de Nuvem, Verificar Equipamento, Meio Oeste, Charutar, Museu Paraquedista, Capacete que vira prato, Paraquedas, Velame, Fita, Acionar Paraquedas Reserva, Mate e Mariola, Tudo Junto, 1 Minuto Pra Comer, Fazer a Barba 2x Ao Dia, Conta Passos, Estrelas, Salto Noturno, Organização, Disciplina, Disciplina, Disciplina, Presidência da República, Companheirismo, Raça, Confiança, Temporário, FAU/FAP/Baioneta, Tirar Serviço, Eterno Herói, Lutar, Defesa do Brasil, Topografia de Terreno, Oficial de Unidade de Operações Especiais, Alto Guardado, Círculo, Cobrir Posições, Flancos, Tropa Inimiga, Comandos, Inteligência, Hércules, Búfalo, Bandeirantes, Equipe, MS, Procedimentos, Paraquedas, Fita, Velame, Jeb, Céu, Liberdade, Realização.

Um pouco de tudo que vi e ouvi em minha vida, em relação à Tropa mais especializada do Brasil.

Obs.: Imagens retiradas do Google Image.

Brigada Paraquedista

Todo pqdt é guerreiro, sagaz, herói... Desde que postei aqui no blog um texto sobre paraquedistas, tenho recebido inúmeras visitas de pessoas assim como eu (militares ou não), que são aficcionadas pelo salto paraquedista. Infelizmente, na minha época de jovem menina, não haviam sido criados postos para o corpo feminino de paraquedista no exército. Mas como irmã e filha de asas de prata, tenho no sangue, por osmose, um pouco da magia, da emoção e das dores de quem sabe o que é uma área de estágio. Já ouvi muito sobre a lendária e extinta serra de madureira, já cantei e ainda canto os hinos, as canções que são cantadas no treinamento, antes e depois de enganjarem. Já fui Rosa Maria, um dia também e ir à Marechal Hermes, desde pequena pra ver os saltos, sempre foi uma aventura. Lembro do meu irmão, Waltinho... Sieczko pra vocês, matrícula 57.154, saltando, bizonho, magrelo e jovem, no dia de sua brevetação. O orgulho do meu irmão caçula trocando aquele cuturno pé de cão pelo lindo e conquistado bute marrom... ele serviu no 26 e passou pela área de estágio depois de pagar muito canguru e levar muito torus no lombo! Pois é, alguns tentam, mas poucos conseguem a conquista de ser considerado a melhor e bem mais formada tropa de elite existente no Brasil. Meu irmão ficou lindo de boina, fecho os olhos e me remeto ao passado... ele indo para o CIGS Centro de Instrução de Guerra na Selva, para fazer o curso de 20 dias na época, hoje em dia eu não sei, mas era um estágio de sobrevivência na selva, esse curso é em Manaus e lá os paraquedistas se especializam e desenvolvem in loco todo tipo de ensinamento, fundamental a todo e qualquer guerreiro de elite. Waltinho fez curso de guerrilha urbana, F2, fez saltos noturnos, o que ele adorava e chegava em casa cansado, mas ainda com muita energia para contar, com maestria, gestos e empolgação todas as sensações passadas na brigada. Acho que é por isso que essas lembranças ainda são tão latentes em minha memória. Os paraquedistas daquela época estudavam no curso Soeiro, andavam de trem e os que vinham de outros estados, eram carinhosamente chamados de "percevejos". Meu pai também foi Pqdt. (matrícula 19.730). Se quiserem ler o outro post, busque no marcador do blogue, no dia 04 de abril... eu não sei colocar o link aqui. O nome do post é Paraquedistas - Guerreiros Alados. Ouvi dizer que os veteranos fazem encontros para se reencontrarem, e tenho certeza que deve ser um encontro de titãns, deve ser muito bom rever os colegas da brigada. As conversas e as histórias de saltos devem ser hilárias. Até hoje eu fico imaginando como deve ser o cheiro de nuvem, fecho os olhos e lembro do meu irmão contando como eram os últimos minutos dentro do avião, geralmente um C130 Hércules, C115 Búfalo ou um C95 Bandeirantes. E o MS - mestre de salto vociferando:

"Equipe, preparar
Levantar!
Enganchar!
Verificar equipamentoooooooo: gancho, pino, fita, capacete, jugular, queixeira, mosquetão de peito, reserva, tirante das pernas, bute, pronto, e o pnúltimo confere do útimo: gancho, pino, fita, capacete, cadarço de fechamento, cela, pronto.....
Contar
4 pronto
3 pronto
2 pronto
1 pronto"
E na luz verde, gritar:
Jááá!!!!!!
Aí, queridos, é confiar no companheiro da tua retaguarda, confiar no teu superior, mirar o horizonte e escolher o salto: normal, eclipse ou apagadão... e aí.... aí sentir no rosto o vento frio, a liberdade, a sensação, que por mais que meu irmão me conte, eu não sou capaz de descrever... pois acho que nem mesmo eu saltando, seria capaz de traduzir essa emoção em palavras.

Obs.:

1- essas 2 fotos, eu busquei no Google Imagens. Não são do meu arquivo de família.

2 - Mais uma coisa, não sei se tudo que está escrito acima está escrito de forma correta, mas é assim que me lembro, e assim que vai ficar!!!!

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sábado, 14 de agosto de 2010

Fases


Instável, eu?

Sim... assim como os dias que nascem com sol, ora nascem com chuva... mas sempre nascem. Sempre amanhecerá um novo dia, uma nova chance, uma nova esperança... seja um dia bonito ou não. E ainda contamos com a chance de um belo dia de sol se transformar em tempestade e vice-versa; tudo dependerá do clima, do seu referencial, das condições do vento, das correntes marítimas, da fase que se encontra a lua. Assim sou eu, tenho muitas fases, mas estou sempre me reinventando. Em minha mente existem nascentes de idéias borbulhantes, brotando aos cachos, e mesmo que eu acorde na manhã seguinte, seguirei sonhando... tenho vício de viver, tenho gula de emoções; arquivos de histórias, e mesmo que eu já tenha nascido perdendo, ainda tenho muito que perder, porque sei que também tenho muito que ganhar e desfazer-se do que não é usado, faz parte do crescimento, faz parte da vida. Pois quem nunca perdeu, nunca saberá a alegria de ganhar.
Mas eu continuo dizendo: eu iria te querer também nos dias de chuva...
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Obs.: imagem retirada do Google.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sexta-feira 13

Então, pra concluir o dia:

- entrevista em inglês
- ortobom
- termo circunstanciado na delegacia...

Tá bom prá você?

Arrrrgh!




Meu fígado está efervescente...


Ira no auge.


Mas como sempre, resolvendo pepinos!


Valeu, amigas!


Segunda-feira, faremos o próximo capítulo!!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A lua

Já viram a lua hoje???
Tá linda!!!!

Quero uivar para lua
Virar lobo...

Que saudade do lobo!

Saia do meu caminho...

Me leve com você

Meu coração está sorrindo para seus olhos. Não há distância segura entre seu pensamento e o meu, pois sempre haverá a sintonia que nos uniu e a necessidade de conhecer as difrenças que tanto assusta, se vista de perto. Mas leve contigo todo o amor que meus olhos disfarçam; e busque neles as repostas que precisar, para amansar o seu peito, quando a saudade bater incansavelmente em seu coração.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Fusão


Impregno-me com seus líquidos, manhã, tarde, noite... Faz-me sentir absoluta em tua existência, que eu transbordo esse prazer, inundando minhas carnes. Devora-me entre abraços e dentes, apertando-me até que o ar falte em meus pulmões, que eu te devolvo em minha respiração o triplo do amor que é amar você... até que você entenda que não há distinção alguma entre as horas... O tempo não se importa, enquanto testemunha o que eu me concedo com este prazer. Eu me transformo em cheiros e gostos, em pele que cobre a alma, num véu de lembranças e saudades. Faz de mim a figura que amansa seu desejo; que vai domando suas inquietudes, até que o cansaço se torne lento, e eu te adormeça em meus braços.
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obs.: também peguei essa imagem do google, se o dono aparecer, eu dou os créditos dessa imensa e infinita beleza e sensibilidade homem/mulher.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Me perdi...


A saudade arde em meu peito e a garganta arranha ao pronunciar teu nome...

Me perdi do seu caminho e você não voltou pra me encontrar.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dias de chuva

O ar entra em minhas narinas, gelando, corroendo meus pulmões. Eu fecho os olhos e por um segundo perdido, distante em meus pensamentos, a velocidade diminui... então eu canto. Começa a canção... e o ar, agora quente, sobe por minha garganta, passa tremendo em minhas cordas vocais, e finalmente os primeiros versos... Eu canto, me encanto nas palavras que passeiam entre os acordes, fazendo da melodia, o alento que meu coração pede em dias de chuva. O sinal abre, e eu acelero, passo os carros ainda parados à minha frente, e deixo pra trás a saudade que teima em me perseguir.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Amor Amor Amor


O sol brilhava no alto, e nos ombros dela, reluziam os cabelos dourados, que ele dizia ser dignos de uma rainha. O salto alto e fino pisando o asfalto quente, denunciava o molejo dos quadris, bailando silenciosamente, cortando o ar e seguindo em direção ao encontro que o destino já havia escrito em alvas páginas, de um romance sem igual... O acaso estava desejoso de ver uma paixão explodir, o destino queria ver fogo, libido, sofreguidão de beijos ardentes e ávidos de amor, sintonia e reciprocidade, em abraços extravagantes... pleno desvario. A sedução do momento foi marcada por frases difusas, intermináveis... Tinha muito que ser dito; as horas perderam-se no tempo, e o tempo foi pouco para aquele instante. Depois daquele dia, ele tornou-se indispensável para a alegria dela, e ela, tornou-se o desejo latente que o corpo dele necessitava para se sentir vivo. Os dias foram muitos, e como uma montanha russa, tiveram altos e baixos, mas sempre com a mesma intensidade. Eles se fundiam, se entendiam e completavam-se a cada estação. Ainda hoje, caminham juntos, paralelamente juntos, simplesmente, porque não há como separar esse caminho...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O amor, não.

"Todo sentimento precisa de um passado pra existir.
O amor, não. Ele cria como por encanto um passado que nos cerca.
Ele nos dá a consciência de havermos vivido anos a fio com alguém que a pouco era quase um estranho... Ele supre a falta de lembranças, por uma espécie de mágica..."
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Benjamin Constant

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Samurai



Não, não, não...

Ele não é um gato...

É um cachorro fantasiado de felino!!!

Os gatos não possuem as papilas gustativas que identificam o doce. Nunca vi gato algum gostar de doce, chocolate, sorvete, balas de côco... Mas esse gatinho aqui é assim. Nada escapa da sua gula gigantesca... e o Oliver, fica só olhando...

Decididamente, ele é um cãozinho vestido em capa de cordeiro, quer dizer, gato.

Mas ele pode tudo, ele é uma graça, super hiper carinhoso... Mas tá ficando gordinho, igual ao irmão mais velho. É que eu não consigo negar mimida pra eles!!!!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Clarisse Lispector IV

"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: - E daí? Eu adoro voar! Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente..."
Clarisse Lispector

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Quando a chuva passar

Paula Fernandes - Quando a chuva passar

Só quero te lembrar, de quando a gente andava nas estrelas...

Essa tempestade um dia vai acabar

Porque a nossa história não termina agora...

domingo, 1 de agosto de 2010

Partes do Contexto...


Ilha Grande

Angra dos Reis

Rio de Janeiro

Brasil

América do Sul

Continente Americano

Planeta Terra

Sistema Solar

Via Láctea

Universo

Infinito

Deus


A natureza é tudo!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Ilha Grande - Angra


Então foi assim: dia de sol, manhã bem cedo, saindo do cais... Escuna, Theo, calor, mochila... o mínimo possível. Cada vez mais estou enxuta na mala. Só mesmo o imprescindível. Eu gosto que seja dessa forma... Nada dessas peruíces de levar 430 itens de beleza, 20 biquines e 60 cangas... um chinelo de cada cor pra ficar "combinandinha", secador de cabelo.
Não preciso disso. Não preciso de nada disso para ser bonita ou ser feliz. Há 20 anos atrás, era beeeem diferente! Não saía de casa sem 2 toneladas precaução... Pode chover, pode fazer frio, essa roupa pode molhar, pode sujar e blá, blá, blá... Hoje em dia, só levo o que couber em uma pequena mochila... o resto é aventura. E assim foi! A única pena, foi que o tempo passou rápido demais. Ainda voltei com roupa que nem usei... foram direto para a gaveta. Aprendi isso com uma pessoa. Usou? ainda dá pra usar? então economize água e sabão. Aprendi, viu?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Fome, muita fome!


Existem muitas formas de fome. Tem fome de pão, tem a fome da carne, tem a fome espiritual, fome de vida, fome de amor. Tem a fome de sol, da chuva que precede o plantio, tem a fome de artes, fome de alegria, fome de silêncio e gritaria. Mas tem também uma fome diferente... fome do sangue correndo quente nas veias, borbulhando inquietudes, ansiedades ardentes. Fome do início, do mistério, da delícia que é conhecer algo; até então, desconhecido. Isso é fome, mas é mais que fome, é gula! É o querer mais, cada vez mais... É a fome do cheiro, do suor que escorre pela pele, e então, matar a fome e a sede em seus próprios líquidos. É a fome do sexo, da volúpia, da luxúria que faz tremer os corpos... pernas bambas e noites sem dormir. É a fome. Essa é a fome que eu digo. A fome de beijos intensos, hálitos conexos e olhares inebriantes. Fome que denuncia sentimentos. Fome que paralisa o momento, fome que faz arrepiar os pêlos com o ar quente que sai das narinas. Fome de abraços infinitos entre corpos que se entrelaçam. Essa é a fome que tenho. Irremediavelmente... Tenho fome!
imagem retirada do google imagens (e que imagem!)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Redenção


Esta noite ela acordou de um sonho... um sonho que mesclava devaneios e realidades. Nele, ela foi à casa de um desafeto, sentiu o cheiro, o astral da casa e observou por um tempo, incógnita, de como aquele contexto funcionava. Até que veio a descoberta e com ela, caiu-lhe o véu que até então a protegia. Ela olhou nos olhos de quem havia feito sofrer e a chuva começou a cair. E caindo, lavou-lhe a alma... e finalmente, ela se perdoou. Sim, ela precisava perdoar a si mesma, mas que qualquer outro perdão; porque, de que adiantaria que outros a perdoassem, se ela mesma não se dava o perdão? E como glória e tortura, a chuva tirou dela, toda a culpa que sentia no peito. Ao mesmo tempo que a água tirava as dores que lhe consumia, as gotas da chuva pareciam minúsculas pedras a tocar seu corpo. Era a redenção. E escorria forte, ao mesmo tempo morna e fria, e o barulho da chuva na terra, ensurdeciam os ouvidos e ela podia sentir a pressão dos pingos sobre sua cabeça. Ela não te olhou. Ela não quis olhar, mas sabia que estava sendo observada por todos. Então ela abraçou a quem fez sofrer, e perdoou todo o mal que a ela havia sido lançado. Só cabia a ela, também perdoar. Não era oportuno que ela desejasse o mal que lhe fora desejado. Quem lançou esse mal, também o trouxe consigo, em dobro, um inferno esperado... o direito de colheita é para quem o semeou... E ela virou-se de costas, finalmente acabaram as páginas... ela então, fechou o livro. Saiu da casa caminhando tempestade afora; lágrimas se misturando em sólidas gotas de chuva, que não pairavam no rosto, mas desciam corpo abaixo, limpando, varrendo o choro. Ela estava pronta para seguir seu velho caminho, com roupagem alva, nova; sem a bagagem pesando em suas costas. Ela entendeu. Agradeceu o presente, a oportunidade de deixar pra trás as máculas que andavam consigo. A chuva foi parando, paulatinamente, lenta e macia aos seus ouvidos, até que ela encontrou um refúgio, um abrigo onde pudesse descansar. Logo, logo começará um novo dia; e com ele, brilhantes raios de sol a lhe abençoar.
Imagem retirada da internet (google imagens)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Nanã - Nossa Senhora de Santana


26 de julho
Nanã, Nossa Senhora de Santana, mãe de Maria, mãe de Jesus.

Theodoro, o Theo!

Esse é o Theo, um maltês lindo, de 3 anos, educadíssimo!!!
Nunca vi um cãozinho tão adorável como este.
É um gentleman!

Gato, gatinho... bichano caçulinha

Esse é o mais novo membro da família...


Estava perdido, zanzando próximo à minha sala, no trabalho.
Ontem fez 1 mês que ele chegou.

Mas ainda não consegui um nome que seja a cara dele...
Penso em Arquimedes, Pitágoras, Samurai, Zigui.
Mas ainda o chamo de Gato!
Bichinho super carinhoso, pensei que o Oliver fosse ficar com ciúme, mas que nada... o comportamento do Oliver está 100% melhor, e um brinca com o outro o dia todo. Aliás, o Oliver mais parece uma mãe pro pequeno!!!!!! Vive pedindo colo, dorminhoco e comilão.



Chameguento... e eu que nunca gostei de gatos!
Ah, ah, ah, me acabo de rir quando me pego olhando pra eles.
Uma delícia!