terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O maior erro de todos
domingo, 4 de julho de 2010
Passos

sábado, 3 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Always and forever
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Tempo, tempo...

terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor meu

Que tão seu meus sentimentos inócuos
Vagueiam por entre as gentes...
Tanta ânsia vertente, em seus braços, agora tão vazios.
Uma gota no ar, flutuante, minha lágrima de prisma inocente.
Passeia em meu rosto cálido, buscando em si, seu sorriso.
Busco em mim, o ar que tu respiras...
E meu peito se abre na esperança de um novo dia.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Baitola!!!!!
Adorei os faniquitos e os pulinhos dele, ha, ha, ha, ha!!!
domingo, 27 de junho de 2010
Canteiros
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Fogo

terça-feira, 22 de junho de 2010
A Vaquinha no Precipício
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar. A casa era de madeira, faltava calçamento e os moradores, um casal e três filhos, trajavam roupas rasgadas e sujas.
Ele se aproximou do pai daquela família e lhe perguntou:
“Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Então, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?”
O senhor calmamente lhe respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e com a outra parte nós produzimos queijo, coalhada e outros produtos para nosso consumo. Assim, vamos sobrevivendo".
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e partiu. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
“Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e a empurre, jogando-a lá embaixo".
O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela pobre família tivera que vender o sítio para sobreviver.
Chegando no local, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos, ao que o caseiro respondeu:
“Continuam morando aqui”.
Espantado, ao encontrar os familiares, viu que se tratava das mesmas pessoas que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono:
“Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?”
E o senhor entusiasmado lhe respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daquele dia em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora”.
Autor Desconhecido
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Hummmm!!!!!
terça-feira, 15 de junho de 2010
Ar (sem acento!)
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
continua sem acentos... depois eu conserto.
Que quase nao ha o que mensurar
Quase nao existe o eu e o voce
E tudo fica tao mesclado que nao tem como separar
As raizes estao trancadas
Que deves matar sua sede
Em minha nascente
E quando se afasta
Sua ausencia doi na carne
Porque o amor e um sentimento forte.
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Eu nunca deixarei
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Alegria
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Sou sua

terça-feira, 8 de junho de 2010
Quero-te!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Frases III
domingo, 6 de junho de 2010
Rua do Lavradio
Ali começou minha vida.
Ali meus pais entraram casados, sob promessas de amor e chuvas de arroz em julho de 1970. Eu cheguei em 1972. À entrada da portaria, no piso, tinham minúsculas pastilhas, amareladas pelo tempo, encardidas, pé direito alto; o prédio construído, mais ou menos em 1898, foi precursor do estilo art decó, que só viria acontecer 2 décadas mais tarde. Tinha na entrada original grades retangulares e paredes talvez de um mármore meio rosa, meio verde, em direção ao bege bahia. Exisitam 3 elevadores; um deles, eu nunca vi funcionando. Dos outros dois, um era reformado, mas já velho, com placas de acrílico no teto e galalite nas paredes, branco gelo, quadradinho, muito barulhento. O elevador do meio, bem antigo, original, mas lento e silencioso, com a grade pantográfica manual, tem ainda uma cor escura, melancólica, o qual deve guardar muitos segredos. Lembro que em minha meninice, peralta que só, prendi o pé entre a porta pantográfica e o vão do elevador... Foi-se meu tênis bamba novinho da escola... mas foi só susto. Apesar de não ter meu cordão umbilical enterrado no poço dos elevadores, como dizia minha mãe em relação ao meu pai, que também nasceu ali, trago as melhores lembranças daquele prédio. Ontem eu sonhei com ele. Sonhei com ele e com os finados moradores que ainda conservo vivos em minha memória e coração. Num estado de semi inconsciência consciente, eu fui lembrando de cada morador, de cada apartamento. Hoje de manhã eu acordei e decidi que iria visitar aquela rua, aquele prédio. Rua do Lavradio. Me deu um aperto no peito, só isso foi o suficiente pra pegar o carro e ir até lá. Antes de meus pais casarem, meus avós e bisavós viviam ali. E depois de mim, meu irmão e primos. Nunca entrei na lixeira do prédio, nem na casinha da portaria, tinha medo. Lembro que era comprida, estreita, luz fraca, e tinha um cheiro quase asfixiante de gás, tinham medidores enormes, de cima embaixo, eu achava que dava choque, e dava mesmo, pois também havia ali os medidores e fusíveis de luz. A portaria, como disse, era grande, um caixote quadradão; no fim, a escada para o 1º segundo andar, sim, o segundo andar contava os apartamentos 101 ao 116, o terceiro andar, contava os apartamentos 201 ao 216 e o quarto andar, contava 301 ao 316... Os apartamentos eram todos duplex, muito chique para a época, as unidades da frente, contam com uma diminuta varandinha, acho que posso chamar de "guarda-corpo". No vão entre os blocos interligados tinham embaixo clarabóias gigantes, com ventilação e iluminação laterais, que davam para o Correio da Manhã ou como conhecido depois de um tempo, a Tribuna da Imprensa. Os corredores são largos, claros, compridos, com o chão em cerâmica vermelha. A escada interior do prédio, em caracol... Não sei que estilo é esse, mas é tão inusitado um tipo de escada dessas, e pra mim, tão natural.
sábado, 5 de junho de 2010
O poder da retórica
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Ao seu lado
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Frases II
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ainda é cedo
Uma menina me ensinou
Quase tudo que eu sei
Era quase escravidão
Mas ela me tratava como um rei
Ela fazia muitos planos
Eu só queria estar ali
Sempre ao lado dela
Eu não tinha aonde ir
Mas, egoísta que eu sou,
Me esqueci de ajudar
A ela como ela me ajudou
E não quis me separar
Ela também estava perdida
E por isso se agarrava a mim também
E eu me agarrava a ela
Porque eu não tinha mais ninguém
E eu dizia: - Ainda é cedo cedo, cedo, cedo, cedo.
Sei que ela terminou
O que eu não comecei
E o que ela descobriu
Eu aprendi também, eu sei
Ela falou: - Você tem medo.
Aí eu disse: - Quem tem medo é você.
Falamos o que não devia
Nunca ser dito por ninguém
Ela me disse: - Eu não sei mais o que eusinto por você.
Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê
terça-feira, 1 de junho de 2010
Volta amanhã...
Um menino pequeno foi à escola. Era muito pequeno; tudo quanto sabia, o havia obtido com o leite que mamara de sua mãe. Seu mestre, que era Deus, colocou-o na classe mais elementar e lhe deu estas lições para aprender : “Tu não matarás. Tu não farás danos a nenhum ser vivente. Tu não roubarás." O homem não matou, mas foi cruel e roubou. No fim do dia, quando sua barba estava grisalha e quando chegou a noite, seu mestre, que era Deus, lhe disse : “Tu aprendeste a não matar, mas as outras lições não as aprendeste. Volta amanhã.”
No dia seguinte, voltou o menino pequeno. E seu mestre, que era Deus colocou-o numa classe um pouco mais adiantada e lhe deu estas lições para aprender : “Tu não farás dano algum a nenhum ser vivente. Tu não roubarás.” O homem não fez dano a nenhum ser vivente; mas roubou e mentiu. E, no fim do dia, quando sua barba estava grisalha – quando chegou a noite, seu mestre, que era Deus, lhe disse : “Tu aprendeste a ser clemente. Mas as outras lições não as aprendeste. Volta amanhã.”
Outra vez, no dia seguinte, voltou o menino pequeno. E seu mestre, que era Deus colocou-o numa classe um pouco mais elevada ainda, dando-lhe estas lições para aprender : “Tu não roubarás. Tu não enganarás. Tu não invejarás.” Assim, o homem não roubou; mas enganou e invejou. E, no fim do dia, quando sua barba estava grisalha – quando chegou a noite, seu mestre, que era Deus, lhe disse : “Tu aprendeste a não roubar. Mas as outras lições não as aprendeste. Volta amanhã, meu filho.”
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Acerca-te!
No apartas de mi el sudor que mata mi sed y la piel que calenta mi cuerpo, mientras vivo en mi vida y sus sueños buscando por su alma que flota lejos de mi, perdida en el cielo. No apartas el ruído que baila en mi corazón y embala mis manos hacia su sonrisa. Acerca-te tranquilo y mansamente, pues soy la voz que llora en su pecho, en el entardecer de una playa distante.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Não é preciso falar de amor
terça-feira, 25 de maio de 2010
...a colheita é obrigatória.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Eu e você, harmonia
E aí, você vai continuar sendo um prego?

domingo, 23 de maio de 2010
É mágoa - Ana Carolina
É mágoa, já vou dizendo de antemão Se eu encontrar com você tô com três pedras na mão.Eu só queria distância da nossa distância. Saí por aí procurando uma contramão. Acabei chegando na sua rua, na dúvida qual era a sua janela; lembrei que era pra cada um ficar na sua... Mas é que até a minha solidão tava na dela. Atirei uma pedra na sua janela, e logo correndo me arrependi. Foi o medo de te acertar, mas era pra te acertar!!! E disso eu quase me esqueci. Atirei outra pedra na sua janela, uma que não fez o menor ruído. Não quebrou, não rachou, não deu em nada. E eu pensei: talvez você tenha me esquecido. Eu só não consegui foi te acertar o coração... Porque eu já era o alvo de tanto que eu tinha sofrido. Aí nem precisava mais de pedra.Minha raiva quase transpassa a espessura do seu vidro! É mágoa... O que eu choro é água com sal! Se der um vento é maremoto. Se eu for embora não sou mais eu... Água de torneira não volta... E eu vou embora, adeus
sábado, 22 de maio de 2010
Sonho

sexta-feira, 21 de maio de 2010
Desejo

quinta-feira, 20 de maio de 2010
Caso Maristela Just

Acredito que a sociedade em geral, fará sua parte, divulgando, falando, cobrando da justiça o fim esperado, apesar da morosidade excessiva e o sofrimento desta família. Não há muito que falar, precisamos passar muita energia positiva para que os jovens Nathália e Zaldo Just consigam as forças necessárias para chegar ao tão esperado e justo fim! Nathália e Zaldo Just fizeram um blog e nele, uma petição social a fim de movimentar a justiça brasileira, que está em falta, não só com esses meninos, mas com milhares de pessoas que passam pelo triste fardo de aguardar que a justiça seja feita.
http://casomaristelajust.blogspot.com/
Coma-me!
Coma-me feito fruta madura que você acabou de arrancar do pé... Sinta meu gosto e delicie-se com o sabor selvagem e com caldo do néctar que escorre dos lados de sua boca. Sacie em mim sua fome, porque eu sou sua. Surpreenda-se com a cadência e o tremer dos corpos, sentindo a efervecência do prazer que se instala na carne. Vasculhe meus segredos e meus becos lúgubres a espreita de suas mãos, ávidas por descobrir meus mistérios, que vou degustando o suor de sua pele até sentir minha língua entorpecida. Essa é a pura verdade que procuro no brilho dos seus olhos... Tu descansas em mim e eu repouso em cima da minha história.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Frase do dia
As atitudes decidem quem permanece."
terça-feira, 18 de maio de 2010
Único olhar
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Nara Leão e Erasmo Carlos - "Meu ego" (1977)
Por favor meu ego, não dê força ao Prego
Que nos põe contra a parede, pra nos afogar de sede
Chove chuva na sua boca e você não bebe
Há palavras, existem letras... Mas você não forma as frases loucas que cultiva por aí
Fale pelos cotovelos, e pelos joelhos. Me critique sem razão. Se omitir não vale à pena
Mas não polua minha cultura. Não venha dividir comigo sua auto-censura
Me desencontre, não me prostitua. Se não seremos mais uma carcaça em desgraça por aí!!!!
Sem Já Nada
domingo, 16 de maio de 2010
Aprendendo a cada passo
O que te contenta?

sábado, 15 de maio de 2010
Vazios
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Profº José Hermógenes de Andrade Filho
Se eu retiver um pouco mais do pouco que é necessário e persistir indiferente ao grande pranto do mundo…
Se algum ressentimento, algum ferimento impedir-me do imenso alívio que é o irrestritamente perdoar, e, mais ainda, se ainda não souber sinceramente orar por quem me agrediu e injustiçou…
Se continuar a mediocremente denunciar o cisco no olho do outro sem conseguir vencer a treva e a trave em meu próprio…
Se seguir protestando, reclamando, contestando, exigindo que o mundo mude sem qualquer esforço para mudar eu…
Se, indigente da incondicional alegria interior, em queixas, ais e lamúrias, persistir e buscar consolo, conforto, simpatia para a minha ainda imperiosa angústia…
Se, ainda incapaz para a beatitude das almas santas, precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende…
Se insistir ainda que o mundo silencie para que possa embeber-me de silêncio, sem saber realizá-lo em mim…
Se minha fortaleza e segurança são ainda construídas com os materiais grosseiros e frágeis que o mundo empresta, e eu neles ainda acredito…
Se, imprudente e cegamente, continuar desejando adquirir, multiplicar, e reter valores, coisas, pessoas, posições, ideologias, na ânsia de ser feliz…
Se, ainda presa do grande embuste, insistir e persistir iludido com a importância que me dou…
Se, ao fim de meus dias, continuar sem escutar, sem entender, sem atender, sem realizar o Cristo, que, dentro de mim, Eu Sou, terei me perdido na multidão abortada dos perdulários dos divinos talentos, os talentos que a Vida a todos confia, e serei um fraco a mais, um traidor da própria Vida, da Vida que investe em mim, que de mim espera e que se vê frustrada diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer, terei parasitado a Vida e inutilmente ocupado o tempo e o espaço de Deus. Terei meramente sido vencido pelo fim, sem ter atingido a Meta.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Sintonia

terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Notívagos
domingo, 9 de maio de 2010
Mãe!

terça-feira, 4 de maio de 2010
Ídolo, música e lembranças

segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Resposta
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
Bem mais que o tempo que nós perdemos, ficou prá trás também o que nos juntou... Ainda lembro que eu estava lendo, só prá saber o que você achou dos versos que eu fiz e ainda espero resposta...
Desfaz o vento, o que há por dentro desse lugar que ninguém mais pisou... você está vendo o que está acontecendo, nesse caderno sei que ainda estão... Os versos seus, tão meus que peço, nos versos meus tão seus que esperem que os aceite... Em paz eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante, sem mais eu fico onde estou, prefiro continuar distante...
Bem mais que o tempo, que nós perdemos, ficou prá trás também o que nos juntou... Ainda lembro que eu estava lendo, só prá saber o que você achou dos versos seus tão meus que peço, dos versos meus, tão seus que espero que os aceite... Em paz eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante, sem mais eu fico onde estou, prefiro continuar distante...
sábado, 1 de maio de 2010
DOIS - NÓS DOIS, by PAULO RICARDO
Quando você disse nunca mais, não ligue mais, melhor assim. Não era bem o que eu queria ouvir, e me disse decidida: Saia da minha vida, que aquilo era loucura, era absurdo... E mais uma vez você ligou, dias depois, me procurou. Com a voz suave, quase que formal. E disse que não era bem assim, não necessariamente o fim, de uma coisa tão bonita e casual... De repente as coisas mudam de lugar... E quem perdeu pode ganhar. Teu silêncio preso na minha garganta. E o medo da verdade -Iêi!...- Eu sei que eu... Eu queria estar contigo, mas sei que não, sei que não é permitido. Talvez se nós... Se nós tivéssemos fugido e ouvido a voz desse desconhecido. O Amor! O Amor! O Amor! O Amor!... Essa voz que chega devagar prá perturbar, prá enlouquecer dizendo pr'eu pular de olhos fechados Oh! Oh!... Essa voz que chega a debochar do meu pavor... Mas ao pular, eu me vejo ganhar asas e voar Oh!... De repente as coisas mudam de lugar E quem perdeu pode ganhar. Minha amiga, minha namorada!!!!! Quando é que eu posso te encontrar? Iêê! Iêê! Iêê!... Eu sei que eu, Ah! eu queria estar contigo Mas sei que não,sei que não é permitido. Talvez se nós, se nós tivéssemos fugido. E ouvido a voz, desse desconhecido... Eu sei que eu! Eu queria estar contigo.
Mais uma lua sobre nós
Lua, lua, que eu aponto tanto, te mostro a quem amo, divido com ele o seu olhar. Lua que dá vida ao nosso amor, lua que me faz sonhar.