segunda-feira, 9 de outubro de 2017
PRECEDEX
http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=23912692016&pIdAnexo=3955311
Contra-indicações de Precedex
Precedex (CLORIDRATO DE DEXMEDETOMIDINA) É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES COM CONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE A DEXMEDETOMIDINA.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Precedex
OS EVENTOS ADVERSOS INCLUEM DADOS DE ESTUDOS CLÍNICOS DE SEDAÇÃO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA, NOS QUAIS 576 PACIENTES RECEBERAM CLORIDRATO DE DEXMEDETOMIDINA. EM GERAL, OS EVENTOS ADVERSOS MAIS FREQÜENTEMENTE OBSERVADOS, EMERGENTES DO TRATAMENTO FORAM HIPOTENSÃO, HIPERTENSÃO, BRADICARDIA, BOCA SECA E NÁUSEA. OS EVENTOS ADVERSOS MAIS FREQÜENTEMENTE OBSERVADOS, EMERGENTES DO TRATAMENTO E RELACIONADOS AO MEDICAMENTO ESTÃO INCLUÍDOS NA TABELA ABAIXO. Eventos adversos surgidos e relacionados# com o tratamento, com incidência > 1%, em todos os pacientes tratados com dexmedetomidina nos estudos fase II/III de infusão contínua ( a tabela está disponível na bula original)
Precedex - Posologia
OBSERVAÇÃO: o cloridrato de dexmedetomidina deve ser administrado somente por profissionais habilitados no controle de pacientes em quadro de tratamento intensivo. Devido aos efeitos farmacológicos conhecidos, os pacientes devem ser continuamente monitorados. Injeções em bolus de cloridrato de dexmedetomidina não devem ser usadas, a fim de minimizar efeitos colaterais farmacológicos indesejáveis. Eventos clinicamente significativos de bradicardia e parada sinusal foram associados com a administração de cloridrato de dexmedetomidina em voluntários sadios jovens com alto tom vagal ou por diferentes vias de administração incluindo a administração intravenosa rápida ou em bolus do cloridrato de dexmedetomidina. Adultos: o cloridrato de dexmedetomidina deve ser individualizado e titulado segundo o efeito clínico desejado. Para pacientes adultos é recomendável iniciar dexmedetomidina com uma dose de 1,0mcg/kg por dez minutos, seguida por uma infusão de manutenção que pode variar de 0,2 a 0,7mcg/kg/h. A taxa de infusão de manutenção pode ser ajustada para se obter o efeito clínico desejado. Em estudos clínicos com infusões por mais de 24 horas de duração, têm sido utilizadas doses baixas como 0,05mcg/kg/h. A dexmedetomidina tem sido administrada tanto para pacientes que requerem ventilação mecânica quanto para aqueles com respiração espontânea após extubação. Não há depressão respiratória associada com o uso de dexmedetomidina. Foi observado que pacientes recebendo dexmedetomidina ficam despertáveis e alertas quando estimulados. Este é um componente esperado da sedação por dexmedetomidina e não deve ser considerado como evidência de falta de eficácia na ausência de outros sinais e sintomas clínicos. A dexmedetomidina foi continuamente infundida em pacientes ventilados mecanicamente antes da extubação, durante extubação e pós-extubação. Não é necessário descontinuar a dexmedetomidina antes da extubação. Disfunção hepática: reduções de dose podem ser necessárias para os pacientes com disfunção hepática, pois a dexmedetomidina é metabolizada principalmente no fígado. Disfunção renal: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes nefropatas. Idosos: A dexmedetomidina deve ser titulada de acordo com a resposta do paciente. Pacientes idosos (mais de 65 anos de idade) freqüentemente requerem doses menores de dexmedetomidina. Crianças: a segurança e a eficácia do cloridrato de dexmedetomidina em crianças não foram estudadas. Administração: deve ser utilizado um equipamento de infusão controlada para administrar o cloridrato de dexmedetomidina. Técnicas estritamente assépticas devem ser sempre mantidas durante o manuseio da infusão de dexmedetomidina. A preparação das soluções para infusão é a mesma, tanto para dose inicial como para dose de manutenção. Para preparar a infusão, retire 2ml de Precedex (cloridrato de dexmedetomidina) solução injetável concentrada para infusão e adicione 48ml de cloreto de sódio a 0,9% para totalizar 50ml. Para misturar de modo correto, agite suavemente. O cloridrato de dexmedetomidina deve ser administrado através de um sistema de infusão controlada. Após a diluição do concentrado, o produto deve ser administrado imediatamente, e descartado decorridas 24 horas da diluição. Produtos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente, em relação a partículas e alterações de cor, antes de serem administrados no paciente. Compatibilidade: tem sido demonstrado que o cloridrato de dexmedetomidina é compatível com a co-administração das seguintes preparações e medicações intravenosas: ringer lactato, dextrose a 5%, cloreto de sódio a 0,9%, manitol a 20%, tiopental sódico, etomidato, brometo de vecurônio, brometo de pancurônio, suxametônio, besilato de atracúrio, cloreto de mivacúrio, brometo de glicopirrolato, cloridrato de fenilefrina, sulfato de atropina, midazolam, sulfato de morfina, citrato de fentanil, além de substitutos do plasma. Incompatibilidade: Precedex (cloridrato de dexmedetomidina) não deve ser misturado com outros produtos medicinais ou diluentes, exceto aqueles mencionados acima.
Precedex - Informações
A dexmedetomidina é um agonista adrenérgico de receptores alfa-2 potente e altamente seletivo, com uma gama variada de propriedades farmacológicas. A dexmedetomidina promove sedação e analgesia sem depressão respiratória. Durante esse estado os pacientes podem ser despertados e são cooperativos. As propriedades simpatolíticas adicionais incluem diminuição da ansiedade, estabilidade hemodinâmica, brusca diminuição da resposta hormonal ao estresse e redução da pressão intraocular. Acredita-se que as ações sedativas da dexmedetomidina sejam principalmente mediadas pelos adrenorreceptores alfa-2 pós-sinápticos, os quais, por sua vez, agem sobre a proteína G sensível a inibição da toxina pertussis, aumentando a condutibilidade através dos canais de potássio. Tem sido atribuído ao locus ceruleus o local dos efeitos sedativos da dexmedetomidina. Acredita-se que as ações analgésicas sejam mediadas por um mecanismo de ação similar no cérebro e na medula espinhal. A seletividade alfa-2 é demonstrada após administração lenta de doses baixas ou médias. As atividades alfa-2 e alfa-1 são observadas após administração de doses rápidas ou muito altas. A dexmedetomidina não tem afinidade pelos receptores beta-adrenérgicos, muscarínicos, dopaminérgicos ou serotonérgicos. Nos estudos clínicos que avaliaram pacientes que necessitavam de cuidados de terapia intensiva, os pacientes que receberam dexmedetomidina alcançaram os níveis desejáveis de sedação, permanecendo menos ansiosos, com uma significativa redução da necessidade de analgesia. Por outro lado, os pacientes puderam ser facilmente despertados, demonstrando- se cooperativos e orientados, o que facilitou o manejo destes pacientes. Nos estudos fase I, em voluntários saudáveis, a dexmedetomidina não provocou depressão respiratória e demonstrou atenuar a resposta ao estresse para frequência cardíaca e pressão arterial. Estes mesmos efeitos foram confirmados nos estudos fase III, em pacientes sob terapia intensiva. Dois estudos clínicos fase III para sedação em unidades de terapia intensiva foram realizados, comparando os efeitos do cloridrato de dexmedetomidina com placebo, incluindo propofol ou midazolam como medicação sedativa de suporte. Os resultados destes estudos dão suporte ao perfil excepcional da dexmedetomidina. Sedação: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina alcançaram os níveis clinicamente indicados de sedação, medidos pelo escore de sedação de Ramsay, e foram facilmente despertados e cooperativos. Os pacientes tratados com dexmedetomidina também necessitaram de menos medicação sedativa, de modo estatisticamente significativo, do que os pacientes tratados com placebo. Cloridrato de dexmedetomidina foi investigado em três estudos duplocegos, controlados por placebo na Unidade de Terapia Intensiva cirúrgica. Nos estudos, o cloridrato de dexmedetomidina foi titulado de acordo com o nível desejado de sedação usando uma dose inicial de 1,0mcg/kg durante dez minutos, seguida por uma infusão de manutenção de 0,2 a 0,7mcg/kg/h. Doses baixas como 0,05mcg/kg/h foram usadas com infusões de até 24 horas. Além disso, pelo menos 60% dos pacientes tratados com dexmedetomidina não necessitaram de midazolam ou propofol para atingir os níveis adequados de sedação, em comparação com os pacientes tratados com placebo, dos quais aproximadamente 60% requereram mais de 4mg de midazolam ou mais de 50mg de propofol. Mais 21% dos pacientes recebendo dexmedetomidina necessitaram apenas de níveis sub-terapêuticos de sedativo. Nenhuma diferença significativa foi observada na frequência respiratória, nem tampouco nos eventos adversos respiratórios, entre os dois grupos de pacientes. Analgesia: nas unidades de terapia intensiva, o grupo de pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina necessitou de menos tratamento analgésico (morfina), de modo estatisticamente significativo, do que os pacientes tratados com placebo. Além disso, 43% dos pacientes que estavam recebendo dexmedetomidina não necessitaram de sulfato de morfina para a dor, contra 17% dos pacientes no grupo que recebeu placebo. Diminuição da ansiedade: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina demonstraram, de modo estatisticamente significativo, ter menos ansiedade do que os pacientes tratados com placebo. A percentagem média das avaliações de Ramsay que representam 1 (paciente ansioso, agitado ou inquieto) para o grupo dexmedetomidina (4%) foi menor, de modo estatisticamente significativo (p < 0,0001), do que para o grupo placebo (7%). Estabilidade hemodinâmica: os pacientes tratados com cloridrato de dexmedetomidina demonstraram ter pressão arterial e frequência cardíaca mais baixos, com atenuação do estresse relacionado ao aumento da pressão arterial e frequência cardíaca vistos nos pacientes tratados com placebo. Redução da pressão intraocular: o uso tópico unilateral da dexmedetomidina produziu diminuição dose-relacionada da pressão intraocular bilateral em coelhos. (continua na bula original)
http://www.cliquefarma.com.br/bula/conteudo/precedex?id=17657
Parada Sinusal
Disfunção do nó sinusal refere-se a
várias condições que acarretam frequências atriais fisiologicamente
inapropriadas. Os sintomas podem ser mínimos ou envolver fraqueza,
palpitações e síncope. O diagnóstico é realizado por ECG. Os pacientes
sintomáticos requerem implantação de marca-passo.
A disfunção do nó sinusal inclui bradicardia sinusal
inapropriada, alternância de bradicardia e taquiarritmias atriais
(síndrome bradicardia-taquicardia), pausa ou parada sinusal e bloqueio
de saída SA. A disfunção do nó sinusal compromete principalmente o
idoso, em especial os portadores de outras cardiopatias ou diabetes.
A pausa sinusal é a interrupção temporária da atividade do nó
sinusal, observada no ECG como desaparecimento das ondas P de segundos a
minutos. A pausa em geral deflagra atividade de escape em marca-passos
mais baixos (p. ex., atrial ou juncional), preservando frequência e
função cardíaca, mas pausas mais longas provocam tontura e síncope.
http://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-cardiovasculars/arritmias-e-altera%C3%A7%C3%B5es-de-condu%C3%A7%C3%A3o/disfun%C3%A7%C3%A3o-do-n%C3%B3-sinusal
Só me restaram lembranças e saudades.
Saudade que aquece meu peito.
Como eu te amo!
Graças a Deus, eu pude proporcionar um tempo para que o nosso caçula Victor ficasse com você; viajasse para Pernambuco, e cuidasse de ti, Waltinho. Fico com meu coração aquecido em saber que eu tive a oportunidade de viabilizar mais ainda esse amor, esse contato que é direito de toda família, direito de um irmão cuidar do outro. Eu amo você, Waltinho, e amo o Victor também. Na mesma hora que eu pedi que ele fosse ficar com você, o Victor nem pestanejou... Foi com muito amor e carinho pra estar junto à você. Eu agradeço muito a Deus pelos irmãos maravilhosos e de bom coração que eu tenho. Agradeço a Deus pelo meu trabalho, e pelas condições que eu tive pra amenizar essa distância física entre você e nossa família. Victor pôde ficar 10 dias contigo, Waltinho. Amém, Senhor!
domingo, 8 de outubro de 2017
FENTANIL
Indicação
Para
que serve?
Analgesia
de curta duração durante o período anestésico (pré-medicação, indução e
manutenção) ou quando necessário no período pós-operatório imediato (sala da
recuperação); para uso como componente analgésico de anestesia geral e
suplemento da anestesia regional; para administração conjunta com neuroléptico,
como o Droperidol, na pré-medicação, na indução e como componente de manutenção
em anestesia geral e regional; para uso como agente anestésico único com
oxigênio em determinados pacientes de alto risco, como os submetidos à cirurgia
cardíaca ou certos procedimentos neurológicos e ortopédicos difíceis; para
administração espinhal (Fentanil Injetável - uso espinhal - sem conservantes)
no controle da dor pós-operatória, operação cesariana ou outra cirurgia abdominal.
Contraindicações
Quando
não devo usar?
Em
pacientes com intolerância conhecida à droga ou a outros medicamentos.
Posologia
Como
usar?
50 mcg
= 0,05 mg = 1 ml; a dose deve ser individualizada. Alguns dos fatores que devem
ser considerados na determinação adequada da posologia devem incluir a idade,
peso corporal, estado físico, condição patológica concomitante, uso de outras
drogas, tipo de anestesia a ser utilizado e o procedimento cirúrgico envolvido.
Pré-medicação 50 a
100 mcg (0,05 a
0,1 mg) (1 a
2 ml) podem ser administrados por via intramuscular 30 a 60 minutos antes da
cirurgia. Componentes de anestesia geral: dose baixa: 2 mcg/kg (0,002 mg/kg)
(0,04 ml/kg). Fentanil em dose baixa é especialmente útil para procedimentos
cirúrgicos com dor de baixa intensidade. Além da analgesia durante a cirurgia,
Fentanil pode também proporcionar alívio da dor no período pós-operatório
imediato. Manutenção: raramente são necessárias doses adicionais de Fentanil
nestes procedimentos com dor de baixa intensidade. Dose moderada: 2 a 20 mcg/kg (0,002 a 0,02 mg/kg (0,04 a 0,4 ml/kg). Quando a
cirurgia é de maior duração e a intensidade de dor moderada, tornam-se
necessárias doses mais altas. Com esta dose, além de analgesia adequada, se
obtém uma abolição parcial do trauma cirúrgico. A depressão respiratória
observada com estas doses torna necessária a utilização de respiração assistida
ou controlada. Manutenção: 25 a
100 mcg/kg (0,025 a
0,1 mg) (0,5 a
2 ml) podem ser administrado por via endovenosa ou intramuscular quando
movimentos ou alterações nos sinais vitais indiquem resposta reflexa ao trauma
cirúrgico ou superficialização da analgesia. Dose elevada: 20 a 50 mcg/kg (0,02 a 0,05 mg/kg) (0,4 a 1 ml/g). Durante a
cirurgia cardíaca e certos procedimentos ortopédicos e neurocirúrgicos onde a
cirurgia é mais prolongada, e na opinião do anestesista a resposta
endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico pode prejudicar o estado geral do
paciente, recomendando-se doses de 20
a 50 mcg (0,02
a 0,05 mg/kg) (0,4 a 1 ml/kg) com protóxido de nitrogênio e
oxigênio. Tais doses têm demonstrado atenuar a resposta endócrino-metabólica ao
trauma cirúrgico, definida pelo aumento dos níveis circulantes de hormônio do
crescimento, catecolominas, hormônio antidiurético e prolactina. Quando doses
dentro desses limites são usadas durante a cirurgia, é necessária ventilação
pós-operatória em virtude de depressão respiratória prolongada. O principal
objetivo dessa técnica será produzir anestesia livre do trauma cirúrgico.
Manutenção: as doses de manutenção podem variar de um mínimo de 25 mcg (0,025
mg) (0,5 ml) até metade da dose utilizada inicialmente, dependendo das
alterações dos sinais vitais que indiquem trauma cirúrgico e superficialização
da analgesia. Porém, a dose de manutenção deverá ser individualizada
principalmente se o tempo estimado para o término da cirurgia é curto. Como
anestésico geral: quando a atenuação da resposta endócrino-metabólica ao trauma
cirúrgico é especialmente importante, doses de 50 a 100 mcg/kg (0,05 a 0,1 mg/kg) (1 a 2 ml/kg) podem ser
administradas com oxigênio e um relaxante muscular. Esta técnica tem
demonstrado proporcionar anestesia sem o uso de agentes anestésicos adicionais.
Tal técnica tem sido utilizada para cirurgia cardíaca a céu aberto e outras
cirurgias de longa duração em pacientes nos quais está indicada uma proteção do
miocárdio ao excesso de consumo de oxigênio; está indicada também para certas
cirurgias neurológicas e ortopédicas difíceis. Com certas doses torna-se
necessária ventilação pós-operatória, bem como pessoal e equipamentos adequados
para seu controle. Anestesia regional: administração espinhal: 1,5 mcg/kg
(Fentanil Injetável - uso espinhal - sem conservantes) pode ser administrada
por esta via. Quando se necessita de uma complementação da anestesia regional,
doses de 50 a
100 mcg (0,05 a
0,1 mg) (1 a
2 ml podem ser administradas por via I.M. ou endovenosa lenta. No
pós-operatório (sala de recuperação): 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg) (1 a 2ml) podem ser
administrados para o controle da dor, por via intramuscular. A dose pode ser
repetida após 1 a
2 horas, se necessário. Quando se opta pela via espinhal, deve-se administrar
100 mcg (0,1 mg ou 2 ml) (Fentanil Injetável uso espinhal - sem conservantes).
Essa quantidade de 2 ml deve ser diluída em 8 ml de solução salina a 0,9%,
resultando em uma concentração final de 10 mcg/ml. Doses adicionais podem ser
aplicadas se houver evidências de diminuição do grau de analgesia. Doses em
crianças: para indução e manutenção em crianças de 2 a 12 anos de idade,
recomenda-se uma dose reduzida de 20
a 30 mcg (0,02
a 0,03 mg) (0,4 a 0,5 ml) cada 10 a 12 kg de peso corporal.
Compatibilidade: se desejado, Fentanil pode ser misturado ao cloreto de sódio
ou glicose para infusões intravenosas.
Efeitos Colaterais
Quais
os males que pode me causar?
Mesmo
com as doses recomendadas, Fentanil pode determinar efeitos colaterais,
notadamente depressão respiratória, apnéia, rigidez muscular e bradicardia.
Outros efeitos colaterais descritos incluem hipotensão, tonturas, embaçamento
da visão, náusea, vômito e sudorese. Outros efeitos colaterais menos
freqüentemente observados são: laringoespasmo, reações alérgicas (tais como,
anafilaxia, broncospasmo, prurido, urticária) e assistolia. Como vários
medicamentos são administrados concomitantemente durante a anestesia, não se
sabe se estes efeitos possuem uma relação causal com Fentanil. Em raras
circunstâncias foi observada depressão respiratória rebote secundária, após a
cirurgia. A depressão respiratória pode ser facilmente controlada pela
utilização de ventilação assistida, sendo rápida e totalmente neutralizada pelo
uso de um antídoto eficaz, como o cloridrato de naloxona. Os efeitos do tipo
vagotrópico como hipotensão, bradicardia e broncospasmo podem ser completamente
reversíveis com a administração de atropina. Quando um neuroléptico, tal como,
o droperidol é utilizado com Fentanil, os seguintes efeitos colaterais podem
ser observados: febre e/ou tremor, agitação, episódios de alucinação
pós-operatórios e sintomas extrapiramidais. Advertências: como ocorre com
outros depressores do SNC, os pacientes sob efeito de Fentanil devem receber
vigilância médica adequada devendo-se contar com equipamento para ressuscitação
e antagonista narcótico à disposição. A hiperventilação durante a anestesia
pode alterar a resposta do paciente ao CO2 afetando então a respiração no
período pós-operatório. No período pós-operatório, quando houver necessidade de
analgésicos com atividade narcótica deve-se ter em mente a dose total de Fentanil
já administrada. Como o efeito depressor respiratório de Fentanil pode se
prolongar além da duração de seu efeito analgésico, as doses de analgésicos
narcóticos devem ser reduzidas a ou 1/3 das habitualmente recomendadas.
Fentanil pode causar rigidez muscular, comprometendo particularmente os
músculos da respiração e durante a indução da anestesia. Pode também atingir os
movimentos musculares esqueléticos de vários grupos nas extremidades, pescoço e
globo ocular. Estes efeitos estão relacionados com a dose e a velocidade de
injeção e a incidência pode ser reduzida através do uso de benzodiazepínicos,
na pré-medicação ou de agentes curarizantes ou bloqueadores neuromusculares.
Podem ocorrer movimentos mioclônicos não epilépticos uma vez instalada a rigidez
muscular. A respiração, contudo, deverá ser assistida ou controlada. Deve-se
ter em mente que o emprego dos agentes bloqueadores neuromusculares deve ser
compatível com o estado cardiovascular do paciente. Bradicardia e possivelmente
assistolia podem ocorrer se o paciente recebeu uma quantidade insuficiente de
anticolinérgico ou quando Fentanil é combinado com relaxantes musculares não
vagolíticos. Opióides podem induzir hipotensão, especialmente em pacientes
hipovolêmicos. Portanto, deve-se tomar medidas apropriadas para manter a
pressão arterial estável. Fentanil pode também originar outros sinais e
sintomas característicos dos analgésicos narcóticos, incluindo euforia, miose,
bradicardia e broncoconstrição. Fentanil deve ser administrado com cautela,
particularmente em pacientes com maior risco de depressão respiratória como
aqueles em estado de coma por trauma craniano ou tumor cerebral. Nestes
pacientes, a redução transiente da pressão arterial média tem sido,
ocasionalmente, acompanhada por uma redução breve na pressão de perfusão
cerebral. - Interações medicamentosas: o emprego concomitante de Fentanil com
outros depressores do SNC (por exemplo: barbitúricos, benzodiazepínicos,
neurolépticos, outros narcóticos ou agentes anestésicos gerais e álcool)
proporcionara efeitos aditivos ou potencializadores. Nesses casos a dose de
Fentanil deverá ser reduzida alternativamente. Após a administração de
Fentanil, a dose dos outros depressores do SNC deverão ser reduzidas. Tem sido
descrita uma potencialização imprevisível e intensa nos inibidores da MAO pelos
analgésicos narcóticos. Dessa maneira, os pacientes em uso desses inibidores
devem ter sua administração suspensa há pelo menos 2 semanas antes de receberem
Fentanil. Dependência e abuso da medicação: Fentanil é um produto que contém
uma substância de uso controlado que pode provocar dependência do tipo
morfínico e que apresenta potencial para abuso. Pelas características da
substância, seu emprego está restrito às indicações anestésicas e sob cuidados
e orientação de profissional habilitado. - Uso em crianças: ainda não se
estabeleceu a segurança de Fentanil em criança abaixo de 2 anos de idade. - Uso
na gravidez: ainda não foi determinada a segurança de Fentanil com relação a
possíveis efeitos adversos sobre o desenvolvimento fetal. Portanto, deverá ser
empregado na gravidez apenas quando, a critério médico, os benefícios
sobrepujarem os possíveis riscos. - Uso durante a lactação: Fentanil pode
passar para o leite materno, portanto, não é recomendável amamentar por um
período de 24 horas após a administração de Fentanil. Efeitos sobre a
capacidade de dirigir e operar máquinas: os pacientes só poderão dirigir e
operar máquinas se um tempo suficiente tiver transcorrido após a administração
de Fentanil.
Advertências
e Precauções
O que
devo saber antes de usar?
A dose
inicial de Fentanil deve ser reduzida em pacientes idosos e debilitados, de
acordo com cada caso. Fentanil é recomendado para o uso em anestesiologia, não
devendo ser empregado a não ser em centros cirúrgicos equipados com aparelhagem
adequada e com antídotos indicados quando aplicado na técnica de
neuroleptoanalgesia. Associado ao droperidol e eventualmente complementado pelo
protóxido de nitrogênio, curarizantes ou outros agentes, é desaconselhável a
administração simultânea de outros neurolépticos ou analgésicos morfínicos.
Quando utilizado no trabalho de parto com feto vivo existe a possibilidade de
atravessar a barreira placentária e causar depressão do centro respiratório do
feto, razão pela qual seu uso deve ser feito com cautela por anestesistas com
experiência nessa técnica. Não se deve ultrapassar a dose recomendada a fim de
evitar possível depressão respiratória e hipertonia muscular. Tem sido relatada
a possibilidade de que o protóxido de nitrogênio provoque depressão
cardiovascular, quando administrado com altas doses de Fentanil. Quando usado
como suplemento da anestesia regional o anestesista deve ter em mente que esse
tipo de anestesia pode provocar depressão respiratória por bloqueio dos nervos
intercostais, depressão essa que pode ser potencializada pelo Fentanil
utilizado em associação com tranqüilizante como o droperidol. Pode ocorrer
hipotensão que deve ser controlada com medidas adequadas incluindo se
necessário o uso de agentes pressores que não sejam adrenalina. O droperidol
pode induzir o aparecimento de sintomas extrapiramidais que podem ser
controlados por agentes antiparkinsonianos. Fentanil deve ser usado com cautela
nos pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica ou outras patologias que
diminuem a capacidade respiratória durante a anestesia, isso pode ser
solucionado por meio de respiração assistida ou controlada. Deve-se levar em
consideração que a depressão respiratória provocada pelo Fentanil pode ser mais
prolongada do que a duração do efeito do antagonista narcótico empregado,
devendo-se, portanto, manter cuidado médico adequado. Pacientes em terapia
crônica com opióides ou com história de abusos de opióides podem necessitar de
doses maiores de Fentanil. Fentanil deve ser administrado com cuidado em
pacientes com insuficiência hepática ou renal, hipotireoidismo não controlado e
alcoolismo. Fentanil pode provocar bradicardia, que embora seja revertida pela
atropina, implica no seu uso com cautela em pacientes portadores de
bradiarritmia. Superdose: as manifestações de superdose de Fentanil são uma
extensão da sua ação farmacológica. Tratamento: se ocorrer hipoventilação ou
apnéia, deve ser administrado oxigênio e a respiração deve ser assistida ou
controlada de acordo com o caso. Deve ser mantida uma via aérea livre, se
necessário por meio de cânula intratraqueal. Se houver associação de depressão
respiratória com rigidez muscular pode ser necessário o uso de um curarizante.
O paciente deve ser observado com cuidado durante 24 horas; a temperatura
corporal e a reposição de líquidos devem ser mantidos de forma adequada. Se a
hipotensão é acentuada e persistente, deve ser levada em conta a possibilidade
de hipovolemia que deve ser corrigida com a administração parenteral de
soluções adequadas. Deve estar disponível um antagonista específico, como o
cloridrato de naloxona, para controle da depressão respiratória. Enfim, devem
ser tomadas todas as medidas que se façam necessárias. Não deve ser esquecido
que a depressão respiratória provocada pelo Fentanil pode ser mais prolongada
do que a duração do efeito antagonista narcótico empregado.
Composição
(por
ml) Fentanil Injetável (com conservantes):citrato de fentanila 78,5 mcg
(equivalente a 50 mcg de fentanila); excipientes: metilparabeno, propilparabeno
e água para injeção. Fentanil Injetável - uso espinhal (sem conservantes):
citrato de fentanila 78,5 mcg (equivalente a 50 mcg de fentanila); excipiente:
cloreto de sódio e água para injeção.
Apresentação
Fentanil
Injetável (com conservantes): embalagem contendo 25 frascos-ampola de 10 ml;
Fentanil Injetável - uso espinhal (sem conservantes): embalagem contendo 50
ampolas de 2 ml; embalagem contendo 25 ampolas de 5 ml.
Casa Arrumada – Carlos Drummond de Andrade
Casa Arrumada – Carlos Drummond de Andrade
Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas… Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. A que está sempre pronta pros amigos, filhos… netos, pros vizinhos… E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Carlos Drumond de Andrade
sábado, 7 de outubro de 2017
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Esteja Comigo!
J
E
F
F
R
E
Y
K
I
N
G
Me ajuda, Jeffrey!
Me ajuda, Anjo da Minha Guarda!
Me oriente, Me Dê Forças Para Seguir Essa Nova Caminhada Em Busca De Justiça!
Caminhe Comigo, Jeffrey e Por Favor, Me Ampare; Se Por Acaso Eu Cair, Me Levante, Me Dê Ânimo, Não Me Deixe Desistir!!! A Batalha Será Longa... Mas Eu Não Vou Desistir Se Você Estiver Ao Meu Lado.
Tio Guzzo, nosso Tiozão, um Paizão pra nós!!!
Olha, Waltinho, que foto fofa essa nossa com tio Guzzo, seu padrinho e nosso tio querido do coração!!! Olha você pequenininho, meu caçulinha lindo!!!!!! Eu lembro desse meu vestido, e também dessa sua camiseta branca com detalhes cor de uva... engraçado que a mente nos reserva certas informações, lembranças... que coisa, né? Lembro dessas roupinhas...Olha a sua botinha pra corrigir seu pé chato!!!! Irmãozinho lindo, como eu te amo!!!! Como eu agradeço a Deus pela oportunidade de ter vindo sua irmã nesta vida, Waltinho!!! Deus é bom em todo o tempo. Mesmo quando eu não entendo os porquês da vida, e até ouso questionar os percalços por quais passamos, eu sei que Deus é Deus, e que tudo nesta vida tem um propósito. Então, depois dos meus "pitis" com Nosso Senhor, como uma criança birrenta, eu peço perdão a Deus e eu sei que o Amor Dele é tão grande, que ele nem liga pras minhas "malcriações". Eu tenho intimidade com Ele, Graças a Deus (Ele mesmo!). Então, voltando à essa foto, olha que memória gostosa de compartilhar com você!!!! Estávamos no quintal anexo em nossa casa, e com certeza esse deve ter sido um dia de churrascada em família. Nós temos muito a agradecer pelo amor que Tio Guzzo sempre nos deu. Ele foi um paizão pra mim, pra você, pra Felipe e Priscila!!!! Um amigo, um tio super presente em nossas vidas, um exemplo de caráter, um ótimo marido e pai de família. Eu agradeço a Deus pelo tio que nos deu, e agradeço ao tio Guzzo, com meu amor e o respeito que sinto por ele. Foto boa pra lembrar, meu irmão. As saudades são imensas, e o meu amor, também.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Barbárie, licença para matar: Eutanásia
Texto parcial retirado da intenet:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutan%C3%A1sia
O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, tomando por base no essencial o Relatório que o precede, é de Parecer:
que não há nenhum argumento ético, social, moral, jurídico ou da deontologia das profissões de saúde que justifique em tese vir a tornar possível por lei a morte intencional de doente (mesmo que não declarado ou assumido como tal) por qualquer pessoa designadamente por decisão médica, ainda que a título de "a pedido" e/ou de "compaixão";
que, por isso, não há nenhum argumento que justifique, pelo respeito devido à pessoa humana e à vida, os actos de eutanásia;
que é ética a interrupção de tratamentos desproporcionados e ineficazes, mais ainda quando causam incómodo e sofrimento ao doente, pelo que essa interrupção, ainda que vá encurtar o tempo de vida, não pode ser considerada eutanásia;
que é ética a aplicação de medicamentos destinados a aliviar a dor do paciente, ainda que possa ter, como efeito secundário, redução de tempo previsível de vida, atitude essa que não pode também ser considerada eutanásia;
que a aceitação da eutanásia pela sociedade civil, e pela lei, levaria à quebra da confiança que o doente tem no médico e nas equipas de saúde e poderia levar a uma liberalização incontrolável de "licença para matar" e à barbárie;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutan%C3%A1sia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutan%C3%A1sia
O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, tomando por base no essencial o Relatório que o precede, é de Parecer:
que não há nenhum argumento ético, social, moral, jurídico ou da deontologia das profissões de saúde que justifique em tese vir a tornar possível por lei a morte intencional de doente (mesmo que não declarado ou assumido como tal) por qualquer pessoa designadamente por decisão médica, ainda que a título de "a pedido" e/ou de "compaixão";
que, por isso, não há nenhum argumento que justifique, pelo respeito devido à pessoa humana e à vida, os actos de eutanásia;
que é ética a interrupção de tratamentos desproporcionados e ineficazes, mais ainda quando causam incómodo e sofrimento ao doente, pelo que essa interrupção, ainda que vá encurtar o tempo de vida, não pode ser considerada eutanásia;
que é ética a aplicação de medicamentos destinados a aliviar a dor do paciente, ainda que possa ter, como efeito secundário, redução de tempo previsível de vida, atitude essa que não pode também ser considerada eutanásia;
que a aceitação da eutanásia pela sociedade civil, e pela lei, levaria à quebra da confiança que o doente tem no médico e nas equipas de saúde e poderia levar a uma liberalização incontrolável de "licença para matar" e à barbárie;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutan%C3%A1sia
Eutanásia é crime!
"Nunca é lícito matar o outro: ainda que ele o quisesse, mesmo se ele o pedisse (…) nem é lícito sequer quando o doente já não estivesse em condições de sobreviver"
(Santo Agostinho in Epístola)
Eutanásia - . Acesso em 04 de outubro de 2017.
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
RODRIGUES, Lucas de Oliveira. "Eutanásia"; Brasil Escola. Disponível em. Acesso em 04 de outubro
de 2017.
RODRIGUES, Lucas de Oliveira. "Eutanásia"; Brasil Escola. Disponível em
A eutanásia é definida como a conduta pela qual se traz a um paciente em estado terminal, ou portador de enfermidade incurável que esteja em sofrimento constante, uma morte rápida e sem dor. É prevista em lei, no Brasil, como crime de homicídio.
Entre as formas dessa prática existe a diferenciação entre eutanásia ativa, quando há assistência ou a participação de terceiro – quando uma pessoa mata intencionalmente o enfermo por meio de artifício que force o cessar das atividades vitais do paciente - e a eutanásia passiva, também conhecida como ortotanásia (morte correta – orto: certo, thanatos: morte), na qual se consiste em não realizar procedimentos de ressuscitação ou de procedimentos que tenham como fim único o prolongamento da vida, como medicamentos voltados para a ressuscitação do enfermo ou máquinas de suporte vital como a ventilação artificial, que remediariam momentaneamente a causa da morte do paciente e não consistiriam propriamente em tratamento da enfermidade ou do sofrimento do paciente, servindo apenas para prolongar a vida biológica e, consequentemente, o sofrimento.
A literatura que trata desse tema é ainda escassa no Brasil, uma vez que o tema é um tabu e geralmente associado ao suicídio assistido. No entanto, aqueles que advogam a favor da “boa morte”, como é referida por estes, a diferenciação do suicídio assistido com o argumento de que a ortotanásia, ou eutanásia passiva, nada mais é que permitir que o indivíduo em estado terminal, portador de doença incurável e que demonstre desejo conscientemente, possa passar pela experiência da morte de forma “digna e sem sofrimento desnecessário”, sem a utilização de métodos invasivos para a prolongação da vida biológica e do sofrimento humano. Uma morte natural.
A eutanásia não é um dilema recente, trata-se de uma discussão que permeia a história humana por tratar de um tema tão complexo e sensível: a escolha individual da vida pela vida, ou o direito a escolher quando o sofrimento ou a dor pode se tornar uma justificativa tangível para que se busque a morte como meio de alívio.
A eutanásia é um direito legalmente previsto em alguns países como a Holanda e a Bélgica, nos casos para pacientes terminais ou portadores de doenças incuráveis que acarretam em sofrimento físico e emocional para o paciente e seus familiares. Em outros países, no entanto, é possível que o paciente faça o requerimento legal de não haver tentativa de ressuscitação no caso de parada crítica de órgãos. É importante destacar que a eutanásia é um ato de vontade própria e individual do enfermo, quando em estado de plena consciência, que garante a esse a escolha entre cessar seu sofrimento em vida ou continuar lutando. Este é o principal ponto da discussão sobre o direito de escolha individual à vida: a liberdade do sujeito que sofre em determinar se sua vivência é justificada seja pelas suas crenças, vontade individual, ou por simples compaixão por aqueles que seriam atingidos pela sua morte.
No Brasil, a eutanásia é um crime previsto em lei como assassinato, no entanto, existe um atenuante que é verificado no caso do ato ter sido realizado a pedido da vítima e tendo em vista o alívio de um sofrimento latente e inevitável, que reduz a pena para a reclusão de 3 a 6 anos.
Os debates sobre o assunto são geralmente encabeçados por membros de organizações religiosas, que argumentam que a vida é uma dádiva divina sobre a qual nenhum ser humano tem direito ou o poder de voluntariamente cessá-la, e por alguns profissionais da saúde que argumentam que as enfermidades que acarretam em sofrimento prologado seriam reduzidas caso os governantes investissem mais em formas de assistência de saúde de maior qualidade. Aqueles que lutam pela sua legalização se pautam no direito da escolha individual, independente de crença religiosa, no que diz respeito à sua própria vida, tendo sempre em vista a dignidade humana e o direito de acabar com o sofrimento quando não existe outra alternativa.
Entre as formas dessa prática existe a diferenciação entre eutanásia ativa, quando há assistência ou a participação de terceiro – quando uma pessoa mata intencionalmente o enfermo por meio de artifício que force o cessar das atividades vitais do paciente - e a eutanásia passiva, também conhecida como ortotanásia (morte correta – orto: certo, thanatos: morte), na qual se consiste em não realizar procedimentos de ressuscitação ou de procedimentos que tenham como fim único o prolongamento da vida, como medicamentos voltados para a ressuscitação do enfermo ou máquinas de suporte vital como a ventilação artificial, que remediariam momentaneamente a causa da morte do paciente e não consistiriam propriamente em tratamento da enfermidade ou do sofrimento do paciente, servindo apenas para prolongar a vida biológica e, consequentemente, o sofrimento.
A literatura que trata desse tema é ainda escassa no Brasil, uma vez que o tema é um tabu e geralmente associado ao suicídio assistido. No entanto, aqueles que advogam a favor da “boa morte”, como é referida por estes, a diferenciação do suicídio assistido com o argumento de que a ortotanásia, ou eutanásia passiva, nada mais é que permitir que o indivíduo em estado terminal, portador de doença incurável e que demonstre desejo conscientemente, possa passar pela experiência da morte de forma “digna e sem sofrimento desnecessário”, sem a utilização de métodos invasivos para a prolongação da vida biológica e do sofrimento humano. Uma morte natural.
A eutanásia não é um dilema recente, trata-se de uma discussão que permeia a história humana por tratar de um tema tão complexo e sensível: a escolha individual da vida pela vida, ou o direito a escolher quando o sofrimento ou a dor pode se tornar uma justificativa tangível para que se busque a morte como meio de alívio.
A eutanásia é um direito legalmente previsto em alguns países como a Holanda e a Bélgica, nos casos para pacientes terminais ou portadores de doenças incuráveis que acarretam em sofrimento físico e emocional para o paciente e seus familiares. Em outros países, no entanto, é possível que o paciente faça o requerimento legal de não haver tentativa de ressuscitação no caso de parada crítica de órgãos. É importante destacar que a eutanásia é um ato de vontade própria e individual do enfermo, quando em estado de plena consciência, que garante a esse a escolha entre cessar seu sofrimento em vida ou continuar lutando. Este é o principal ponto da discussão sobre o direito de escolha individual à vida: a liberdade do sujeito que sofre em determinar se sua vivência é justificada seja pelas suas crenças, vontade individual, ou por simples compaixão por aqueles que seriam atingidos pela sua morte.
No Brasil, a eutanásia é um crime previsto em lei como assassinato, no entanto, existe um atenuante que é verificado no caso do ato ter sido realizado a pedido da vítima e tendo em vista o alívio de um sofrimento latente e inevitável, que reduz a pena para a reclusão de 3 a 6 anos.
Os debates sobre o assunto são geralmente encabeçados por membros de organizações religiosas, que argumentam que a vida é uma dádiva divina sobre a qual nenhum ser humano tem direito ou o poder de voluntariamente cessá-la, e por alguns profissionais da saúde que argumentam que as enfermidades que acarretam em sofrimento prologado seriam reduzidas caso os governantes investissem mais em formas de assistência de saúde de maior qualidade. Aqueles que lutam pela sua legalização se pautam no direito da escolha individual, independente de crença religiosa, no que diz respeito à sua própria vida, tendo sempre em vista a dignidade humana e o direito de acabar com o sofrimento quando não existe outra alternativa.
Minhas orações me levam até você!
Eu converso tanto com você durante à noite, que quando chega o dia, eu ainda não tenho tanta coisa pra te contar. Ah, meu irmão... como eu agradeço tê-lo tido em minha vida. Eu sei que a saudade vai me cortar, vai me machucar durante o dia, mas à noite, eu pego meu terço, e mergulho em minhas orações até eu chegar em você. Tem sido maravilhoso ter esse contato, poder te abraçar e conversar contigo. Às vezes, eu nem vejo a madrugada passar, nem sinto que a noite acabou, simplesmente o alarme toca e eu então preciso voltar, preciso acordar, e recomeçar mais um dia de lutas e batalhas. Essa conexão contigo está me dando forças de seguir adiante. Sinto muito sua falta, tenho dó que você tenha sofrido tanto com essa doença; quando lembro que você não conseguia nem beber um pouquinho de água, mas acreditava na cura, eu me recordo e descanso na sua fé. Waltinho, você foi um homem de fé, ensinou muita coisa pra sua irmãzinha. Por todo o tempo que eu ainda tiver nesta vida, vou relembrar como você abraçou o seu destino, como você foi controlado em momentos tão difíceis, e como você acreditou em seu restabelecimento. Eu tenho certeza que você realmente agora está curado, meu irmãozinho. Você é uma pessoa boa, de bom coração... lembro quando você me ligou pra dizer que havia pego uma passageira no táxi, que estava com uma criança na porta de um hospital, e que você não teve coragem de cobrar a corrida porque viu que a senhora era muito humilde e que esse valor da corrida seria muito alto, e poderia fazer falta a ela e à criança que estava doente. Tantas e tantas histórias, tantas vezes você me contou. Como eu te amo, e como eu agradeço pela oportunidade de ter vindo nessa vida como sua irmã. Imagino que você esteja dormindo no colo de Nossa Senhora, Waltinho, se recuperando dessa doença do corpo físico. Que o médico dos médicos, possa balsamizar essa ferida em seu corpo e que você esteja agora livre do câncer que te levou de nós. Eu rezo a todo tempo para você. Não deixo de orar e pedir a Deus que você esteja bem e cuidado por nossa família espiritual. Eu te amo, meu irmão. Graças a Deus eu sei que você sabe o quanto eu amo você. Obrigada, Senhor, pelo irmão lindo por dentro e por fora que eu ganhei e que nunca vou perder... Eu sei que nos encontraremos, Waltinho. Um dia, em outro lugar, outra vida, estaremos juntos. Pode contar com minhas orações, com meu amor infinito e com as melhores energias e bons pensamentos pra você, meu irmão.
terça-feira, 3 de outubro de 2017
03/10/17 - Cancão partiu há 7 anos
Hoje faz 7 anos que nosso pai partiu. Nunca imaginei que quando essa data chegasse, o meu irmão amado não tivesse aqui nesse plano. A vida é tão inusitada... Toda existência, tão singular. A morte prematura do nosso pai, aos 59 anos, perdeu de forma insólita a importância que tinha, depois que eu perdi você, meu irmão, aos 42 anos. Não há comparação a dor de perder meu irmão tão amado, com nosso pai. Sei lá... será que o tempo já amenizou as feridas deixadas pelo nosso pai? Seriam as ausências e tantas provas de desamor por parte dele? Será que perder um pai é mais esperado que perder um irmão mais jovem? A vida é rara, eu sei... já basta um primeiro respiro de vida, pra nossa existência já estar com os dias contados... eu, você, ou qualquer pessoa no mundo, pode morrer agora, hoje, a qualquer momento. Aliás, a única certeza que temos nessa vida, é que todos nós não sairemos dela vivos! Esse fato por si só, já deveria estar certo em nossa maneira de viver e encarar a vida. Mas não é isso que acontece! A gente sabe que nossa hora vai chegar, sabemos que todos nós vamos um dia, morrer, e mesmo assim é tão estranho, tão difícil aceitar, acreditar que realmente isso aconteça - um dia! Sempre imaginamos que a morte nunca nos encontrará, pensamos que nunca vamos morrer, e aí um dia a gente morre. Então, pra quem vai embora, eu creio que comece uma nova vida, em outro plano, em outro lugar... o mistério da vida então é descortinado... Mas e pra quem fica? Quem vai embora, tem a mesma saudade de quem fica? Como é conviver com essa falta? E como quem vai, convive com a ausência de quem aqui ficou? Muitas perguntas, muitas indagações, muitos por quês... Eu não tenho essas respostas... nem mesmo anos e anos de estudo e terapia seriam capazes de refutar essas indagações. Poderia escrever mil linhas a cada dia, que ainda assim, me seria impossível replicar tamanha informação. Acho que para um ateu, essa questão deva ser mais simples de conviver no dia-a-dia, embora eu adoraria ver a cara de surpresa de um ateu quando finalmente chegasse ao outro lado!:) Eu creio em Deus, eu creio em vida após essa vida e aceito que cada pessoa tem o direito de acreditar no que lhe faz bem. Mas meu irmão, me diz uma coisa? Se você está do outro lado da vida, você já teve a oportunidade de encontrar nosso pai? Você e ele poderiam me dar uma diquinha do porque tivemos um genitor aquém do que filhos mereciam ter como pai? Nós amamos nosso pai... filhos amam o pai. Mesmo um pai ausente, mesmo um pai que nunca pagou pensão alimentícia. Nós temos o sangue e o espírito, nós temos a vida, a morte e o mais importante de tudo, nós temos o amor. Se crescemos juntos, unidos, foi porque nossa mãe não
nos abandonou. Sim, nossa mãe trabalhou, e nos alimentou. Contra fatos,
não há argumentos... Nós começamos a trabalhar muito cedo, porque
precisávamos sobreviver... correr atrás das nossas vidas, Graças a Deus.
Somos sobreviventes, meu irmão... e ainda agora estou duramente
aprendendo a sobreviver sem tua presença, Waltinho, sem tua fala, sem você em
minha vida. Jamais imaginaria perder você... No meu raso entendimento,
não consigo conceber o seu fenecer, não seria possível imaginar que meu
bebê, meu irmão forte e PQD, meu irmãozinho caçula fosse embora antes de mim, antes de nossa
mãe. Quando nosso pai morreu, eu te liguei pra informar o falecimento
dele. Fui te pegar no aeroporto, fizemos os protocolos fúnebres que toda
família tem de direito (o direito que eu não tive em relação à você,
meu irmão) estivemos juntos, unidos, 3 irmãos: você, eu e Victor. Rezamos juntos. Passamos
por momentos difíceis logo após o funeral do nosso pai. Lamentei e
lamento até hoje o descaso que ele sentiu por nós. A mágoa que você
sentiu, dói ainda em mim. Porque se machucou você, se machuca o Victor,
machuca a mim também. Tanta malandragem pra nada, né Cancão? Sempre
ouvi a máxima que o mal do malandro é achar que todo mundo é otário...
pois é, o malandro se ferrou... Que pena. Nós todos nascemos com todas
as oportunidades para sermos um exemplar autêntico... e agora, a
oportunidade está cada dia mais se findando. Ainda assim, mesmo com todo
meu pesar, eu rezo, peço a Deus que nos oriente e nos ajude a todos.
Cada um segundo suas obras... porque eu sei que só Deus, conhece o
coração de cada um de nós. Eu vou continuar fazendo a minha parte,
Cancão. Não quero errar tanto quanto você errou. Vou cuidar do Victor
aqui... ainda preciso dar muito do meu amor para quem ainda está neste
plano. Peço todos os dias as bençãos de Deus. Peço que Deus, Nosso
Senhor, me dê a cada manhã, um pedacinho de resiliência que preciso pra
tentar ser um pouco melhor do que fui ontem. Que o Espírito Santo me
acalme e me dê sabedoria pra continuar seguindo em frente, que eu
aprenda todos os dias sobre o Amor de Maria. Que eu consiga cada vez
mais, me conectar com quem eu amo e está aí do outro lado, sem esquecer
que ainda tenho alguma missão aqui pra cumprir, que eu possa ajudar a
quem precisa. Que eu não deixe que a tristeza seja maior que a minha fé,
porque é a minha fé que vai me manter no caminho. Eu não sei o que fizemos em
outras vidas... Isso eu não posso explicar, nem entender, mas eu posso mudar hoje o que serei amanhã. Eu sei que hoje eu posso fazer algo que amanhã seja proveitoso a mim mesma e a quem estiver ao meu lado. A vida segue...
...mas faltam pedaços de mim.
...mas faltam pedaços de mim.
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Jeffrey King - Meu Anjo da Guarda! - 02/10/17
Obrigada, Jeffrey!
Por tudo, por ser meu amigo, meu companheiro e meu protetor. Obrigada por me dizer o seu nome, e depois de um tempo, me dizer que você tinha também um sobrenome... Obrigada por me amparar nos momentos difíceis, e até mesmo me carregar em seus braços quando eu não aguento dar um passo. Obrigada pela sua presença constante, por me acompanhar na hora do meu almoço, no meu ir e voltar pra casa, por velar meu sono, por combater às más influências, sendo esse guerreiro poderoso e incansável. Obrigada pelo seu humor único, por rir da minha cara quando eu peço pra você "soprar" os numerinhos da Mega Sena e você balança a cabeça e diz que não entende porque nós, humanos precisamos tanto de dinheiro... Obrigada por me manter em caminhos seguros, me fazer invisível quando os perigos passam ao meu lado, quando você me acorda dizendo o que devo fazer para solucionar um problema, obrigada pelos bons conselhos, e pela paciência que você me empresta. Obrigada por nunca ter me desamparado, mesmo quando eu ainda não ouvia a sua voz e não entendia os seus planos... Obrigada por me amar, mesmo quando eu faço coisas erradas, obrigada por me trazer as mensagens de Jesus, e principalmente por levar meu amor e boas energias para o outro lado da vida; por ser o emissário infatigável que me mantém próxima do meu irmão Waltinho, levando e trazendo poções desse amor infinito. Não tenho palavras que possam traduzir toda minha gratidão e todo meu amor por você, meu Anjo da Guarda!
Jeffrey King, esteja comigo em todos os momentos, não me deixe só nesta caminhada, para que eu não tropece e me desvie do meu caminho.
Agradeço a Deus por ter me designado um Anjo tão especial, forte, lindo, amoroso, que nunca me deixa sem respostas. Tenho muito orgulho de nossa intimidade, por conseguir ouvir sua voz, podendo seguir seus conselhos e por manter sempre meu coração aquecido de fé.
Hoje é o seu dia, Jeffrey. Hoje é dia de agradecer e reconhecer o presente lindo que Deus nos envia, desde antes do nascimento, e que nos acompanha, até depois da nossa morte. Eu só tenho a agradecer por esse Guibor, esse soldado de Deus que me acompanha.
Gratidão.
domingo, 1 de outubro de 2017
Dia de guardar a camisa da corrida pra você.
Oi irmãozinho. Hoje foi dia de corrida... mais uma lembrança que eu tenho de você, pois sempre que eu participava da corrida Circuito das Estações, eu levava a camisa pra você, lembra? Te dei 2: uma azul e uma cinza. Então, como não lembrar? Eu me lembro sempre, todos os dias de você, Waltinho! Sinto sua falta! Depois da corrida, nossa mãe veio almoçar aqui em casa, porque precisava me abraçar. Sempre que a gente sente falta de ar, não consegue respirar (coisa que acontece com muita frequência), a gente se encontra e se abraça, e põe sua memória sempre no meio do nosso abraço. Esse contato nos renova o fôlego! Quando nosso irmão Victor está junto então, o abraço ainda fica mais forte! É bom sentir você dentro do nosso abraço. Hoje na corrida no Aterro, fiquei lembrando a nossa infância na praia sem onda, aqui no "brejo"... você gostava de brincar na marolinha, aprendeu ali e na praia da Urca a pegar jacaré. Lembranças, muitas lembranças das nossas vindas para o Aterro a pé, com nossos primos e tios... e também as pescarias ao lado do Santos Dumont, com tio Guzzo, Tio Fausto... ah, era tão bom. Éramos jovens, saudáveis e felizes com nossas brincadeiras, pescarias, jogar bola no domingo à tarde, visitar os navios museus ancorados na Marina da Glória, ver as aterrissagens e decolagens no final da pista do Santos Dumont... Eu respirei fundo, caminhei olhando a paisagem desse dia bonito, os raios de sol de primavera, a praia ao longe, crianças e cachorros passeando, dividindo aquele imenso parque com os corredores atletas e essa irmã saudosa, que nunca perde a oportunidade de relembrar os melhores momentos que vivemos juntos.
Te amo, Waltinho
Te amo muito, meu irmão.
Irmão é mais que família... é amigo para toda a vida!
Imagem retirada da internet
Eu amo meus irmãos!!!!
Amor puro, sem interesse!
Amor de sangue, amor de alma, amor infinito!
Andreia Sieczko dos Santos
Walter Sieczko dos Santos
Victor Hugo Araujo dos Santos, Sieczko
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